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L.A. Noire (PC/PS3/X360) - Game de Ponta


O game traz a cidade de Los Angeles dos anos 40 afundada em crimes e quem mais para solucioná-los senão você?

O jogo foi desenvolvido pela Produtora Team Bondi e publicado pela Rockstar Games.
Para os acostumados com a cara dos jogos da Rockstar... bem, esqueça de tudo que você viu até agora,, porque dessa vez o personagem principal é um policial bonzinho!
Chega de sair por ai matando pessoas atropeladas como no GTA ou atirando em todos para conseguir sua vingança (Max Payne), agora você é Cole Phelps, um policial que começa como guarda, mas tem tudo para subir de cargo - o que efetivamente tem que acontecer, né? Afinal de contas, o que é um jogo de investigação se você não é o detetive?



As matanças começam a acontecer e você se mostra a pessoa mais competente para solucionar os casos. O jogo segue uma sequencia lógica: descobrir pistas na cena do crime, interrogar suspeitos, uma perseguição ou outra e bum! você descobre o culpado.
Falando parece fácil, mas a Team Bondi fez o máximo para não ser. As cenas do crime não são óbvias, se você quiser mesmo encontrar alguma coisa, vai ter que revirar o cômodo. Isso sem contar que muitas pistas podem simplesmente não ter nada a ver com o que você está procurando, mas isso quem decide é você.
O L.A Noire traz um novo conceito em questão de interrogatório. Na produção do jogo foi usado um aparato tecnológico de reconhecimento facial e uma equipe de atores para reproduzir as cenas. Então se você acha que aquele personagem é parecido com algum ator que você já viu por aí, há muitas chances de realmente ser o ator! Essa nova tecnologia muda muito o interrogatório por causa das expressões aparentes no rosto dos personagens: uma levantada de sobrancelha, uma piscada fora de hora, uma jogada de ombro, tudo é uma pista e cabe ao detetive Cole Phelps determinar o que aquela expressão significa.
E se você cansar de jogar os casos do main frame do jogo, há sempre as side quests que não exigem tanto de você e que ocupam um tempo menor de jogo.

No vídeo abaixo confira como foi produzida a parte de reconhecimento facial do jogo.


Mas se com tudo isso, você ainda tiver alguma dúvida de que o jogo vale a pena, ela termina aqui, porque, como se não bastasse a captação de expressões, a Team Bondi decidiu que o jogo precisava ter um tom ainda mais real. O resultado disso foi a representação de uma Los Angeles que realmente existiu nos anos 40: são fachadas de lojas daquela época, pontos turísticos, carros da época reproduzidos o mais fielmente possível, além de um mapa contendo os crimes que marcaram época na cidade.



Ah, e tudo isso ao som de ícones do jazz, como Billie Holiday e Ella Fitzgerald.
Ficou com vontade de jogar?

Dê uma olhada nos gameplays e no trailer que a IGN divulgou.








O jogo já está à venda, mas apenas para Playstation 3 e Xbox 360.
Para saber mais detalhes do jogo visite o site oficial:

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Game de Ponta: Star Wars The Old Republic

O game aposta no universo intergaláctico e é o maior investimento em pesquisa e desenvolvimento da EA Games.


Como todos os Star Wars maníacos bem sabem, o Star Wars: The Old Republic (www.swtor.com), o mais esperado de todos os jogos, ainda não chegou. Mas o Comando Login decidiu juntar algumas informações que já foram liberadas para trazer o gostinho do game e dar forças para esperar seu lançamento.

O JOGO
A história do jogo se passa 3.500 anos antes da história dos filmes (300 anos depois dos eventos do Knights of The Old Republic) e traz um momento de guerra entre a República e o Império.
Você pode escolher entre várias raças como Sith Pureblood e Human e classes (os conhecidos Bounty Hunters, Troopers e os mais almejados Sith Warrior e Jedi Knight). Além disso, são muitos os planetas liberados para o jogo.
As descrições de classes, raças, alianças e até uma timeline podem ser conferidas no site oficial do jogo na parte The Holonet.
Também vale a pena conferir os teasers de evolução dos Sith Warriors e do Jedi Knight.


Para se animar em como será o jogo, veja um dos vídeos liberados pela Bioware para ver a jogabilidade:



Interação com NPC
Destaca-se também no jogo a diferença que suas escolhas fazem não só no decorrer da história, mas nos próprios relacionamentos do seu personagem. A partir das suas decisões alguns companheiros seus podem te seguir até morrer, enquanto outros podem resolver te trair.

Lado negro da força
É sempre legal quando os jogos te dão essa opção de seguir o lado mal também. Afinal, as histórias dos vilões sempre são as mais cheias de reviravoltas, não é?

Gráfico
Esse fator cada vez mais impecável nos jogos da Bioware não podia faltar nesse game!
Pelos trailers liberados na internet, já dá pra ver que o gráfico do The Old Republic não fica nem um pouco atrás de jogos como Dragon Age 2. As batalhas dão cheias de saltos e movimentos bem vívidos dos sabres de luz (veja no vídeo abaixo).



Consoles
Infelizmente o jogo é exclusivamente para PC’s e pelo jeito um bom pc para aguentar todo esse gráfico.

Lançamento
A data ainda não foi confirmada, mas o último aviso da EA Games estimou que o jogo deve ser lançado no segundo trimestre de 2011.
Um dos motivos do atraso do lançamento, divulgados para a mídia pela EA Games, é o aperfeiçoamento do jogo pré e pós versão beta para que a versão final seja a mais perfeita possível.

Versão Beta
Para você, Star Wars maníaco, que está louco para jogar e adoraria ter o privilégio de jogar antes de todo mundo, aqui está a sua chance.
No site oficial do The Old Republic há o processo para você se inscrever e concorrer para ser um dos poucos jogadores da versão beta.
Já estão inscritos 1,5 milhão de pessoas e os produtores esperam atingir a meta de 12 mihões.


Para finalizar, dois videos de trailers lançados para ficar ainda mais sedento pelo lançamento deste jogo!



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Dragon Age II (PC/PS3/X360) - Dragon Age II





Dragon Age II, a sequência de Dragon Age: Origins, foi lançado pela BioWare em março. Suas inúmeras críticas desde sua fase de testes anunciaram a alta qualidade do gráfico e as diversas mudanças de jogabilidade, sejam elas pro bem ou para o mal do jogo. Agora que o jogo chegou, é nossa hora de jogar e comentar.


A história começa com Varric, um anão, contando a sua história para uma mulher intitulada Cassandra, uma seguidora da ordem da Chantry. Como todo bom bardo, Varric adora dar uma embelezada nos fatos, mas se ele falará da sua grandiosidade ou de como você fugiu daquela batalha vai depender da sua relação com ele ao longo do jogo.



Você é Hawke, independentemente de escolher ser mulher ou homem, e pode ser warrior, rogue ou mage. Você começa o jogo fugindo de Lothering, que foi destruída pelo darkspawn, com seus irmãos e sua mãe.  Ao longo do caminho, Aveline e seu marido, um templário, se juntam a sua party.

 Logo de cara já vemos uma bela repaginada do Darkspawn e das batalhas: rogues dão chutes, warriors pulam e correm, mages fazem toda uma coreografia para soltar o feitiço.


Os jogadores das outras sequências (Dragon Age: Origins e Dragon Age: Awakening) podem se sentir um pouco perdidos na hora da batalha. Toda a luta acontece de modo mais rápido, embora ainda haja a opção de pausar para preparar sua estratégia. Alias, o nível de dificuldade do jogo já vem dividido justamente por esse ponto: o Casual para quem nunca jogou ou simplesmente não curte estratégias e os outros níveis, a partir do Normal, para os estrategistas (cada nível exige uma maior preparação na batalha).
Bem, continuando a trajetória, você se encontra em meio a um monte de darkspawn e de repente uma antiga conhecida aparece para te salvar. Mas nada vem de graça.


Enfim, com a ajuda dessa misteriosa personagem, você chega à cidade de Kirkwall e seu novo objetivo é conseguir entrar na cidade, afinal vocês não foram os únicos moradores de Ferelden que se refugiaram.

São duas opções para você conseguir entrar na cidade e as duas, além de serem não exatamente lícitas, exigem um ano de trabalho seu, da Bethany (sua irmã) e de Aveline.
Daí em diante, você conhece o próprio Varric, um elfo escravo, um Grey Warden, uma duelista e uma Dalish, tudo em seu tempo.

Os mapas do jogo são mais trabalhados agora e dividem-se em Dia, Noite e as Free Marches.


O jogo é dividido em três atos:

- da sua saída de Lothering até sua expedição para as Deep Roads;
- da sua vida em Hightown até o problema com os Qunaris;
- da sua nomeação de Champion até o final do jogo.

A história do jogo é muito envolvente e não deixa o jogador ficar entediado em momento algum, mas não se apresse em terminar o jogo, porque o final só deixa mais dúvidas e um gostinho de quero mais.

Relação com as versões anteriores

A história do Dragon Age II acontece paralelamente à história do Origins e a do Awakening. Isso acontece porque o jogo se passa em aproximadamente 7 anos, enquanto os outros dois, embora não tenham essa “contagem” de tempo, pareçam acontecer mais rapidamente, uma vez que você está lutando contra o Blight e tem que juntar força o mais rápido possível.
Logo no começo do novo jogo, há a opção de importar sua história para que suas escolhas anteriores reflitam na nova história. Mas os novos jogadores não precisam se preocupar, pois há várias opções para serem escolhidas caso você não queria ou não tenha o save antigo ara importar.


A jogabilidade do Origins e do Dragon Age II são bem diferentes, mas se você chegou a jogar o Awakening já está mais familiarizado com certas coisas, como não poder conversar a qualquer hora e lugar com os membros da sua party, novas poções, o baú de storage que é disponibilizado para você guardar coisas e etc.

Diferenças marcantes

- Habilidades
Toda a árvore de habilidades está disposta de outra forma, embora as habilidades em si não mudem muito, e há upgrades possíveis para algumas dessas habilidades.


- Skills
Não temos mais skills. Sabe aquela coisa de você escolher ser persuasivo e ser bom em desarmar armadilhas? Pois é, agora cada classe tem sua especificidade, mas não há mais uma escolha para melhorar sua skill: ou você tem ou não tem.


- Poções diferentes
Há novas poções: para recuperar sua vida, como a Elfroot Potion; para recuperar Stamina, a Stamina Potion; para reviver um membro que morreu durante a batalha, o Mythal’s Favor, etc.

- Armaduras
Você não tem mais que se preocupar com as armaduras dos membros da sua party. Há upgrades para elas em algumas lojas, mas não precisa ficar trocando parte por parte.

- Opções de diálogo
Agora há como escolher o modo que vai usar para conversar: sarcástica, simpática, etc. Nada de escolher uma opção e acabar passando a impressão errada.



Críticas

- Repetição de cenários

Com todo esse gráfico, eles resolveram economizar em cenário. Não importa se você entrou naquela mansão ou no bordel: há a mesma disposição de quartos, os mesmo quadros, os mesmos objetos. Isso deixa o jogo um pouco cansativo e, as vezes, até um pouco confuso, porque você fica com aquela dúvida “será que eu já não passei por aqui?”

- Relacionamentos

Esse negócio de só acontecer diálogo quando o jogo permite é muito complicado. Não há muitas opções de encompridar a conversa e assim fica muito difícil de trabalhar num relacionamento, seja ele de amizade ou amoroso.

- Batalhas

Estamos lá, matando todo mundo no meio da cidade e as pessoas continuam passando com se nada tivesse acontecido.  Esse erro se repete em todas as versões do jogo e é algo que acaba com todo o realismo que o gráfico e as novas opções de batalha trazem.
- Tempo de jogo

O Dragon Age: Origins traz 60 horas de jogo batidas, ou seja, se você deixar de fazer muita coisa, termina o jogo em 60 horas. Já o II traz apenas 40 horas de jogo.

Dragon Age II: haverá uma sequência?

O gráfico incomparável, a batalha animadora, as novas opções de diálogo, sem contar a história envolvente não deixam você largar o Dragon Age II, mas chegamos no final e não há respostas.
Não sei se será uma expansão ou o próprio Dragon Age III, só sei que haverá uma continuação.
Veremos o que a BioWare está reservando para nós.

Informações adicionais

O jogo chegou ao Brasil em março para PC, PS3, Xbox 360 e MAC. Para acessar o site oficial de Dragon Age II:


Confira a Jogabilidade:



Por Mirela Dias