Oi

Bem vindos ao mundo ETC ETC ETC ETC
Mostrando postagens com marcador 2004. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2004. Mostrar todas as postagens
Marcadores: , , , , , , , , , ,

Def Jam: Fight For NY - Game Flashback


Plataforma: Playstation 2, Game Cube e Xbox.

Desenvolvedoras: AKI Corporation, EA Canada

Ano: 2004

Se você nunca ouviu falar de Def Jam: Fight For NY, então prepare-se pra conhecer agora o melhor jogo de pancadaria de todos os tempos. Aqui não tem nada de poderzinho, nem espadinha mágica, ou magia, você vai ter que ganhar terreno em Nova York na base da pancada, MUTHAFUCKA!

Yo, i'm gonna kick your ass, biatch!

Em 2001, a EA começou a desenvolver um sucessor para o jogo de Luta Livre WCW Mayhem, mas acabou perdendo os direitos quando a companhia de luta foi vendida para a Federação Mundial de Wrestling. Como o game já estava em desenvolvimento, a EA aproveitou a engine que já estava pronta e lançou Def Jam: Vendetta, que trazia artistas do lendário selo rapper de Rick Rubin ao invés de lutadores profissionais. A sacada era genial, e se Vendetta já era bom, o negócio ficou ainda melhor com o segundo jogo, lançado no ano seguinte.



Em Fight For NY, você pode escolher entre o clássico modo versus, ou o o modo campanha. É sempre divertido juntar os amigos pra uma porradaria sem compromisso, mas só é possível desbloquear mais lutadores e cenários, cumprindo os objetivos da missão principal.  Antes de qualquer coisa, você deve criar seu personagem, customizando a aparência e escolhendo um estilo de luta. A história começa quando D-Roc (chefão principal do último jogo) e líder de uma das facções da cidade, é preso e a caminho da delegacia é resgatado pelo seu personagem. Retribuindo a gentileza, D-Roc o convida para fazer parte de sua gangue e ajudá-la a retomar seu império que é constantemente atacado pela façção rival, liderado por Crow (Snoop Dog). No começo, você irá enfrentar membros de sua própria gangue, pra mostrar que você tem as manhas de dar um cacete nos malacos rivais. Provado isso, é hora de começar a ganhar território em NY.

Essa turminha da pesada vai aprontar altas confusões

Uma das características mais legais de Fight For NY, é que os lutadores são únicos. A união de atributos e e estilos não permite que os golpes sejam repetidos. Ao criar seu personagem, você deve escolher uma entre cinco modalidades diferente de luta. Ao longo da campanha, é possível aprender mais dois estilos e misturá-los pra deixar seu personagem ainda mais perigoso. Dá uma olhada aqui embaixo em cada um deles:

Wrestling: Consiste em usar a força para agarrar e lançar o adversário, deixando-o a maior parte do tempo no chão.

Artes Marciais: Usa golpes rápidos e maior foco na defesa.

Submissões: Utiliza técnicas que forçam o oponente a se render, como quebrar os braços, pernas e torcer o pescoço.

Kickboxe: Se caracteriza por chutes rápidos e extremamente agressivos, que podem derrubar facilmente o adversário.

Streetfighting: Estilo mais desleal, sem muita técnica, mas com muita agressividade, podendo finalizar o inimigo com um soco.





Só mais um jogo de luta?

Longe disso. A começar pelos personagens, além de poder encarnar uma cacetada de rappers como Xzibit, Ludacris, Snoop Dog, Ice-T, Busta Rhymes, Sean Paul, Flavor Flav, Method Man e Fat Joe, ainda dá  pra jogar com a lenda do hardcore Henry Rollins (que é o dono do ginásio onde você treina) e o ator mexicano Danny Trejo!!!!!!!!!! Que outro jogo te proporciona isso?


Sim, é ele mesmo, o tiozão bigodudo que mata todo mundo em Machete!
A jogabilidade de Fight For NY também é um dos maiores destaques, com controles simples e bem intuitivos, que ficam naquele esquema de soco fraco/soco forte, chute fraco/chute forte, agarrar e defender. Pode parecer clichê mas a combinação de golpes é divertidíssima e flui muito bem. Tá sentindo falta de alguma coisa? Finishing Moves? Não tem? Claro que tem! A parte escrachada fica por conta dos Blazin' Moves, que podem ser acionados quando a barra de energia se enche, depois de ter dado uma boa surra no adversário. Cada lutador tem seu próprio especial que você vai "colecionando" conforme os vence.

Se você leu até aqui e ainda não tá convencido do quão ANIMAL esse jogo é, calma que eu ainda vou falar dos cenários.

Diferente do primeiro jogo, onde as lutas aconteciam sempre em ringues comuns de Wrestling, aqui a pancadaria rola em bares, clubes ou até na própria rua. No começo dá pra jogar o Team Match (luta em duplas, que só acaba quando um time é totalmente derrotado) e o Free For All (O famoso cada um por si, que permite até quatro lutadores). Com a campanha é possível desbloquear novos "mapas", como Cage Fight (luta dentro de uma gaiola, sem corners), Ring Out Match (Luta num ringue com barras de madeira, e o lutador que sair pra fora, perde), Inferno Match (Luta em meio a uma construção em chamas) Metro Match (Luta em uma estação de metrô. Se um dos dois cair na linha de trem enquanto esse estiver passando, é fim de papo), Demolition Match (O cenário é uma garagem com um carro de cada lado, e você pode usar o próprio veículo pra tirar vida do adversário) e por último, Window Match (Não importa o quanto de vida você esteja, se for arremessado pela janela, já era).

Em cada cenário também existem três tipos de regras: O standard mode, que é o clássico, de quem tirar a vida do outro primeiro vence, Crowd Favorite, em que ganha o que convencer o público, e o No Submissions, que proíbe a finalização por submissão. Aliás, finalizar o adversário é um show a parte. As possibilidades são várias: Dá pra acabar com tudo com uma submissão, se seu lutador for habilidoso pra isso. Se preferir, pode pegar uma garrafa da platéia e quebrar na cabeça do maluco quando ele tiver com pouca vida. Não? E que tal socar a cabeça dele dentro de um alto falante? Não também? Quer um negócio mais estiloso? Se a energia estiver no máximo, é só ativar o Blazin' Move, e acabar com o cara  lindamente, quebrando a coluna dele, dando uma sequência de socos, jogar ele pro alto e por aí vai.
Aaah, nada como quebrar a coluna do adversário com uma joelhada


Dá uma olhada aqui embaixo nessa compilação de Blazin' Moves, só pra ter uma ideia de como é brutal o negócio:


Sim ou não?

Esquece Mortal Kombat, Soul Calibur, Street Fighter, Tekken e o caramba. Def Jam: Fight For NY é o melhor jogo de pancadaria de todos os tempos. Aqui o negócio é cabeçada, joelhada, chute no saco, soco na boca, olho roxo, lábio inchado e nariz quebrado. Com a mistura de estilos é possível criar um lutador único, e ao vencer as pelejas além de respeito, você ganha dinheiro e pode customizar seu mano com roupas, acessórios, tatuagens, cortes de cabelo e afins. Além de poder lutar contra e até encarnar rappers de verdade na hora do combate, a trilha sonora também é um prato cheio, com sons de Outkast, Public Enemy, Sticky Fingaz, Xzibit etc. Tá esperando o que pra botar a corrente de prata, a bandana e sair porrando os mano de Nova York?





Marcadores: , , , , , , , , , , , , , ,

Trending Topic - Facebook

No dia 4 de fevereiro de 2004 nascia a maior rede social existente até hoje: o Facebook. Todo mundo usa, mas pouca gente conhece a história (a não ser quem assistiu "A Rede Social", que tem lá seus momentos ficcionais) desse website que já concentra mais de um bilhão de viciados usuários.

The Facebook: o início


O Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo Saverin (que por sinal é brasileiro), Dustin Moskovitz e Chris Hughes. Inicialmente, a entrada na rede social era limitada aos estudantes da Universidade de Harvard - onde em menos de um mês, mais da metade dos estudantes já havia se registrado no serviço - mas logo foi expandida para outras faculdades na área de Boston, da Ivy League e da Universidade de Stanford. O nome do serviço, inclusive, deriva do nome coloquial dado ao livro de alunos  feito no início do ano letivo por algumas administrações universitárias americanas para ajudar os alunos a se conhecerem. 

Interface em  2004


Ainda em 2004, no final do ano letivo, Mark e Dustin se mudaram para Palo Alto, polo tecnológico dos Estados Unidos e sede de muitas startups. Eles alugaram uma casa perto da Universidade de Stanford, onde se juntaram a Adam D'Angelo e Sean Parker (o fundador do Napster). Em setembro daquele ano, Divya Narendra, Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, proprietários do site HarvardConnection (ou ConnectU) decidiram processar o Facebook, sob a alegação de que Mark Zuckerberg teria utilizado ilegalmente o código do HarvardConnection, ao qual ele tinha acesso. A ação não procedeu. Na mesma época, o Facebook recebeu aproximadamente US$500.000 de Peter Thiel, co-fundador do PayPal, como um "investidor anjo". O número de usuários já ultrapassava 1 milhão.

Em agosto de 2005, o Facebook descartou definitivamente o "The" de seu nome e comprou o domínio facebook.com por US$200.000,00. Ao adotar o novo nome, o Facebook também foi "repaginado", tornando-o mais amigável aos usuários. Depois, no mês de setembro, Zuckerberg lançou o Facebook para os estudantes do ensino médio. Embora fosse necessário ser convidados para participar, dentro de 15 dias as redes escolares não mais exigiam uma senha para acessar (embora o cadastro no Facebook ainda exigisse). Em outubro, a expansão já atingia universidades de pequeno porte e instituições de ensino pós-secundário nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, além de ter expandido a vinte e uma universidades no Reino Unido, e algumas universidades no restante da América. Em dezembro de 2005, o website expandiu seus limites até universidades da Austrália e Nova Zelândia, elevando sua dimensão para mais de 2 mil colégios e mais de 25 mil universidades.

Interface em  2005

Em 2006, a pedido dos usuários, o Facebook passou a permitir que estudantes do ensino médio interagissem com estudantes universitários. Nesta época o Facebook recusou sua primeira grande oferta de compra, com o valor de US$750 milhões, e estimou seu preço em US$2 bilhões. Em abril, os investidores aplicaram mais US$25 milhões no site. Em maio daquele ano, a rede do Facebook se expandiu a duas universidades na Índia. No mês seguinte, o Facebook ameaçou pedir até US$100.000,00 ao Quizsender.com por violação de direitos autorais, por copiar ferramentas do Facebook. Em junho, ocorreram pequenas mudanças no site; além disso, foi feita uma promoção em parceria com a iTunes Store, onde membros da Apple Students receberiam gratuitamente 25 músicas por semana até 30 de setembro. Em meados de agosto, o Facebook chegou à Alemanha e Israel. Em agosto o Facebook introduz o Facebook Notes, um recurso semelhante a um blog (com tags, imagens embutidas etc) também permitindo a importação dos serviços de blogs Blogger, Xanga e LiveJournal. Este recurso ganhou posteriormente a possibilidade de comentar as postagens comuns nos sistemas "concorrentes". Finalmente, no mês de   setembro, o Facebook foi aberto a todo o público.

Interface em  2006


No início de 2007, o Facebook anuncia um plano para adicionar classificados grátis em seu website, recurso que ganhou vida em 14 de maio e foi chamado Facebook Marketplace. Também em maio, o Facebook lançou a Facebook Plataform API (sigla inglesa para Interface de Programação de Aplicativos),  para desenvolvimento de aplicações para serem usadas no site. Em julho o Facebook anuncia sua primeira aquisição: Parakey Inc, de Blake Ross e Joe Hewitt. A companhia foi capa da edição especial anual "College" da revista Newsweek. Surge, então, o rumor de que a Microsoft teria interesse em comprar parte do Facebook; o boato foi confirmado um mês depois, quando a empresa de Bill Gates comprou cerca de 1.6% do site, compra avaliada em US$240 milhões. Em novembro de 2007, o Facebook anuncia o Facebook Ads, projeto de marketing que inclui um sistema de sites parceiros para permitir aos usuários compartilhar informações sobre suas atividades neles com amigos no Facebook (Facebook Beacon); a possibilidade de empresas hospedarem páginas no Facebook de várias marcas, produtos e serviços (Facebook Pages); um sistema de veiculação de anúncios baseado no perfil do usuário e de seus amigos e em dados de atividade (Facebook Social Ads); e um serviço de fornecimento de publicidade com empresas fornecendo dados analíticos, incluindo métricas de desempenho (Facebook Insights). Quanto à privacidade, o Facebook afirmava que "nenhuma informação pessoal identificável é partilhada com o anunciante ao criar a Social Ad" e que "usuários do Facebook apenas verão os Social Ads à medida que os amigos compartilharem informações com eles". Ainda em novembro de 2007, são investidos mais US$60 milhões no Facebook.

Interface em  2007

No ano de 2008,  Mark Zuckerberg faz uma oferta de compra milionária ao Twitter, proposta esta que é recusada. Biz Stone (um dos criadores do Twitter) disse que a"rede social de microblogs queria, na realidade, não virar um site popular e sim uma autêntica empresa geradora de lucros, e por isso não tinha interesse em se fundir com outra companhia. Criamos algo que as pessoas acham que tinha valor, mas ainda não fizemos disso um negócio, e nós gostaríamos muito de fazer isso". 

Interface em 2008
Interface em 2009

Em 2010, em parceria com a operadora de celular TIM do Brasil, o Facebook lança o serviço de acesso grátis ao site através do próprio aparelho celular. Apesar do serviço ser grátis para todos os planos, como Pré e Pós-pago, acabou causando muitos transtornos por cobranças indevidas aos usuários Pré-pagos. Naquele ano, 41,6% da população americana tinha uma conta no Facebook. No entanto, o crescimento de mercado do Facebook começou a estabilizar em algumas regiões, sendo que o site perdeu 7 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos e no Canadá em maio de 2011.

Interface em 2010

Já em 2011,o Facebook criou o aplicativo Calendário para marcar eventos e aniversários. Desde abril deste ano, os usuários do Facebook puderam fazer chamadas de voz via Facebook Chat. Esse recurso, que é fornecido gratuitamente através do serviço T-Mobile Bobsled, permite ao usuário adicionar voz ao Chat do Facebook atual, bem como deixar mensagens de voz no Facebook. Em junho de 2011 o Ministério da Justiça do Brasil cobrou esclarecimentos sobre a ativação do serviço de reconhecimento facial, devido à exposição inadequada que isto poderia gerar aos usuários. A empresa também foi processada pela Timeline, por conta do uso indevido da marca. No mês seguinte, o Facebook lançou o serviço de chamadas de vídeo,  em parceria com o Skype, que permite a transmissão de vídeo de um usuário para o outro. Também em julho, autoridades da Alemanha começaram a discutir a proibição de eventos marcados pelo site. A decisão foi baseada em diversos casos de superlotação, ou recepção de pessoas não convidadas a eventos particulares, como o evento do 16º aniversário de uma garota em Hamburgo, que foi acidentalmente configurado como público; 1500 "convidados" compareceram à festa, e após relatos de distúrbios na sobrelotação, mais de uma centena de policiais tiveram de ser destacados para controlar a multidão. Já em setembro daquele mesmo ano, o Facebook lançou um botão Assinar, permitindo aos usuários acompanhar as atualizações públicas de seus amigos.
Ainda em 2011, ocorreu uma brecha na segurança do Facebook que permitiu que vazassem na Internet fotos que Mark Zuckerberg configurou como sendo privadas. As imagens mostram Zuckerberg cozinhando, recebendo amigos e dormindo com o cachorro.

Interface em 2011


No início de 2012 o Facebook se tornou a maior rede social no Brasil, ultrapassando o Orkut. Uma pesquisa da comScore mostrou que a rede atraiu 36,1 milhões de visitantes durante o período, superando os 34,4 milhões registrados pela rede social do Google. Em janeiro de 2012, o Facebook lança a funcionalidade que permite que o usuário escute uma música que o amigo está ouvindo; segundo o anúncio da nova ferramenta, também seria possível escutar a mesma música em um grupo, permitindo que seu amigo brinque de DJ. Quando seu amigo estivesse escutando uma música, uma nota musical apareceria ao lado do seu nome. Para escutar a música, bastava um clique no nome do seu amigo, que apareceria uma janela com um botão escrito “Listen with”(escute com em português). Além de escutar você poderá comentar sobre a música. Já o lançamento de fevereiro foi a linha do tempo para Fã Pages. Em abril, Mark Zuckerberg anuncia em seu perfil a aquisição do aplicativo Instagram pelo valor de aproximadamente US$ 1 bilhão.
Após lançar ações na bolsa, estimava-se que o Facebook atingiria o valor de US$100.000.000.000,00 (100 bilhões de dólares) ainda no primeiro semestre de 2012. Na estreia da sua oferta pública de ações, em maio de 2012, o Facebook levantou 16 bilhões de dólares, tornando-se a terceira maior captação da história dos EUA. No total, a empresa registrou 421,2 milhões em ações vendidas e, devido a grande procura, aumentou o valor de uma ação de 34 dólares para 38 dólares, atingindo o máximo esperado. A oferta inicial informada era de 484,4 milhões, podendo arrecadar até 18,4 bilhões. A empresa foi listada na Nasdaq sob a sigla FB. A oferta de ações da rede social tornou-se a maior oferta de uma empresa de tecnologia, sendo também a 10ª maior dos últimos 25 anos. Porém, após o lançamento na bolsa, o Facebook perdeu cerca de 50% do seu valor. Alguns sites publicaram uma possível saída de Mark Zuckerberg do posto de CEO do Facebook.
Na manhã do dia 4 de outubro, Mark Zuckerberg informou que já havia mais de um bilhão de utilizadores ativos do Facebook.

Interface em 2012



Em janeiro de 2013, o Facebook anunciou um novo sistema de buscas que mostra resultados baseados em conteúdos que o usuário curtiu, como músicas, lugares, vídeos, fotos e interesses. Chamado "Graph Search" (“Busca Social”, em português), o novo sistema do Facebook entra no ar primeiro para quem usa a rede social em inglês, independente do endereço IP ou da localização do usuário. A ferramenta tem como objetivo ajudar os usuários a navegar melhor pela grande quantidade de informações disponíveis no Facebook. Diferente da busca na web, que fornece os resultados por palavras-chave, a busca social combina frases, como "meus amigos em Nova York que curtem os Beatles".  Conforme a companhia, no futuro também será possível buscar em posts, comentários e ações. A companhia enfatizou que o novo serviço não busca informações na internet, como o Google, mas no "gráfico social", o que só deverá aumentar ainda mais a utilização do site. 

Mesmo depois de quase dez anos, o Facebook ainda está longe de se tornar um serviço ultrapassado. E se depender de seus viciados usuários - principalmente os brasileiros - esse sucesso ainda se estenderá por um bom tempo.
Interface da "Busca Social" lançada em 2013