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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Na última semana a internet ganhou ares de baile funk. MAS CALMA, não tem nada de popozudas, bondes e MC polígamos. Estamos falando do hit do desconhecido MC Federado e os auto-explicáveis Leleks e seu Passinho do Volante. Aaaaaaaaah lelek lek lek lek lek lek lek lek lek lek, põe a sua meia branca no joelho e vem com a gente!
Tudo começou no dia 14 de dezembro quando a produtora carioca Furacão ão ão 2000 divulgou o clipe oficial do Passinho do Volante no Youtube. Em um mês o vídeo já tinha alcançado mais de 100 mil visualizações e já rolavam na rede paródias e tutoriais do novo passinho pra geral se amarrar, ele é muito maneiro, qualquer um pode mandar. A música poética é o maior chiclete dos últimos tempos e a coregrafia é tão fácil que dança até titia, vovó e também vovô. Mas preste atenção agora vou te ensinar o passinho do volante pra você também mandar:
Procurei informações sobre o tal MC Federado, mas tudo que encontrei foi seu perfil do Facebook e uma fanpage dedicada aos ~fãs~ dele.
E já que permanece o mistério sobre a identidade da estrela do momento e sua história na indústria do funk carioca, só nos resta rolar de rir com as paródias que rolam na nossa querida internet.
Tem versão pra quem é gamer
E pra quem é religioso
IMPORTANTE: Relutei em fazer uma postagem sobre funk, mas a internet não anda colaborando com essa desocupada que vos escreve.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Na ausência de nossa querida Terd em função de seu Trabalho de Conclusão de Curso, tomarei conta temporariamente (com muito carinho) da seção de nossa amante das velharias. Vou dedicar essas primeiras postagens a um especial de uma franquia que tem enorme participação na minha vida de gamer: Age Of Empires. Nunca tive videogame na infância, por isso jogava quase tudo no PC e como fã de estratégia desde sempre, Age se destacou e foi um dos jogos que mais me prenderam em frente à tela. Meu primeiro contato foi com a demo do primeiro game da série, que vinha naqueles CD's de revista com trocentos jogos em um disco só. Tempo depois tive a oportunidade de conseguir o jogo full (o que era um vitória pra época, já que baixar pela internet era mais que um sonho distante), e aí não tinha mais volta. Mas chega de papo e vamos logo saber do que se trata essa tal série. E é claro, que esse post de abertura vai falar sobre o primeiro jogo da franquia. Vamos lá.
Age of Empires, foi lançado em Outubro de 1997, exclusivo para PCs, desenvolvido pela Ensemble Studios e distribuido pela Microsoft Games. É um jogo de estratégia em tempo real ou Real Time Strategy (RTS) e o primeiro a ter uma temática histórica. Críticos da época o classificaram como uma mistura de Civilization com Warcraft. O game permitia ao jogador tornar-se o líder de uma entre 12 civilizações e guiá-la durante quatro eras: (Idade da Pedra, Idade da Ferramenta, Idade do Bronze e Idade do Ferro).
Sistema de jogo
O sistema básico de Age Of Empires consiste na coleta de recursos e o emprego deles nas tecnologias e pesquisas que irão levar sua civilização a eras mais avançadas. Os recursos se dividem em: Madeira (disponíveis nas árvores), Alimento (Animais, Frutos e Fazendas), Ouro (Minas e Comércio) e Pedra (Minas). E para conseguir coletar tudo isso, você vai precisar dos Villagers (ou Aldeões) que são a unidade mais básica e a espinha dorsal do jogo. Cada recurso é usado para algum propósito, por exemplo: Madeira é o requerimento básico de todas as construções, enquanto o Alimento é usado para produzir qualquer tipo de unidade. Conforme você for avançando de Eras, as unidades e construções vão tendo um preço mais alto, por isso algumas delas necessitaram de Ouro e Pedra.
Os villagers tem o ataque e defesa quase nulos e sua função principal é a coleta de recursos. Você iniciará o jogo sempre com uma porção de villagers e um Centro da Cidade, uma espécie de Quartel General, onde você cria seus villagers e avança de Idades, ou seja, deverá ser defendido a todo custo. A partir dessa pequena "tribo" você vai precisar acumular os recursos e com eles construir outros prédios que possibilitarão a produção de novas unidades e os avanços necessários para que você atinga outra Idade.
Age of Empires trazia cinco tipos de jogo: Campanha, Cenário, Cenário Aleatório, Batalha Mortal e Multiplayer. O modo campanha contava com quatro mapas determinados, entre eles "A Ascenção do Egito", "A Glória da Grécia", "Vozes da Babilônia" e "Yamato, O Império do Sol Nascente". Apesar de divertidas, as campanhas ainda não eram um ponto forte de Age. O que popularizou o game foi o modo Cenário, que permitia ao jogador escolher uma civilização, um mapa e jogar contra até três jogadores. Cenário Aleatório e Multiplayer são autoexplicativos e em Batalha Mortal, os jogadores começam com uma quantidade gigantesca de recursos e devem avançar o mais rápido possível para levar seu adversário a ruína.
Civilizações Em Age Of Empires, temos 12 civilizações disponíveis, divididas em quatro blocos regionais:
Mediterrâneo Oriental - Gregos, Minoicos e Fenícios.
Mesopotâmia Ocidental - Egípcios, Assírios e Hititas.
Mesopotâmia Oriental - Babilônicos, Persas e Sumérios
Ásia - Shang, Gosojeon e Yamato (Que representam os reinos primitivos de China, Coréia e Japão respectivamente)
Apesar dessa divisão, a única coisa que as civilizações membros de cada grupo tem em comum são seu estilos arquitetônicos. No restante, cada facção tem seus prós e contras que consistem em baixo custo de unidades, bônus de ataque, vantagem econômica, villagers mais baratos etc.
Wololooooooo!
Não dá pra falar de Age, sem falar do mítico "véinho". Ao construir um Templo, você tem a possibilidade de criar uma unidade chamada de Priest ou Sacerdote. O Priest tem o poder de curar seus feridos e converter inimigos para a sua civilização, e para isso o velhaco usa o bizarro cântico "Wololo", que se tornou um meme entre os fãs de Age, ganhando até outras versões. Só pra ter uma ideia, dá uma olhada nesse vídeo aqui.
Expansão
Com o sucesso do jogo, a Ensemble Studios lançou no ano seguinte a Expansão The Rise Of Rome, que trazia um novo bloco de civilizações que seguiam a arquitetura romana: Romanos, Cartagineses, Macedônios e Palmiros. A campanha se focava totalmente na civilização romana. No geral, tiveram poucas mudanças em relação ao game original, com a adição de algumas novas unidades, novas tecnologias e melhorias no gameplay, como a possibilidade de selecionar todos os tipos de unidade ao clicar duas vezes na respectiva unidade.
Sim ou Não?
O primeiro game da franquia Age Of Empires foi um grande sucesso na época, e lançou as bases dos seus excelentes sucessores. Apesar disso, é um jogo que tem suas falhas, principalmente na Inteligência Artificial desequilibrada e na movimentação das unidades. As civilizações possuem pouca identidade própria, apesar de ter seus prós e contras bem detalhados, o que dá a impressão de que pouca coisa muda entre uma e outra. O jogo também não requer que você elabore grandes estratégias para poder triunfar. Com algumas horas e um pouco de prática já é possível vencer facilmente. Mesmo com essa falta de maior polimento, Age Of Empires é um jogo seminal do gênero e lançou as bases dos seus brilhantes sucessores e os demais jogos de estratégias que o tiveram como inspiração. Por isso, é recomendável que você vá atrás e conheça esse clássico.
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Imagine você com um Homem de Ferro em tamanho real do lado do seu computador. Agora, imagine que ele seja seu computador pessoal, mais super awesome para você poder jogar na cara da galera. Pois, bem um pessoal aqui da Campus Party veio mostrar o talento deles em serem desocupados quase artistas mesmo mostrando seus Case Mods.
Para a galera que não sabe o que é isso, essa é a arte de modificar os cases de computador, também conhecido na boca da velha guarda como gabinete, por isso chamado de Case Mod. Mas não é só colocar um computador dentro de um bonecão gigante. Tem que adaptar todo o case do computador para fazer uma montagem legal do processo.
"O Case Mod é a modficação do gabinete a fim de melhorar a disposição da máquina, refrigeração, mas no meu caso eu quero aproveitar o aspecto estético e fazer essa brincadeiras". Esse é Alexandre Ferreira de Souza, eleito pro unimidade na CPBR6 como artista plástico. O que Alexandre faz ele chama de Case Monstro, mas o cara manda muito bem. Esse Homem de Ferro do topo, ele demorou dois anos para montar por conta de investimento: foram 5 mil reais tirados do próprio bolso para isso. Agora dá uma olhada na próxima criação do Alexandre.
Esse vem com patrocínio para a empresa dele, já tá com um ano de trabalho e na metade do processo. falta muita coisa, de acordo com ele, mas já tá bbbbeeeeeemmmmm massa.
Mas não é só ele que faz isso, bora ver uma lista dos melhores Cases Mods da CPBR6.
Interior do Gundan
Sim isso é uma case
Interior do Homem de Ferro
Ficou genial esse case de Minecraft
AKIRA, com detalhe da moto
Case baseado em The Beatles
Case montado com coolers luminosos
São 60 coolers nesse case
Case animal de Scarface
Olha o nível de detalhamento disso
Só isso no meu case e já estaria feliz.
Quer saber mais sobre o trabalho do Alexandre? www.casemonstro.com.br
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Com tanta coisa pra se fazer na Campus, a última coisa que precisávamos era de alguém escrevendo uma espécie de folhetim. E é pra isso que o Nóia está no time! Confira as experiências desse gordo, barbudo e rabugento durante sua estadia na CPBR 2013, nessa série que se estenderá até o último dia do evento.
É uma merda como tudo costuma dar errado justo quando não pode. Lógico que hoje não seria muito diferente.
E, pra variar, tudo começa com um atraso.
Já estava programado: sair de casa às cinco, chegar no meu tio às nove, dormir meia-noite, acordar às cinco e seguir pro Anhembi. Tudo certo, programado e cronogramado. E lógico que, como foi programado e cronogramado por mim, ia dar merda.
E isso ficou ainda mais evidente quando, ao chegar na casa de meu tio, ele estava me esperando com uma garrafa de Chivas em cima da mesa e uma moqueca no fogo.
Dar merda: sim ou claro?
Depois de virar praticamente sozinho uma garrafa de uísque e cair na cama quase inconsciente de bêbado às três da matina, coloco o celular pra despertar às 5; tomar um bom banho gelado, comer alguma coisa e ir tranquilamente pra estação pegar o trem.
E então acordo assustado vinte pras nove, ainda muito bêbado, e saio correndo puxando minha malinha enquanto abotoo a camisa e mando mensagens para Deus e o mundo avisando que iria atrasar um pouco pra chegar. Sem banho, sem escovar os dentes, sem comida, meio bêbado e ainda fedendo a álcool – ou seja, me sentindo o perfeito clichê do jornalista.
No fim o atraso não foi tão grande assim; de minha previsão inicial de chegar no Anhembi às 8 da manhã, acabei aparecendo bufando e descabelado ao meio-dia – ou seja, nada muito diferente do normal. E, incrivelmente, descobri que não havia perdido NADA. O que, conhecendo a organização brasileira para grandes eventos, posso dizer que, novamente, não era nada muito diferente do normal.
Imagina na Copa....
Bem vindos à Campus!
Enfim, ainda não estava na Copa mas já estava na Campus – ou, ao menos, na frente de uma enorme porta de vidro fechada escrito Campus Party, onde um bando de nerd carregando suas casas nas costas se amontoavam e esperavam que alguém desse um sinal – qualquer sinal – de que podiam entrar no local. Mas tudo o que nos falavam era que o raio-x não funcionava – afinal, que porra de feira tecnológica não tem um técnico que entenda de raio-x, fale russo e faça malabares com hambúrgueres? Será que no meio de toda essa galera nerd não tinha ninguém, NINGUÉM, que preferia o Bruce Banner ao Wayne? E então o que restava fazer era esperar....e esperar....e esperar mais um pouco.
E era bom usar aquele tempo para praticar todas nossas habilidades em espera, já que o dia parecia fadado àquilo.
Já passava das duas quando foi liberada a entrada e podíamos, finalmente, tirar nossas malas do chão, colocá-las nas costas e curtir mais uma hora de fila para cadastrar nossas entradas e ganharmos um lindo crachazinho roxo com nosso nome escrito num garrancho à caneta; coisa profissa é outra história.
Mas aquilo não era importante: a única coisa que importava em plena três horas da tarde – e uma puta larica de ressaca – era onde que a gente ia pra comer. E bora perguntar pra organização. “Fala com aquele lá.” “Vai pra lá e fala com tal pessoa.” “Segue aquele cara com o crachá” e “Porra! Vocês ainda não comeram” foi tudo o que escutamos em cerca de uma hora andando a esmo e esperando na mesa a boa vontade de alguém achar que, apesar de ser gordo, eu precisava comer.
Júnior Lima tentando me levar pra banda dele
Mas como campuseiro não se fode sozinho, a espera serviu para aumentar nosso “grupo Login” em mais algumas pessoas, entre elas a Barbie da Terra-Média que fez a a cabine do Hobbit – seja lá o que for isso – e Júnior Lima, o Durvalzinho, vulgo irmão da Sandy. Agora por que alguém famoso resolve andar com esse povo sem futuro do Login, bem....sei lá. Talvez pelo bullying. Porque, no fim, a partir daquele momento nossa presença na campus se resumiu a isso. Bullying no coordenador, nos voluntários, no tio do restaurante, na tia do guarda-volumes, no segurança...basicamente, em qualquer coisa que se mexia.
É incrível a capacidade de, num lugar com tanto nerd pseudoadolescente feliz na vida, fazer amizade com povo mais velho, ranzinza, que adora zoar a nerdaiada e que a cada cinco minutos quer mandar tudo a merda e ir pro bar.
Já passavam das quatro quando finalmente conseguimos alguém para liberar o almoço – ou, pelo menos, o que sobrou dele. E entre as conversas do almoço – muita merda, às vezes até literalmente – sou obrigado a escutar coisas como “vocês vão ver, amanhã isso daqui vai lotar de nego gordo, barbudo e seboso...” Hey! Qual o preconceito com nego gordo e barbudo?!
Sair do almoço e seguir direto para a ala “workshop 1” para receber treinamento. Ou, pelo menos, era essa a intenção; o que se viu foi cerca de cinquenta campuseiros com cara de que não estavam entendendo nada sentados numa cadeira e ouvindo durante cerca de uma hora alguém da organização se desculpando pelo fato da internet não estar funcionando e ele não poder apresentar pra gente o sistema.
Sério. Sete horas da noite e, no maior evento de tecnologia do Brasil – um dos maiores do mundo – era tentador largar tudo pro alto e ir pro barzinho da esquina, onde, pelo menos, tinha tomada e wi-fi.
“Pessoal, amanhã, sete horas da manhã, a gente se reúne pra definir as áreas de trabalho de cada um.”
Tuuuuudo bem. Sete horas então. Mais uma fila perdida.
Sete e meia e todo mundo indo pras barracas perceber uma coisa – quase ninguém tinha trazido cadeado. E então finalmente teríamos algo para fazer, um objetivo, uma missão para a nossa estadia: caçar algum lugar em São Paulo que vendesse cadeado. E lá fomos nós atrás de um táxi.
Área de camping. A minha é aquela azul com detalhes amarelos
“Bora pro Center Norte camarada!”
“Quanto foi o Parmera?”
“3x2 Penapolense.”
“Mentira que o Parmera perdeu.”
“Cara, nem me fala daquele time de bosta!”
E então, durante cerca de cinco minutos, tivemos uma bela conversa com o Augusto, o taxista que nos presenteou com um ótimo arsenal de xingamentos e ameaças contra a diretoria e jogadores dignos apenas de um torcedor que ama seu time. E, incrivelmente, essa foi uma das conversas mais interessantes da semana.
O que talvez indique que talvez esteja na hora de eu rever minhas amizades.
Vocês podem achar que não, mas como é difícil achar cadeados em São Paulo às oito da noite dum domingo!
Eu, Shakira e Alex – a dupla de podcasters café com leite e esse vagabundo que vos fala – ficamos quase uma hora andando perdido pelo shopping, esbarrando em várias lojas fechando e um supermercado em que o cadeado havia acabado. O tempo se esgotava – já eram oito e meia, e precisávamos estar no Anhembi no máximo às nove pra pegar a janta – e a musiquinha do Missão Impossível já podia ser ouvida enquanto andávamos perdidos pelo estacionamento cada vez mais vazio do Lar Center – onde achar cadeado naquela porra de lugar?
Um luz no fim do túnel – ou, no caso, no fundo do estacionamento.
Decathlon.
Lá tinha que ter. Não era possível que alguém tivesse acabado com todos os cadeados da cidade. Era nossa última opção, e para lá seguimos, com fé de que nossa busca estava chegando ao fim.
Finalmente tínhamos encontrado – o Santo Graal, A Montanha da Perdição, A Princesa Que Não Estava Em Outro Castelo. O cadeado!
Dezesseis contos cada. Uma facada! Mas era o que tinha, então o jeito era comprar os oitos e voltar o mais rápido possível pra Campus. Afinal, ainda tinha a janta.
A janta!
A janta que quase foi um puta migué. “Ticket, por favor?” Ééééé......QUEM TAVA COM A PORRA DOS TICKETS??!!
Isso é alguém trabalhando, acredite
Anda pra lá, anda pra cá, fala com um, fala com outro, procura em tal lugar, não tá lá no cartering? O fato é que, depois de esperar, esperar e....esperar o dia inteiro, nada como dar mais duas voltas pelo pavilhão inteiro procurando quem tem os tickets pra janta enquanto faltavam só dez minutos pro restaurante fechar. E quem foi que disse que num lugar cheio de nerd não há emoção?
Mas, depois de muitas corridas, tiradas sarcásticas, porras, caralhos, puta merdas e caras de cãozinho sem dono, finalmente conseguimos achar a porra do caralho do ticket de merda.
Jantar, banho e cama?
Seria isso, não fosse descobrir que a internet finalmente estava funcionando! E, como bom nerd ranzinza e gordo de merda que eu sou, pra que banho e cama né?
O jeito é passar a madrugada no Facebook e jogando Jesus Machup enquanto me preparo pra amanhã, que vai ser foda.
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domingo, 27 de janeiro de 2013
Começou a Campus Party, pelo menos para os voluntários e colaboradores. Nós do Comando Login, como bons moços e moças estamos aqui ajudando a montar tudo. Antes de mais nada, para você que não sabe o que é a CPBR, não fiquei triste, aqui tem um post lindão do Comando Login sobre a origem do evento.
Bora voltar para o primeiro dia. Muita fila, correria, treinamento, vai e vem. Mais de 300 pessoas aqui preparando as atrações desse evento. Nessa correria toda o que dá para contar são os Gigas de internet: 30 GBps para fazer esse lindo post. (Uma pena que só liberados lá para as tantas.)
Galera já sabe, mas não custa avisar, a CPBR NÃO tem wi-fi, tudo rola por cabo. Então para a galera que quer uma net no tablet ou no smartphone a recomendação é trazer um roteador próprio.
O mar de barracas aqui ainda sem muita gente, faz um desenho sem fim. Quero ver ter banheiro e chuveiro par toda essa galera. Vale lembrar que equipamentos como CPU, monitores, laptops precisam ser registrados, rola fazer isso pelo site que facilita muita coisa.
E claro, nós aqui do Comando Login estamos por aqui. Só procurar pela nossa equipe com a camiseta com o nosso logo e vir dar um oi. Não ganha nada, mas também não perde!!!
PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Nessa semana, com participação de Wagner Alves (o Shakira), Felipe Navarro (o Bagaço), Rafael Rodrigues (o Jailson Noia) e Victor Frascarelli (o Orelha). Muita coisa bacana rolou nesse programa: a venda da THQ a preço de banana, confira os vários betas disponíveis e tudo o que rolou na última Nintendo Direct (muito jogo bom vindo aí). No Minigame, um dos puzzles mais falados: Splice! Dante está de volta ao Mundo Gamer aqui no Game de Ponta sobre Dmc, a mais nova saga de Devil May Cry. Link para DC Universe Online Link para imagens de Yoshi`s Epic Yarn Link para Beta de The Elder Scrolls Online
Para ouvir a esse programa só dar o play abaixo e para fazer o download clique aqui. Para falar com a gente é: - pela página do Feice - pelo Twitter: @comandologin - pelo e-mail: comandologin@gmail.com
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
É um pássaro?! É um avião?! Não, é um....caralho, é um pássaro mesmo!!!!
Lasers, tiros, meteoros, cristais, um beija-flor....um beija-flor? Sim, é exatamente isso que iremos encontrar em Kolibri, jogo considerado pelo site Penny Arcade como “o melhor shooter de beija-flor disponível para o 32X” - ouso dizer para vocês que é o melhor shooter de beija-flor da história dos videogames! (não que existam muitos outros shooter de beija-flor por aí, mas sabe como é né?)
Os problemas de ser um beija-flor
Desenvolvido pelo estúdio húngaro Novotrade (mesmo estúdio responsável pelo clássico EccotheDolphin,único jogo de golfinho sem o Flipper que fez sentido), Kolibri é um shooter no melhor estilo Gradius,Einhänder e Sonic Wings, só que diferente, e não só pelo fato de você controlar um beija-flor ao invés de uma nave ou avião. Não contente em ser apenas mais um sidescrollerde beija-flor que atira raios lasers do bico, o jogo ainda segue aquele esquema do grande clássico da empresa, e tem mais da metade de suas 19 fases como uma espécie de sandbox RPG, em que você deve ficar voando pela tela sem saber bem o que fazer, com objetivos aleatórios como achar a saída, achar a chave que abre a saída, matar um tipo específico de inimigo ou se alimentar em alguma flor. Lógico que o jogo não irá especificar qual é o objetivo da fase já que, se com tanto jogo de nave você foi escolher justamente o de um beija-flor que atira lasers, tem mesmo é que ser um gênio pra descobrir o que é que deve ser feito pra sair de uma fase cheia de abelhas explosivas, joaninhas assassinas e sapos, cameleões, cobras e qualquer outro bicho gigante que possa existir pela fase e que ache que um passarinho mirrado é um bom café da manhã.
Mas e quanto a história?
Como podemos esperar, o enredo é extremamente original. Você está tranquilo, voando na boa num jardim, procurando por comida. Aparentemente você não é muito popular, já que, sempre que se aproxima de um canteiro com outros beija-flores, eles te expulsam de lá – fato que só faz com que os jogadores se identifiquem com o protagonista do jogo (porque sejamos sinceros, jogar um side scrolling de beija-flor não vai te transformar nunca em alguém popular). E então, quando você finalmente acha uma flor sem ninguém – uma tulipa solitária e tão forever alone quanto o próprio personagem – acontece o sonho de todo nerd frustrado e sem vida social: uma hecatombe bota todos em perigo, e você ganha super poderes. É só você encostar seu bico na flor que a tela escurece, e vários meteoros começam a atingir a Terra; só que um brilho sobrenatural toma conta de você e, com a ajuda de um cristal estranho que estava ali perto, você começa a soltar raios laser pelo bico. E o que a gente faz quando isso acontece? Salva o mundo, lógico.
Os belos gráficos são apenas uma das muitas qualidades do jogo
Apesar do enredo, a qualidade gráfica do jogo é excelente, e mostra todo o potencial 2D que o 32X possui (vai me dizer que você nunca ouviu várias histórias sobre o potencial 2D do 32X?!). Ele ainda trás outras coisas interessantes, como o fato de se conseguir atirar para qualquer direção, e não somente para a direção em que seu bico aponta, dificultando acertar inimigos enquanto se manobra, o que torna o jogo mais desafiador. Incrivelmente, ele ainda possui um bom modo multiplayer em que, quando acontecem os meteoros, além de ganhar o dom de soltar laser pelo bico, seu personagem é multiplicado em dois (supergêmeos ativar?), e a partir daí devem trabalhar juntos para desvendar os puzzles e destruir os inimigos – uma espécie de precursor do modo cooperativo de jogos como Army of Two, Hunted: The Demon Forge e Dead Space 3. E , não bastasse tudo isso, ele ainda vem com um manual do tipo que todo gamer deveria ter em casa: além de informações e dicas para o jogo, ele ainda trás várias informações gerais sobre a criação de beija-flores, dando dicas de onde encontrá-los e até mesmo ensinando como fazer um lindo potinho para alimentá-los. Além disso, ele ainda possui em suas páginas lindos beija-florzinhos de papel que podem ser usados como marca páginas. Olha só que fofura!
Um manual que ensina como montar um potinho pra alimentar beija-flores. Olha só que legal!
Por que devo jogar Kolibri?
Bem, só o fato dele ser um jogo para 32X já é motivo o suficiente para estar aqui no Game Trashback. Mas não basta ser um jogo para 32X, ele ainda é um jogo de beija-flor que solta lasers! E ainda, deixando tudo isso de lado, estranhamente é um jogo muito bom, altamente divertido e viciante. Se você curte jogos de nave e derivados, dê uma chance pra esse beija-flor – tenho certeza que ele irá viver para sempre em sua memória gamer.