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Campus Party - Dia 0: A Preparação


Dia 5 de fevereiro de 2012,  o dia zero da Campus Party. Hoje um post bem rápido diretamente de uma das barracas do evento com uma wi-fi clandestina que consegui captar. Mas afinal, o que falar da preparação do maior evento de tecnologia da América Latina?

Estou na área de Entretenimento Digital,trabalhando de voluntário e hoje foram só instruções de como ajudar nesse evento grandioso. Provavelmente trabalharei ajudando as dezenas de palestras que vão rolar e, de quebra, auxiliar nos campeonatos de games como PES 2012, Mortal Kombat 9 e Forza 4... Mas por enquanto é só muita conversa e planejamento.  O mais interessante, no entanto, é ver uma Campus Party que ninguém conhece: vazia.
Abaixo algumas fotos desoladoras disso...

Em breve, 20GBps e muitas pessoas desfrutando dessa área...

Cinco mil barracas vazias esperando um campuseiro pra chamar de seu...

Bônus

Depois de um dia de conversas e preparações, eis que apareço de penetra com os colegas Devie Pazos e Alexandre Ottoni, do JovemNerd.



 


 Campus Party Ao Vivo: http://live.campus-party.org/

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A Origem da Campus Party




Quem está ligado no mundo da tecnologia deve saber que entre os dias 6 e 12 de fevereiro de 2012 vai rolar o maior evento da América Latina dentro das áreas que vão de mídias sociais a games. E com certeza o Comando Login não vai estar de fora dessa. Estaremos lá - Márcia Tiemi e Pedro Zambon - para trazer tudo do mais importante que vai acontecer nesse evento épico. Enquanto a Tiemi vai trazer informações mais gerais sobre o evento e os acontecimentos da Campus, eu, Pedro Zambon, ficarei encarregado da apaixonante área de Entretenimento Digital, vulgo Games. Com a dificuldade diariamente com qualidade o desafio é preparar um minidocumentário que será lançado depois do evento...

Mas como diria o sábio, vamos começar do princípio. Antes de falar de Campus Party Brasil 4 de 2012, vamos entender a origem desse evento e saber como uma LAN party de 250 pessoas na Espanha se tornou um dos mais importantes eventos de tecnologia do mundo.

A Origem

Durante a saudosa década de noventa a popularização da internet criou na Europa o fenômeno da LAN Party. Nesses eventos, várias pessoas se reuniam em volta de uma rede local (LAN) originalmente para partidas de jogos multiplayer - o que se expandiu para outras áreas da tecnologia, conectando pessoas em volta de robótica, multimídia, programação, segurança informática, modding, etc.

E foi nesse contexto que um jovem radialista apaixonado por tecnologia chamado Paco Regageles assistiu uma reportagem no final de 1996 sobre essas tais LAN Party em um canal de TV espanhol, a TVE-2. Paco ficou tão empolgado que gravou a reportagem e mostrou para os seus amigos. "Precisamos fazer uma dessas por aqui". E assim foi.

Ben-Al Party - 1997 / 1998


Na semana santa do ano de 1997 foi realizada uma a primeira LAN Party particular do grupo juntamente com a Asociación Juvenil EnRED na uma escola primária Miguel Hernandez em Benalmádena - por isso, Ben-Al Party - com apenas 50 pessoas. No mesmo ano eles decidiram ampliar a experiencia durante os dias 8 e 10 de Agosto, quando cerca de 250 pessoas se juntaram no Ceulaj em Mollina (Málaga) e participaram daquilo que pode ser considerada o embrião da Campus.

Mas o glamour atual do evento não era realidade lá nos meados da década de 90. Depois da recusa da Telefonica em disponibilizar a instalação de uma rede de 10 RDSI, eles tiveram que recorrer a uma bela gambiarra caseira pra não estragar a festa. A ideia, que no fim deu certo apesar das limitações, era alugar 10 linhas telefônicas comuns ligadas em um modem de 56 kb cada. Mas se engana quem acha que a precariedade da internet ( impensável nos dias de hoje ) atrapalharam a diversão. A reunião foi tão bem sucedida que só acabou depois de uma intempérie climática!

Tínhamos previsto acabar às 3 da tarde do domingo, era pleno verão no sul da Espanha, o que quer dizer que estava muuuuuuito calor, tranquilamente uns 40 graus... Às 2 da tarde começou a chover granizo! Foi incrível, em poucos minutos caiu do céu uma quantidade incrível de granizo. Obviamente tivemos que parar tudo, desligamos a eletricidade para não ter nenhum problema e voltamos todos para as nossas casa. Paco Regageles; Fonte: Não Zero


Duas pérolas, uma da RTVE e outra do Canal+ sobre a primeira Campus Party


Depois do sucesso da primeira edição, a enRED decidiu organizar outra reunião, em Abril, que apesar de não contar com muito mais participantes da primeira edição, foi mais estruturada e consolidada. Desavenças com parte da EnRED e perspectivas de que o evento deveria ser profissionalizado, fizeram com que parte dos organizadores do evento (especificamente Ragageles, Belinda Galiano, Yolanda Rueda, Pablo Antón, Juanma Moreno e Rafa Revert) se juntassem para pensar em outra reunião ainda mais ampla no mesmo ano de 1998. Surgia a Campus Party da maneira mais próxima que conhecemos hoje. De 31 de Julho à 2 de Agosto na Ceulaj, aconteceu o evento que contou com mais que o dobro de participantes e, principalmente, atraiu atenção midiática em escala nacional. O sucesso culminou na fundação em Abril de 1999 da Futura E3, uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo principal passou a ser organizar esse tipo de evento pelo mundo. Mesmo depois de ter rolado uma outra reunião ainda em 1999 com 600 participantes, foi a Campus Party seguinte que se tornou um marco da profissionalização do evento.


Reportagem do canal Sur sobre a Ben-Al Part 2

Campus Party 2000 - 2007

Tudo começou com Paco Regageles confessando em 1999 o sonho de realizar o evento Museo de las Ciencias Príncipe Felipe de Valencia para Manuel Toharia, sem saber que ele se tornaria o diretor do dito museu, permitindo que lá fossem realizadas as locações do evento, especificamente na Cuidad de las Artes y las Ciencias (CAC).

O evento foi um sucesso, se tornando a até então maior reunião do tipo já realizada, com 132 horas ininterruptas com quase 2 mil jovens conectados à internet nessa espécie de "acampamento futurista". Segundo o especial preparado pelo El Mundo na ocasião, o evento foi acompanhado por cerca de 200 jornalistas e sua página online acessada por 85 países dos 5 continentes.

O evento repetiu o local e o sucesso no ano seguinte, 2001, contanto desta vez com ainda mais patrocínios e visibilidade midiática, trazendo nomes ilustres como Nicholas Negroponte. O sucesso do evento só aumentava, e o espaço começava a ficar pequeno. Tanto que no ano seguinte eles tiveram que montar uma estrutura no estacionamento do museu onde costumavam se instalar, atingindo 3000 participantes.

Nos anos seguintes, até 2007, quando o evento chegou a mais de 8 mil inscritos, passaram por lá figuras ilustres como  programador John "Maddog" Hall, o físico Stephen Halking, os astronautas Neil Armstrong e Marcos Pontes, o músico de games Tommy Tallarico e o programador milionário Mark Shuttleworth, que além de fundar a empresa responsável pelo Ubuntu, se tornou o primeiro turista espacial.




As diferenças entre as LAN Partys da época e a Campus Party eram muitas. As LAN Parties duravam cerca de três dias, eram específicas sobre uma área da tecnologia. Eram meras reuniões, sem muitas opções educativas. Nós mudamos radicalmente o formato. Passamos a uma semana, introduzimos muitos conteúdos diferentes como robótica ou astronomia, e baseamos o evento no aprendizado. Realmente o Campus Party é bastante diferente a qualquer outra party do mundo. Paco Regageles



Internacionalização - Campus Party Brasil


Depois de 10 anos do primeiro evento, a E3 Futura decidiu que era hora do evento sair dos limites da Espanha e se expandir para o novo continente. E o país escolhido para sediar essa experiência de além mar da Campus Party foi o Brasil. A ideia surgiu em uma conversa com um dos patrocinadores, a Telefônica - que até hoje é uma das grandes apoiadoras do evento - e a escolha pelo Brasil amadureceu após a confirmação de que a Campus Party deveria extrapolar as fronteiras europeias. "O Brasil foi o primeiro por várias razões: é um dos países mais ativos na internet apesar das dificuldades pelo ponto em que se encontra economicamente. O brasileiro é um comunicador nato. Sua idiosincrasia o está convertendo em uma potencia mundial na internet, especialmente nas redes sociais e no mundo do software livre. Se juntamos a isso a importância do país para a Telefonica, temos a resposta de porque estamos no Brasil.", explica Paco.












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Game Flashback de Ponta - De Soul Calibur V a Soul Edge


A série Soul foi um dos grandes sucessos entre os jogos de luta da história. Com uma proposta completamente diferente dos grandes Mortal Kombat e Street Fighter, os jogos da franquia Soul são mais dinâmicos, rápidos e de fácil adaptação. Aqui, novatos também fazem combos legais.
E como se não bastasse reviver os bons tempos de gráfico porcaria, hoje também temos um mini game de ponta especial no fim, cheio de vídeos e novidades sobre o mais novo lançamento da série: Soul Calibur V.






Soul Edge e Soul Blade




Soul Edge foi o primeiro jogo da série Soul a ser lançado, em 1996, pela Namco. A primeira versão era apenas para arcades (os nossos famigerados e praticamente extintos fliperamas) e tinha fama de ser praticamente impossível de vencer, por isso foi reformulada e relançada para Playstation com o nome de Soul Blade. 
A história da série se baseia na Soul Edge, uma espada amaldiçoada muito poderosa que corrompe e controla o usuário. Vários lutadores tem a intenção de possui-la, outros estão possuídos por ela, mas como sempre, vários deles desejam destruir essa fonte do mal. 

Soul Blade inovou ao trazer todos os personagens usando armas e variados estilos de luta para a plataforma 3D (em 2D isso já tinha acontecido, se você for oldgamer como eu, vai se lembrar disso aqui. Curiosamente o sistema de guard impact - uma defesa efetuada na hora certa que quebra o ataque e deixa o oponente com a guarda aberta - também foi criado nesse jogo velho de samurais, mas isso é assunto pra outro dia). Além disso, era um jogo muito fácil de se adaptar, sem a jogabilidade cheia de meias luas de Street Fighter que muita gente detestava, e sem as combinações aleatórias de direções de Mortal Kombat, Soul Blade se configurava basicamente em ataques horizontais, verticais e chutes. E não pense que essa simplicidade desfavorecia o game; na verdade, era mais fácil aprender combos legais simplesmente prestando atenção nos movimentos de cada personagem. Para ter uma noção melhor de tudo isso que eu estou dizendo, aí vai um gameplay tirado do arcade.





O site oficial tem um acervo super legal dos personagens de toda a coleção Soul, e é bastante fácil de navegar vendo as versões antigas, perfis e artworks de cada personagem que já passou pelos games. Vários personagens de Soul Calibur estão presentes desde o começo da série, e outros reaparecem em versões mais recentes - em Soul Blade, Cervantes, Mitsurugi, Rock, Seong Mi-na, Siegfried, Sophitia, Taki e Voldo estão presentes em quase todas os games da série Soul. Já Hwang e Li Long aparecem na primeira versão mas só voltam a dar as caras como personagens extra de Soul Calibur 3.





A série Soul Calibur

Soul Calibur (1999) veio para firmar de vez a franquia de lutadores armados no mercado de games. Com gráficos muito acima dos games concorrentes no Playstation 2, esse jogo de Dreamcast (e dos arcades) recebeu uma rara nota 10 do Gamespot. Ele simplesmente pegou tudo de bom que tinha em Soul Blade, e adicionou novos recursos: os golpes "carregados", que demoravam um pouco mais para serem executados, mas eram mais potentes; o recurso de Guard Impact (que eu mencionei lá pra cima, mas esse era o tipo Parry, em que o golpe do jogador é desviado para o lado, deixando suas costas abertas para o ataque); um sistema de movimentação mais dinâmico e, novamente, uma leva de personagens inéditos que acabaram ficando marcados e foram mantidos nas continuações do game - entre eles Nightmare, Astaroth, Kilik, Ivy e Maxi, por exemplo. Também apareceu pela primeira vez um personagem "emprestado". Adivinha quem é! (Dica: veio de Tekken)



Sou Calibur II (2003) já veio com mais surpresas. Devido ao sucesso da primeira parte, essa versão não ficou tão presa aos arcades, sendo distribuída para várias plataformas. Pra começar, além de mais uma leva de personagens originais novos - Raphael, Yun Seong, Talim e Cassandra - cada console pra qual foi lançado tinha um personagem convidado diferente (veja abaixo quem são em cada um deles). Sem grandes alterações no estilo em relação a seu antecessor, esse game manteve a linha firmada pela série e adicionou novos detalhes à história da espada amaldiçoada Soul Edge e sua história, inclusive sobre a origem do cavaleiro Nightmare. Foi outro grande sucesso, ficando entre os 5 mais vendidos no mundo.


Link, de Zelda; Heihachi de Tekken e Spawn dos quadrinhos da Image Comics.



Soul Calibur III (2005) foi lançado apenas para Playstation 2. Não deu pra entender a jogada da Namco com esse game, afinal, a variedade de plataformas e o marketing massivo - fatores importantes para o sucesso de SCII - foram deixados praticamente de lado em SCIII, o que talvez explique a baixa popularidade dessa versão (que é a minha preferida, inclusive). Há grandes diferenças em relação aos anteriores. SCIII veio mais técnico e mais rápido no quesito jogabilidade, sendo necessário que o jogador saiba explorar o espaço que tem para evadir ataques e ficar esperto com a defesa e os Guard Impacts. Um ponto positivo nesta versão é a quantidade de jogadores: são 24 personagens principais, 17 bônus e 2 bosses. Destaque para Zasalamel, estreiante  que usa uma foice enorme e é tremendo cara chato  e Olcadan, um lutador-coruja mestre de todos os estilos que era uma espécie de modo randômico que variava a cada round, mas nunca mais tornou a aparecer num game da série. 
Fora isso tudo, o jogo ainda tinha um history mode muito mais interativo (que exigia que você apertasse botões em horas certas para definir seu caminho e seus possíveis story endings), um modo de criação de personagens (e dava pra fazer coisas muito divertidas, como o Seu madruga e a Chiquinha, de Chaves. Se você quer uma dica, faça um personagem no modo Dancer. É a coisa mais ridículae engraçada do jogo) e uma versão RPG que desbloqueava vários personagens e itens para o creation mode, mas que acabava corrompendo o save game depois de um tempo por algum motivo. Isso era um problema sério para os jogadores que, como eu, gostam de habilitar todos os personagens, armas e ringues. (depois de perder meus saves, só joguei isso com o memory card desplugado). Como ele é o meu favorito e eu não sou nada imparcial, vou mostrar o vídeo da intro dele. Só dele.






Soul Calibur IV (2008) foi lançado para XBox 360 e Playstation 3, deixando o Nintendo Wii de maos abanando (para Wii existe o Soul Calibur Legends, de 2007, que deixou a desejar). O que chama atenção de cara são os convidados especiais de cada um. Não sei vocês, mas eu jamais esperaria ver os personagens de Star Wars batendo seus sabres de luz com espadas medievais, katanas, escudos e coisas do gênero. Starkiller do game Star Wars: Force Unleashed é o Apprentice, e integra o cast junto com Darth Vader, no Play3, e Yoda, na versão para XBox 360 (ambos podem ser comprados nas stores online de seus respectivos consoles). O vídeo abaixo mostra o gameplay com Darth Vader, Yoda, Aprentice (Starkiller), Mitsurugi, Setsuka e Cassandra. 




SCIV mantém o estilo do III, mas vem com algumas coisinhas a mais, como o modo de jogo online, o Tower of Lost Souls - no qual o jogador tem que vencer em condições específicas para ganhar prêmios. O modo de criação de personagens foi mantido e melhorado, dando agora a opção de você fazer novos personagens com o mesmo estilo de luta dos originais da série. Além disso, agora é possível quebrar partes da armadura do adversário. Não satisfeita, a Namco incluiu a Soul Gauge (aquela pedrinha no canto que muda de cor) e os critical finishes. Quando a Soul Gauge estoura (passa de verde para azul, vermelho e começa a piscar) depois de você ter apanhado muito, o adversário poderá finalizar você com um golpe que terminará com a luta de vez. Basta apertar o botão dos quatro botões juntos (A, B, G, K). Separei os CF's de todos os personagens. Divirta-se =]









Soul Calibur V - mais rápido e interativo do que nunca

Aproveitando que o lançamento oficial nos Estados Unidos para Playstation 3 e XBox 360 é exatamente hoje, dia 31 de janeiro, resolvemos incluir aqui a mais nova edição dessa série de sucesso. Nem é preciso dizer que está rolando a maior expectativa em torno desse lançamento.




Na história, SCV tem início 17 anos após uma batalha final entre Siegfried e Nightmare, que teve um fim cataclísmico daqueles muito doidos que eu sempre quis ver nos endgames broxantes do IV. A Soul Edge explode e se fragmenta, aparentando ter sido destruída para sempre, deixando o mundo livre de seus poderes malignos, mas o fim do vídeo dá a entender que não foi bem assim...






Alguns fãs podem torcer o nariz para as mudanças. SCV tem uma lista de novos personagens e deixou vários medalhões de fora. A novata Natsu substitui a mestra Taki, e aparece como companheira de viagem da jovem Leixia, filha de Xianghua, que também não está na lista de personagens. Kilik está desaparecido e aparentemente em perigo, e para salvá-lo, Maxi precisa fazer de Xiba  o seu sucessor; e o antigo Lizardman ganhou uma versão com nome e asas, o lagarto Aeon. Além desses 4 copycats, temos o misterioso Z.W.E.I. e sua companheira de viagem Viola, que estão sob a proteção de Siegfried. Outro praticamente novo é Dampierre, que já tinha aparecido em Soul Calibur Broken Destiny, mas desconhecido para qualquer jogador que não tenha passado por essa versão de SC para PSP. O vídeo abaixo apresenta Aeon, Xiba e Cervantes, além de dar um gostinho de vários outros.




O visual dos personagens está diferente. Siegfried, por exemplo, está obviamente mais velho, enquanto Cervantes, livre do controle da Soul Edge, está mais humano. Quem não mudou nada foi Maxi, que parece ter a mesma idade que nos outros games, mas com justificativa (não vou contar). Particularmente, acho vários personagens ficaram mais legais com roupas menos extravagantes, mas você pode tirar sua própria opinião.

Clique para ampliar

Se em Soul Calibur IV isso já era divertido, criar personagens também está diferente em Soul Calibur V. Muito mais livre, agora ela oferece opções muito legais como escolher a altura, os músculos, tamanho de peitos (não se preocupem, marmanjos, a Ivy continua anormal nesse quesito), maquiagem, roupas, olhos,  e mais um monte de detalhes. O vídeo aí de baixo é bem besta, mas ilustra bem o que eu quero dizer.




A jogabilidade também recebeu algumas mudanças em relação a Soul Calibur IV. A quinta versão da série promete estar mais rápida e mais competitiva, e já vem com uma surpresa especial. Se antigamente você podia dizer que estava livre das meias luas, agora já não pode mais. A Namco incluiu uma série de golpes especiais para todos os jogadores que se baseiam em meias luas e todos os botões de ataque apertados, os Critical Edges. No vídeo-tutorial abaixo dá pra ver um exemplo desse golpe dado pelo novo personagem Patroklos, o filho de Sophitia. Triste estar todo em japonês, mas dá pra entender o sistema só de olhar o exemplo.






E como se tornou tradição nos games da franquia, Soul Calibur V também tem um personagem trazido de outras histórias. Dessa vez, o convidado especial é nada mais, nada menos que Ezio Auditore da Firenze, o protagonista da série Assassin's Creed.



Tem muito mais no  SoulCalibur.com, e eu não sei vocês, mas eu tô doida pra jogar.

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Trending Topic: As mina pira nas catiguria nova


Olá Loginners! Hoje começa o nosso mais novo post especial semanal. O “Trending Topic” vem trazer pra você esclarecimentos sobre essas expressões surpreendentes, engraçadas, curiosas e confusas que surgem a cada dia nesse universo chamado internet. Traduzindo: Eis que nossos famigerados memes serão decifrados toda semana pra você.

As redes sociais, afinal, são infestadas toda semana por algum hit que a maioria das pessoas não faz ideia da onde surgiu. Essa semana uma brincadeira muito engraçada joga com os poderes sedutores das pessoas.

Na verdade, é muito difícil conseguir uma definição do real significado desse viral, mas “As mina pira” é aquela expressão que pode acompanhar as “cantadas de pedreiro”, mas no ambiente 2.0. Com linguagem levada ao extremo da norma popular, errando de propósito em todas as oportunidades no melhor estilo “Vida Loka”, e satirizando algumas situações que são completamente o antônimo de sedutor, esse mais novo meme não surgiu do nada.
Em uma entrevista completamente random e away da nossa querida televisão brasileira, surgiu uma figura pitoresca e ali nascia a expressão que caiu no gosto do povo.


Daquele hora para a invasão das redes sociais, foi pouco tempo. No facebook, muitas páginas foram criadas (a mais famosa delas já tem quase 55 mil curtir), no twitter a hashtag #AsMinaPiraNaBundaDaDemi ficou em primeiro nos TTs BR de domingo (29) e vários perfis já foram criados, o @AsMinaaPira já tem quase 53 mil seguidores. No Tumbrl e no Orkut não foi diferente, basta uma simples busca para diversas publicações e comunidades aparecerem.


Abaixo reuni alguns dos melhores “as mina pira” que encontrei navegando por aí. Espero que se divirtam =)








Outras versões que fogem da concepção inicial já são bem famosos também.

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Como um jogo pode mudar a vida de alguém…



Hoje, um post diferente. Ao invés das notícias, reviews ou comentários, uma história simples, que não muda o mundo dos games e nem ao menos traz alguma novidade sobre algo que já conhecemos. Essa história se trata de pessoas… indivíduos que através dos games conquistaram algo muito maior do que entretenimento. Navegando no 9GAG encontrei uma história de um jovem de 19 anos chamado Alex Scanlon.
É uma história que nos faz refletir de como o nosso hobby predileto pode, as vezes, mudar as nossas vidas. E especificamente se trata da uma crônica de um garoto e sua relação com o lendário Starfox64. A imagem, em inglês, conta a história. A tradução você pode conferir abaixo dela. Se você não sabe inglês, é preferível ler a história antes. Caso contrário, pule direto para a imagem depois tradução.
Eu, como uma pequena criança de 4 anos, jogando Mario 64. Quando meu pai volta para casa traz em suas mãos o jogo Starcraft64. “Hey, filho, eu soube que seu animal predileto é a raposa (Fox) e quando vi esse jogo achei que pudesse gostar”. Ele não poderia estar mais correto, aquele jogo se tornou a minha infância. Mas eu era muito novo e não sabia como derrotar as missões que permitiam avançar pelos planetas mais difíceis, então fui pelo caminho mais fácil. Bem, nesse jogo o Fox precisa derrotar o vilão Andros e salvar o sistema solar. A questão é que o pai do Star Fox tentou fazer isso quando a raposa era uma criança, mas foi traído por Pigma (um de seus companheiros de equipe) e assim o pai de Fox acabou sendo morto por Andros.
Mas se você jogar através da campanha você acaba matando Andros, vingando seu pai e salvando o sistema solar! Todos agradecem a raposa! De qualquer forma, esse era o meu jogo favorito e eu jogava com o meu pai por horas, algumas vezes.
Mas quando eu tinha 13 anos, meu pai morreu. Então caí em uma depressão que durou 6 anos. Agora estou com 19 anos, e no começo do ano uma coisa mudou a minha vida. Eu joguei Star Fox de novo.  Eu sabia que o jogo ia ser muito emotivo pra mim, porque de certa forma, eu sentia que eu e a raposa estávamos conectados e eu iria ajudá-lo a vingar a morte de seu pai. Mas desta vez, eu escolhi o caminho mais difícil…
Foi difícil, mas tiveram alguns momentos recompensadores como matar o maldito Pigma. Então, quando fui lutar com Andros ele não estava diferente do que o normal. Mas assim que o derrotei, ele se transformou em um cérebro e continuou lutando. Foi duro, mas eu matei ele! Andross foi destruído em uma explosão que engoliu a raposa…Ficou um silêncio mortal por um tempo, até que algo aconteceu.
O pai de Fox apareceu. “Nunca desista meu filho.”, “Pai!?”, “Siga-me Fox!”. O pai de Fox guiou ele através da explosão. “Nunca desista, confie em seus instintos. Você se tornou muito forte, Fox”. Eles escaparam da explosão e seu pai desapareceu na escuridão da noite…
…e eu não consegui parar de chorar.
Obrigado Starfox64, você provavelmente salvou a minha vida.

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Logincast #1 - Será o Apocalipse da Internet?





O mundo esteve agitado nesse último mês com duas propostas de lei que poderiam destruir a internet como a conhecemos. As propostas anti-pirataria online SOPA e PIPA, se tornaram objeto de revolta de muitas organizações da internet como Google, Wikipédia, Facebook e Twitter. Enquanto isso o FBI fecha o cerco contra sites de compartilhamento de arquivo, fechando o gigantesco Megaupload. Mas afinal, o que está acontecendo? Porque essas duas leis causaram tanta revolta? O que pode acontecer se elas forem aprovadas? Quais suas implicações no Brasil? O que seria do apocalíptico futuro sem liberdade na internet?

Essas e outras perguntas serão respondidas no Logincast desse mês, que conta com a participação de Pedro Zambon, Wagner Alves e do nosso convidado Renato Diniz (Russo, Logo Existo). 


Bônus Login

Para saber mais



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Melhores music gamers ever


Antes que os norte-americanos nos empeçam de fazer isso com suas leis doidas, vamos aproveitar para compartilhar tudo que há de bom no mundo ( um dos ingredientes para fazer as Meninas Super-Poderosas).
No topo da lista de melhores coisas do mundo temos games e mais para baixo estão as músicas. Agora imaginem esses dois itens formando um Megazord chamado músicas de games. It's freaking awasome!
Então nada melhor que uma super listas das melhores versões das músicas de jogos tocados em vários instrumentos. Um coletânea nível hard!! Wait for it....!!!

Pois bem, os alunos de uma escola de música dos States fizeram uma apresentação de encher os ouvidos ( e os olhos também). Montaram uma pequena orquestra para tocar as melhores músicas de games ever. Ouvir essas músicas orquestradas não é novidade para ninguém, já que a maioria é gravada assim. Mas a criatividade dos alunos é o que conta aqui. Ponto para o joguinho de tênis no fundo....SPOIL ALERT.



Quem fala que música de vídeo-game é aquele violininho chato pra cacete talvez nunca tenha jogado Rock n' Roll Racing. Tá bom que a trilha sonora não foi feita especialmente para o game e não dá pra contar como música  de jogo.
Maaaaaass esse vídeo aqui chegou para mostrar que gameland também é a terra do rock. A trilha de Big Blue de F-Zero (essa sim feita só para o game) é digno de Dream Theater e semelhantes. Depois desse vídeo, comecei a dar mais respeito para o cara que fez essa música!!



Claro que não poderia faltar nessa lista a turma que toca as músicas no tecladinho básico - ou nem tão básico assim. Reza a lenda que o próprio Shiguero Miamoto - vulgo criador do Mário, Donkey Kong, Zelda e outras tantas lendas da Nintendo - fez o tema do Super Mário Bros no piano antes mesmo de criar o bigodudo. 
O legal desse cara abaixo, cujo nome não consegui descobrir, é que ele toca quase de tudo dos games e ainda disponibiliza todas suas gravações para download na página do YouTube.


Como a ideia aqui é variar de instrumentos vamos a tchurma da bateria. Já rolou o guitar solo, o piano solo, o Han Solo, agora o Drum Solo. Um estúdio norte-americano chamando Moose Head Studio resolveu criar uma versão de batera para o tema do Tetris. Aí você e se pergunta: tinha bateria no tema de tetris?
Não, já que quando o jogo foi lançado o som era monofônico. Os caras criaram essa batina. Música lv 100!


Agora convenhamos, nerd que é nerd e fã de video-game não toca nem guitarra, nem violão, nem nada do que já foi apresentado. Gamer com sangue de paladino nas veias toca é OCARINA. Isso sim é true.
Essa moça aqui embaixo levou isso meio que ao extremo. Heather Ocarina é uma mulher que toca MUITO esse instrumento e como ela tem muito tempo livre até criou um pequeno grupo em St Louis para fazer uma orquestra só de Ocarinas. FODA!
Na página dela do youtube tem muita coisa bacana. Viva Zelda!!


O best vídeo ever ficou por conta de outra garota (mostrando que elas estão mandado melhor que os homens aqui #girlsgamersrox). Essa aqui não tem lá nada de mais no modo de tocar: toca tão foda quanto os outros. Mas ela vive o personagem. Eu to achando que ela acorda, dorme assim e realmente acha que é o link e que aquela fada fala com ela. Ela já ficou famosinha com um vídeo no YouTube tocando as músicas de Zelda na flauta. Detalhe para o colar dela, da hora!
Com vocês Laura "Flute Link" Intravia na Video Games Live de abril do ano passado. Detalhe para a recuperada de fôlego no meio da apresentação. SPOIL ALERT!! Flute Ninja!