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Mundo Gamer ep. 44 - Despedidas, HUEHUEBR e Humble Crazy Bundle



Nesse Mundo Gamer 44 trazemos a despedida daqueles que estão partindo e a inauguração da nova equipe, com apresentação de Pedro "Lennon" Zambon e participação de Felipe "Bagaço", Caio Chagas e Helena "Tróia". Neste programa você vai conhecer a E3 londrina hipster , a bondade florescendo no coração da EA, a infâmia do gamer brasileiro e o que há de bom no mais insano dos humble indie bundle. 

Pergunta da semana para concorrer a um Humble Indie Bundle 8: - Qual dos jogos do Humble Bundle é o mais insano e porque?

Comentado nesse episódio

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Mundo Gamer ep 42 - Douglas Adams, PS4 no Brasil e Star Wars




PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Wagner Alves (o Shakira), Rafael Rodrigues (o Noia) e, nosso querido convidado, Math The Silva discutem sobre todas as notícias que deram o que falar nessa semana.

No episódio 42, não poderíamos deixar de homenagear a figura de Douglas Adams. Com a ajuda do vício de João Sogabe, desvendamos o universo do Guia do Mochileiro das Galáxias e tantos outros de Adams dentro do mundo dos games. Conhece os jogos? Conhece os games? saiba tudo aqui então.

Gostou do programa? Não gostou? Tá procurando um PF barato? Não se acanhe! Deixe sua opinião nos comentários.

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Ilustração de capa por Alex Benito

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Def Jam: Fight For NY - Game Flashback


Plataforma: Playstation 2, Game Cube e Xbox.

Desenvolvedoras: AKI Corporation, EA Canada

Ano: 2004

Se você nunca ouviu falar de Def Jam: Fight For NY, então prepare-se pra conhecer agora o melhor jogo de pancadaria de todos os tempos. Aqui não tem nada de poderzinho, nem espadinha mágica, ou magia, você vai ter que ganhar terreno em Nova York na base da pancada, MUTHAFUCKA!

Yo, i'm gonna kick your ass, biatch!

Em 2001, a EA começou a desenvolver um sucessor para o jogo de Luta Livre WCW Mayhem, mas acabou perdendo os direitos quando a companhia de luta foi vendida para a Federação Mundial de Wrestling. Como o game já estava em desenvolvimento, a EA aproveitou a engine que já estava pronta e lançou Def Jam: Vendetta, que trazia artistas do lendário selo rapper de Rick Rubin ao invés de lutadores profissionais. A sacada era genial, e se Vendetta já era bom, o negócio ficou ainda melhor com o segundo jogo, lançado no ano seguinte.



Em Fight For NY, você pode escolher entre o clássico modo versus, ou o o modo campanha. É sempre divertido juntar os amigos pra uma porradaria sem compromisso, mas só é possível desbloquear mais lutadores e cenários, cumprindo os objetivos da missão principal.  Antes de qualquer coisa, você deve criar seu personagem, customizando a aparência e escolhendo um estilo de luta. A história começa quando D-Roc (chefão principal do último jogo) e líder de uma das facções da cidade, é preso e a caminho da delegacia é resgatado pelo seu personagem. Retribuindo a gentileza, D-Roc o convida para fazer parte de sua gangue e ajudá-la a retomar seu império que é constantemente atacado pela façção rival, liderado por Crow (Snoop Dog). No começo, você irá enfrentar membros de sua própria gangue, pra mostrar que você tem as manhas de dar um cacete nos malacos rivais. Provado isso, é hora de começar a ganhar território em NY.

Essa turminha da pesada vai aprontar altas confusões

Uma das características mais legais de Fight For NY, é que os lutadores são únicos. A união de atributos e e estilos não permite que os golpes sejam repetidos. Ao criar seu personagem, você deve escolher uma entre cinco modalidades diferente de luta. Ao longo da campanha, é possível aprender mais dois estilos e misturá-los pra deixar seu personagem ainda mais perigoso. Dá uma olhada aqui embaixo em cada um deles:

Wrestling: Consiste em usar a força para agarrar e lançar o adversário, deixando-o a maior parte do tempo no chão.

Artes Marciais: Usa golpes rápidos e maior foco na defesa.

Submissões: Utiliza técnicas que forçam o oponente a se render, como quebrar os braços, pernas e torcer o pescoço.

Kickboxe: Se caracteriza por chutes rápidos e extremamente agressivos, que podem derrubar facilmente o adversário.

Streetfighting: Estilo mais desleal, sem muita técnica, mas com muita agressividade, podendo finalizar o inimigo com um soco.





Só mais um jogo de luta?

Longe disso. A começar pelos personagens, além de poder encarnar uma cacetada de rappers como Xzibit, Ludacris, Snoop Dog, Ice-T, Busta Rhymes, Sean Paul, Flavor Flav, Method Man e Fat Joe, ainda dá  pra jogar com a lenda do hardcore Henry Rollins (que é o dono do ginásio onde você treina) e o ator mexicano Danny Trejo!!!!!!!!!! Que outro jogo te proporciona isso?


Sim, é ele mesmo, o tiozão bigodudo que mata todo mundo em Machete!
A jogabilidade de Fight For NY também é um dos maiores destaques, com controles simples e bem intuitivos, que ficam naquele esquema de soco fraco/soco forte, chute fraco/chute forte, agarrar e defender. Pode parecer clichê mas a combinação de golpes é divertidíssima e flui muito bem. Tá sentindo falta de alguma coisa? Finishing Moves? Não tem? Claro que tem! A parte escrachada fica por conta dos Blazin' Moves, que podem ser acionados quando a barra de energia se enche, depois de ter dado uma boa surra no adversário. Cada lutador tem seu próprio especial que você vai "colecionando" conforme os vence.

Se você leu até aqui e ainda não tá convencido do quão ANIMAL esse jogo é, calma que eu ainda vou falar dos cenários.

Diferente do primeiro jogo, onde as lutas aconteciam sempre em ringues comuns de Wrestling, aqui a pancadaria rola em bares, clubes ou até na própria rua. No começo dá pra jogar o Team Match (luta em duplas, que só acaba quando um time é totalmente derrotado) e o Free For All (O famoso cada um por si, que permite até quatro lutadores). Com a campanha é possível desbloquear novos "mapas", como Cage Fight (luta dentro de uma gaiola, sem corners), Ring Out Match (Luta num ringue com barras de madeira, e o lutador que sair pra fora, perde), Inferno Match (Luta em meio a uma construção em chamas) Metro Match (Luta em uma estação de metrô. Se um dos dois cair na linha de trem enquanto esse estiver passando, é fim de papo), Demolition Match (O cenário é uma garagem com um carro de cada lado, e você pode usar o próprio veículo pra tirar vida do adversário) e por último, Window Match (Não importa o quanto de vida você esteja, se for arremessado pela janela, já era).

Em cada cenário também existem três tipos de regras: O standard mode, que é o clássico, de quem tirar a vida do outro primeiro vence, Crowd Favorite, em que ganha o que convencer o público, e o No Submissions, que proíbe a finalização por submissão. Aliás, finalizar o adversário é um show a parte. As possibilidades são várias: Dá pra acabar com tudo com uma submissão, se seu lutador for habilidoso pra isso. Se preferir, pode pegar uma garrafa da platéia e quebrar na cabeça do maluco quando ele tiver com pouca vida. Não? E que tal socar a cabeça dele dentro de um alto falante? Não também? Quer um negócio mais estiloso? Se a energia estiver no máximo, é só ativar o Blazin' Move, e acabar com o cara  lindamente, quebrando a coluna dele, dando uma sequência de socos, jogar ele pro alto e por aí vai.
Aaah, nada como quebrar a coluna do adversário com uma joelhada


Dá uma olhada aqui embaixo nessa compilação de Blazin' Moves, só pra ter uma ideia de como é brutal o negócio:


Sim ou não?

Esquece Mortal Kombat, Soul Calibur, Street Fighter, Tekken e o caramba. Def Jam: Fight For NY é o melhor jogo de pancadaria de todos os tempos. Aqui o negócio é cabeçada, joelhada, chute no saco, soco na boca, olho roxo, lábio inchado e nariz quebrado. Com a mistura de estilos é possível criar um lutador único, e ao vencer as pelejas além de respeito, você ganha dinheiro e pode customizar seu mano com roupas, acessórios, tatuagens, cortes de cabelo e afins. Além de poder lutar contra e até encarnar rappers de verdade na hora do combate, a trilha sonora também é um prato cheio, com sons de Outkast, Public Enemy, Sticky Fingaz, Xzibit etc. Tá esperando o que pra botar a corrente de prata, a bandana e sair porrando os mano de Nova York?





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Mundo Gamer ep 38 - PC Gamers, Battlefield 4 e LucasArts



PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Wagner Alves (o Shakira),  Rafael Rodrigues (o Nóia), Bruno Marise (o Fronha) e Felipe Navarro (o Bagaço) discutem sobre todas as notícias que deram o que falar nessa semana.

E nessa semana de luto para os fãs de videogames, guerras nas estrelas e caçadores de arcas perdidas, falamos sobre o fim da LucasArts e todos os grandes jogos que essa empresa nos proporcionou ao longo dos anos. Tá imperdível!

E não custa nada lembrar que a PROMOÇÃO ainda tá valendo. Quer ganhar dois games na facilidade? Responda a pergunta no post aqui.

Gostou do programa? Não gostou? Precisa de ajuda pra bater uma laje? Não se acanhe! Deixe sua opinião nos comentários.


JOEY TRIBIANI EM BATTLEFIELD 4!!!!
http://media.pcgamer.com/files/2013/03/Battlefield-4-33.jpg


Gameplay de Star Wars: Rogue Squadron
http://www.youtube.com/watch?v=_cbR_ZTCzFY

Intro de The Secret of Monkey Island
http://www.youtube.com/watch?v=WjvD3C_nvBk

Intro de Full Throtle
http://www.youtube.com/watch?v=PktBJ6HpNJQ

Trailer de Lego Star Wars III: The Clone Wars
http://www.youtube.com/watch?v=pE07KXMOX4c


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Ilustração de capa por Alex Benito

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Dead Space 3 (PC, PS3, X360) - Game de Ponta

Dead Space foi por muito tempo a franquia que se consagrou como o Resident Evil dessa geração, então vocês podem imaginar meu desespero quando nos primeiros minutos de Dead Space 3 eu estava me agachando e atirando em pessoas com armas em uma cidade, e não no espaço gritando e correndo de zumbis alienígenas. Mas a minha tristeza sumiu bem rápido, depois da decepção inicial Dead Space 3 me deixou paranoico e desesperado. Missão cumprida.


O jogo começa com Isaac sendo arrastado para mais um lugar cheio de Necromorphs, Tau Volantis, um planeta congelado em um ponto remoto da galáxia e coincidentemente o planeta de origem dos Markers, aqueles obeliscos gigantes que deixaram ele louco e transformam as pessoas em zumbis. É nesse planeta que                                              nosso engenheiro favorito pretende descobrir como desligar os Markers e salvar a humanidade para sempre. Isso tudo enquanto ele é perseguido pelos "Unitologistas", um grupo de religiosos que consideram a transformação em Necromoprh uma evolução. Durante sua jornada Isaac Clarke vai encontrar detalhes sobre a história do planeta e dos Markers, em forma de relatórios e diários espalhados pelo cenário. Apesar de serem meio monótonas no início, essas informações adicionais ficam muito interessantes nas últimas horas do jogo.

 Na verdade, o jogador não pisa em Tau Volantis até mais ou menos a metade do jogo. Antes disso você terá que explorar algumas naves abandonadas próximas ao planeta. Apesar de ser um pouco decepcionante, os corredores escuros de Dead Space 3 continuam tão assustadores quanto os de seus antecessores. Quando Isaac finalmente começa a explorar o planeta congelado a porra fica séria a série se supera, com um ambiente aberto os inimigos podem vir de qualquer lugar, Necromorphs pulando de dentro da neve me fizeram pular da cadeira mais vezes do que eu gostaria de admitir.

Falando em monstros, os inimigos de Dead Space 3 conseguem ser mais grotescos e bizarros do que nunca, eles são mais "humanos" do que nos jogos anteriores, o que acabou deixando a aparência dos coitados mais revoltante do que nunca. Outra mudança é a velocidade dos Necros, eles estão bem mais rápidos, o que pode causar alguns momentos de desespero quando eles aparecem em grandes números. Apesar de algumas coisas terem mudado, a mecânica principal continua sendo a mesma, atirar nos braços e pernas é a prioridade aqui. "Perna, perna, braço. Perna, perna, AAAAH PORQUE TEM UM ATRÁS DE MIM? POR QUE????!!!!!!"

Desde o anúncio do terceiro jogo da franquia, a EA foi criticada por algumas adições que foram anunciadas para o título, principalmente o novo modo cooperativo, um sistema de criação de armas e microtransações. Enquanto as duas primeiras novidades podiam acabar com o aspecto de terror da franquia a terceira é... é só maldade mesmo, não posso nem defender o jogo aqui. Mas os fãs de terror podem ficar tranquilos, o modo cooperativo é completamente dispensável; existem alguns desafios exclusivos para dois jogadores espalhados pelo jogo, mas novamente, são dispensáveis. O modo de criação de armas é um brinquedo interessante por um certo tempo, mas a maioria das criações mais absurdas não são nem um pouco úteis e vale mais a pena investir no bom e velho Plasma Cutter.

Uma outra novidade foi uma surpresa extremamente agradável: side-quests. Uma vez ou outra os colegas de missão de Isaac podem avisar sobre um área a ser explorada, essas missões são opcionais e normalmente recompensam o jogador com novos módulos para customização das armas e as histórias mais malucas e aterrorizantes que Dead Space pode oferecer. Algumas podem passar despercebidas, então sempre dê uma olhada nas suas missões antes de prosseguir com a história principal, ou você pode se arrepender.


Sim ou Não?

Sim. A Visceral Game conseguiu melhorar mais uma vez o que já era um ótimo jogo; você ainda vai desmembrar Necromorphs desesperadamente enquanto tenta recuperar sua vida, nisso quase nada mudou, mas a história de Tau Volantis e o mistério dos Markers deixam o jogo muito mais intrigante e é difícil largar o controle depois das primeiras horas. Dead Space 3 ainda tem suas falhas, alguns tiroteios contra Unitologistas tiram o jogador da tensão de sempre e o modo de criação de armas poderia ser mais útil, mas esses defeitos quase não afetam a experiência final.

Felipe Navarro

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Mundo Gamer 13 a 20-09

Foto; Alex Benito
Pegue o controle e aperte o start que está no ar o Mundo Gamer, o resumo de noticias de games, ao vivo, pelo Comando Login, Gameshow e Rádio Unesp Virtual. Nessa semana o programa traz: Sony anunciou o lançamento de mais uma versão Slim do Playstation 3

A Brasil Game Show vai organizar uma competição criadores de jogos.

EA Games e Bioware anunciam o Dragon Age 3: Inquisition para o ano que vem

Briga entre EA e Zynga continua

No quadro Game Fashback a pancadaria de Streets of Rage.


Felipe Navarro traz o vício de Outernauts no Minigame.

Não se esqueça de que você pode ouvir e participar do programa ao vivo. Toda quinta às 7h30, pela Rádio Unesp Virtual e pelo Spreaker do Comando Login.



Reportagens de Felipe Navarro e Gabriela BrandrãoComentários de Felipe NavarroLocução de Wagner AlvesEdição de Texte de Wagner Alves e Pedro ZambonEdição técnica de Ana Laura Vaz

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Confira Tudo que Rolou na Conferência da EA na E3






Quando John Riccitiello, CEO da Electronic Arts, subiu ao palco às 17h dessa segunda-feira (horário de Brasília) e anunciou que seriam apresentados “dez jogos espetaculares” durante a conferência, certamente fez com que boa parte das pessoas que o ouviam ficasse meio sem saber o que esperar da apresentação.
Mas qualquer dúvida quanto à qualidade que possa ter surgido já foi totalmente dissipada logo na primeira apresentação. Com o trailer-gameplayde Dead Space 3, a empresa levou ao delírio toda a legião de fãs fiéis da série e de jornalistas ávidos por grandes novidades. Seguindo a mesma premissa de seu antecessor direto, Dead Space 3 dará maior foco para a ação frenética mas, claro, sem perder o clima de terror já característico da série. As maiores novidades é que a nova versão terá outro personagem jogável além de Isaac Clark, John Carter, que poderá ser utilizado tanto na campanha single playerquanto no modo multiplayer, já que o jogo não mais utilizará o multiplayer competitivo, como em Dead Space 2, mas sim cooperativo, de um modo que lembrou muito títulos como Army of Two e Hunted: Demons Forge. O gameplay também deu uma amostra da movimentação, bem parecida com a de Dead Space 2, além dos gráficos que estão ainda mais refinados. FUCKING PERFECT, é essa a única classificação possível para o trailer de quase 8 minutos que foi apresentado.





E então, ainda com os ânimos exaltados pela maravilhosa exibição que acabara de transcorrer, somos enviados para o ambiente intimista de um vestiário vazio e pouco iluminado, com um discurso que, num primeira momento, parece bastante depressivo. Mas as palavras logo ganham força, o discurso começa a nos passar uma coragem combativa, e quando finalmente é revelado que quem está falando é o astro da NFL Ray Lewis, logo descobrimos do que tudo aquilo se trata: a tão esperada revelação do novo game da franquia de futebol americano. E MaddenNFL 13 promete ser muito mais do que apenas um mais do mesmo com gráficos melhorados. Com a nova Infinity Engine, os jogadores menores e mais rápidos não serão mais tão vantajosos, pois ela promete a influência direta no porte físico dos atletas na definição das jogadas, fazendo com que jogadores mais fracos tenham muito mais problemas para passar pelos zagueiros gigantes do time adversário. Outra novidade é a introdução da Connected Career, que introduzirá um sistema de distribuição de pontos típico dos jogos de RPG, permitindo com que se aumente habilidades específicas de seus jogadores, tornando-os cada vez melhores para que possam alcançar o Hall da Fama do esporte. Outra novidade é o lançamento do Madden NFC Social, que poderá ser jogado tanto pelo celular quanto pelo Facebook, mas mantendo o progresso em ambas as plataformas, num jogo que promete ser muito mais voltado para táticas do que para a ação, algo como um Fifa Manager da série Madden.
Mas essas foram apenas duas das novidades prometidas para a noite; ainda faltavam oito. E logo mais uma delas foi anunciada, dessa vez para uma das séries mais tradicionais da empresa. Após tantos anos de geladeira, Sim City finalmente receberá uma nova versão, e será a primeira com suporte ao modo multiplayer. Além disso, também foi anunciada uma versão para facebook da franquia, Sin City Social, que já estará disponível nas próximas semanas. Outro que também foi anunciado oficialmente foi o sistema de assinaturas para Battlefield 3, nomeado Battlefield Premium. O novo sistema proporcionará a seus assinantes novas missões, armas, mapas e veículos, que prometem mais uma centena de horas de gameplay para os fãs da série. Além disso, todos os DLCs, já lançados e ainda a serem lançados, de Battlefield 3 serão disponibilizados a seus assinantes. Ainda falando de novidades online, outra novidade bastante comemorada pelos ouvintes (principalmente os mãos-de-vaca como esse que vos escreve) foi a de que, além da adição de mais um planeta e de uma nova raça, Star Wars: The OldRepublic terá acesso liberado para novos jogadores durante todo o mês de julho. E terminado o anúncio de Star Wars, saímos das guerras nas estrelas e somos lançados de volta para as guerras mais atuais. Medal of Honor:Warfighter promete colocar o jogador em fronts de batalha ao redor de todo o mundo, com 12 globalfighters diferentes que poderão ser encarnados. Além disso, o jogo também contará com um modo multiplayer online,fazendo com que guerreiros de todo o planeta possam se reunir para salvar o mundo nas horas vagas.





E depois de tantas guerras, nada como bater uma boa bolinha para descontrair. E muito mais do que uma boa bolinha é o que a empresa promete em Fifa 13. Além de todas as melhorias técnicas e tecnológicas que já haviam sido apresentadas durante a conferência da Microsoft, a empresa aproveitou para falar das melhorias de interatividade que o novo game proporciona. Agora não mais apenas as versões para console, mas também as de iPhone, iPad e Android, irão se conectar no Fifa Footbal Club,permitindo que o jogador mantenha sempre a mesma identidade e acumule conquistas em qualquer uma dessas plataformas. Outra novidade bem recebida é que todos os times e jogadores que tiveram suas características modificadas no Fifa 12 poderão manter essas modificações na nova versão, dando assim um caráter ainda mais fiel de continuidade para a série. Logo após esse anúncios, ocorreu o que muito provavelmente foi a grande surpresa do evento: sem prévio aviso, Dana White, presidente da Ultimate Fighting Championship, sobe ao palco e anuncia uma parceria com a EA envolvendo futuros jogos da marca UFC; notícia essa que pega a todos de surpresa, já que durante muitos anos os dois trocaram hostilidades públicas, onde Dana chegou inclusive a acusar a empresa de não considerar o MMA como “um esporte legítimo”. Essa notícia também acaba por colocar em maus lençóis a THQ, que desde 2007 tinha na franquia uma de suas principais fontes de lucro. Com essa declaração, a conferência dá uma acelerada, e é apresentado o novo game da franquia de corridas clandestinas de maior sucesso no mundo. Need For Speed MostWanted segue a mesma lógica do clássico de 2005, em que você deve ganhar corridas, levar multas e fugir da polícia para se tornar o número um da lista de mais procurados. A diferença é que agora a competição será online, e seus adversários pelo topo da lista “apenas” o resto do mundo. O jogo deverá ser lançado no dia 30 de outubro.




E aquilo que começa bem, acaba bem. Ou, melhor dizendo, aquilo que começa com um tiroteio no espaço deve invariavelmente acabar com um tiroteio no espaço. E foi apresentando a todos o gameplay de Crysis 3, que difere de seus antecessores pela maior quantidade de escolha de como completar suas missões, que a conferência da EA chegou ao fim, cumprindo o que prometeu e deixando seus fãs ainda mais ansiosos para os próximos lançamentos da empresa.


Confira os vídeos das novidades apresentadas pela EA:

Dead Space 3




Madden NFL 13




Sim City




Battlefield 3 Premium




Star Wars The Old Republic




Medal of Honor Warfighter




Need For Speed Most Wanted




Crysis 3








Reveja as conferências que rolaram no dia 4, na E3

04/06 – 14h – Microsoft - veja a conferência completa clicando aqui.

04/06 – 17h – Electrocic Arts - veja a conferência completa clicando aqui.

04/06 – 19h – Ubisoft - veja a conferência completa clicando aqui.

04/06 – 22h – Sony - veja a conferência completa clicando aqui.

05/06 – 13h - Nintendo - veja a conferência completa clicando aqui.