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Bem vindos ao mundo ETC ETC ETC ETC
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Mundo Gamer ep 31 - Vilões, Detona Ralph e Age of Empires



PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Wagner Alves (o Shakira), Felipe Navarro (o Bagaço), Rafael Rodrigues (o Noia) e Bruno Marise (o Fronha), Vitor Frascareli (o Orelha) e Leandro Calegari (Nerd Disse) tentam eleger o maior vilão de todos os tempos e, é claro, ele não foi o Bowser. 

Ainda, no Game Flashback diretamente de algum baú naufragado em guerras, Age of Empires I e II voltam das cinzas aqui no Comando Login. Manhas, histórias, personagens preferidos da galera, tudo isso você vai ver por aqui. 

Já no Minigame, todo o vício do jogo de um dos filmes mais falados no mundo dos games: Fix It Felix Jr. o game do Detona Ralph. Será que vale a pena jogar?
Tudo isso, além das notícias da semana, no Mundo Gamer, que tá imperdível.

Link para Mario e Luigi Dream Team
http://www.youtube.com/watch?v=iAeoDJNjF3M

Link para Mario Golf: World Tour
http://www.youtube.com/watch?v=4Wa5CenuCQY

Link para Gameplay de Brutal Legends
http://www.youtube.com/watch?v=fVWa2uRUEAk

Link para foto do Sylveon
http://www.serebii.net/xy/sylveon.png


Link para Tíbia versão Pokemon
http://otpokemon.com/facebook


Link para lista dos maiores vilões da história (via Omelete)
http://omelete.uol.com.br/super-mario-bros/games/bowser-e-o-maior-vilao-de-todos-os-tempos-segundo-o-guinness-book/


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http://www.spreaker.com/user/4817184/episodes/feed


Para ouvir o programa dessa semana, clique no player abaixo ou baixe aqui.


Para falar com a gente é:
pela página do Feice 
- pelo Twitter: @comandologin
- pelo e-mail: comandologin@gmail.com 

Ilustração de capa por Alex Benito

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Robin Hood - Prince of Thieves (NES) - Game Trashback



Adaptações de filmes para games são normalmente contraditórias. É claro que devem ser levadas em conta as dificuldades e desafios envolvidos no transporte da linguagem cinematográfica para a interativa, algo que pode ser comparado ao caso de filmes baseados em livros e mesmo games baseados em livros (ou ainda os infames filmes baseados em jogos, dificilmente melhores que lixo). A experiência é alterada, muitas vezes de maneira profunda, e o enredo é modificado consideravelmente. Em outras palavras, a essência do produto final é totalmente diferente daquela do original. 
Exemplos de adaptações bem-sucedidas são raros, sendo muito mais fácil listar os fracassos e os resultados não muito satisfatórios (o que renderia uma série de postindividuais, no mínimo). No Game Trashback de hoje conversaremos sobre uma adaptação de fidelidade duvidosa: Robin Hood - Prince of Thieves, um jogo de 1991 da Sculptured Software/Virgin Games para o NES, baseado no filme de mesmos nome e anoque contou com Kevin Costner no papel do famoso ladrão e que ainda tinha nomes como Christian Slater e Morgan Freeman no cast.  

"Então ele rouba dos ricos?" 


os diferentes modos de jogo
Começando pelo lado positivo, o game tem muitas qualidades. Um RPG de ação nos moldes de Zelda, Robin Hood introduz e experimenta alguns conceitos bem interessantes. Existem quatro modos diferentes de jogo: o principal envolve uma visão isométrica para o controle do personagem nos ambientes; outro começa nas lutas e aumenta o campo de visão para englobar todos os envolvidos na porrada; os duelos de espada são um modo à parte, com visão lateral ao estilo de jogos de luta; escapando de emboscadas ou viajando, Robin entra num modo de perseguição com cavalos, que inclui alguns obstáculos em alta velocidade. Ainda há uma bela e completa tela de status dos personagens, permitindo troca de equipamentos e uso de itens, além de visão geral do grupo. 
A mecânica não foge muito da esperada para RPGs de ação, com muitas conversas, exploração, missões e progressão com níveis de experiência. O mundo é surpreendentemente grande para um jogo do começo dos anos 90, oferecendo um tempo considerável de gameplay. Robin ainda vai encontrando aliados que integram seu grupo no decorrer da saga. 
As animações são ótimas, com uso interessante de sombras e perspectiva. Mesmo a trilha sonora merece destaque, com boas músicas que entram na cabeça e fazem você ficar horas cantarolando. Os efeitos sonoros também não deixam a desejar, gerando uma atmosfera imersiva. 

O lado ruim 

"santo Deus, um esqueleto gigante!"
O defeito mais gritante está na ausência da possibilidade de salvar o jogo. Como dito anteriormente, a experiência é longa (aproximadamente 90 minutos), e deve ser terminada em uma sentada. Três continues são oferecidos, mas isso não diminui o tamanho da falha. 
O segundo problema está na manutenção do enredo. Toda adaptação requer manipulações da trama, mas no jogo em questão isso acontece de maneira exagerada. A história do filme não foge muito da lenda de Robin Hood, o arqueiro errante que "rouba dos ricos e dá aos pobres" e que luta contra a tirania do xerife de Nottingham, na Inglaterra, encontrando amigos e conflitos no caminho. Pois bem, boa parte do jogo deveria seguir essa premissa, certo? Muito errado. Não estranhe se, no meio de sua saga, enfrentar um demônio esqueleto gigante (!!!), guardião de uma masmorra. Ou ainda lobos famintos e javalis que explodem quando atacados, jogando ossos para todos os lados (!!!!!). Fica bem evidente que os produtores do jogo usaram algumas "licenças poéticas" no trato da história, que chega a beirar o absurdo em alguns momentos. 
Surge então outra problemática importante: o sistema de menus do jogo. Em um RPG, você espera menus completos para cobrir um vasto leque de ações e decisões. Em Prince of Thieves, você vai se perder em um verdadeiro labirinto de janelinhas para realizar a operação mais simples. Você mata um inimigo desafiador, que carrega consigo um item essencial para a sua jornada, e tem que caminhar até sua carcaça, abrir o menu, escolher "procurar", ler a mensagem "Robin achou um item!", escolher "pegar", ler "Robin pegou o item!" e sair do menu. Ufa, não é pra qualquer um. 
o Kevin Costner do jogo parece mais um boneco de cera
Por fim, os rostos "digitalizados" dos personagens. Imagina-se que deveriam ser semelhantes aos dos personagens do filme, certo? É óbvio que entendemos as limitações gráficas de um sistema 8 bits como o NES, mas a ilustração aqui ao lado não me deixa mentir. O que diabos aconteceu com Kevin Costner?!  


"Mas é mesmo um lixo?" 

Depois de ponderar os prós e os contras, é possível concluir que Robin Hood - Prince of Thieves não é um produto totalmente descartável, mas longe disso.  O game apresenta algumas das primeiras tentativas de certos recursos no gênero RPG de ação, com os diferentes modos de jogo implementando o gameplay de maneira inusitada e agradável. Por outro lado, os problemas e falhas do jogo afetam consideravelmente o resultado final, prejudicando um melhor aproveitamento. 
Colocando um pouco de minha opinião pessoal, posso dizer seguramente que Prince of Thieves foi o primeiro jogo com uma verdadeira sensação de épico que joguei na vida. Lembro perfeitamente da grande dificuldade de algumas partes e da grata satisfação ao chegar nos créditos finais. Indico pra todos que ainda não experimentaram. Pode ser uma grande oportunidade de notar que os RPGs de ação não pularam direto de Zelda para Diablo e Torchlight. 




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Age Of Empires II: The Age Of Kings (PC/PS2) - Game Flashback


por Bruno Marise


Se o primeiro Age Of Empires foi uma boa surpresa e uma grata novidade no mundo dos games de estratégia, o segundo título da franquia tornou-se um fenômeno e veio pra estabelecê-la como um gigante da indústria de jogos eletrônicos. Age II (também conhecido como AOK), foi lançado em 1999 e de cara agradou a público e crítica, com melhorias em todos os aspectos, desde jogabilidade e AI até gráficos e animações. Vamos lembrar um pouco desse jogo que roubou horas e mais horas da vida desse que vos escreve.


Mudando tudo sem perder a essência




Mesmo trazendo inúmeras melhorias, AOK manteve a mesma mecânica do antecessor: O jogador deve coletar recursos para pesquisar tecnologias e guiar sua civilização através das eras (Idade das Trevas, Idade Feudal, Idade dos Castelos e Idade Imperial) aumentando seu poderio militar e econômico para destruir o inimigo. Mas dessa vez, o game compreende o período entre a Idade Média e o começo do Renascimento. Se o primeiro jogo carecia de um acabamento melhor, AOK é caprichado nos mínimos detalhes. Um exemplo é que as unidades respondem aos comandos na língua própria de sua civilização. A jogabilidade também é bem mais fluida que a do jogo anterior deixando todos os comandos mais simples e dinâmicos.


Civilizações

AOK traz 13 civilizações jogáveis, divididas em quatro blocos:

Europa Ocidental - Britânicos, Francos e Celtas

Europa Oriental - Godos, Teutônicos e Vikings

Oriente Médio - Persas, Bizantinos, Sarracenos e Turcos

Ásia - Chineses, Japoneses e Mongóis


Unidades Especiais

Nesse jogo, a diferença entre as civilizações fica bem mais evidentes, com tecnologias e vantagens e desvantagens mais bem definidas, além de cada uma contar com unidades especiais que só podem ser criadas na terceira Idade, através dos Castelos. Uma das coisas mais divertidas de AOK, que você vai conhecer aqui embaixo:

Britânicos - Longbowman: Um arqueiro mais bem equipado, com ataque maior e alcance superior.










Francos - Throwing Axeman: Guerreiro de infantaria mas eficiente a longa distância. É forte contra construções.












Celtas - Woad Raider: Uma das unidades mais rápidas do jogo, excelente para servir de batedor.







Godos - Huskarl: Unidade de infantaria bastante equilibrada, mas seu principal trunfo é uma armadura extremamente resistente, que leva vantagem contra arqueiros.










Teutônicos - Teutonic Knight: A unidade com o maior ataque do jogo,  leva vantagem sobre quase todas as outras, porém são bastante lentos.














Vikings - Berserker e Longboat: Os Vikings são a única civilização com duas unidades especiais do jogo. O Berseker é uma unidade de infantaria pesada com capacidade de regenerar a saúde ao longo do tempo. Os Longboats são embarcações de guerra que podem disparar várias flechas ao mesmo tempo.




Bizantinos - Cataphract: Cavalaria pesada que possui bônus contra infantaria. Essa unidade foi muito criticada por ser praticamente igual ao Paladino, que pode ser criado no estábulo de qualquer civilização. Na expansão The Conquerors é possível pesquisar uma tecnologia que deixa o Cataphract mais poderoso








Persas - War Elephant: Unidades extremamente poderosas, com facilidade em destruir construções, e ganham praticamente de todas as outras unidades. Porém, são lentas e vulneráveis contra ataques de longa distância.













Sarracenos - Mameluco: Unidades montadas em camelos, extremamente velozes e fortes contra cavalaria.













Turcos - Janissary: Versão melhorada dos Hand Cannoneer. São extremamente vulneráveis, mas possuem ataque potente. Em grupo podem causar um grande estrago













Chineses - Chu Ko Nu: Arqueiro equipado com uma besta, pode desferir um ataque de três flechas em uma rápida sequência. No geral é uma unidade fraca pois, apesar do bom ataque, tem um alcance limitado, armadura fraca e baixo nível de saúde.










Japoneses - Samurai: Guerreiros de elite com nível de ataque bastante similar aos Long Swordsmen, disponíveis em todas as civilizações. Porém, possui bônus de ataque contra outras Unidades Especiais.











Mongóis - Mangudai: Unidade de cavalaria pesada armada com arco-e-flecha e com bônus de ataque em armas de cerco. Além de superior, custa menos ouro que os equivalentes em cavalaria de outras civilizações.








Todas as unidades especiais podem ser aprimoradas para unidades de elite, com maior ataque, defesa e armaduras mais resistentes.


Modos de jogo

As campanhas também são um destaque em Age II, permitindo ao jogador reviver momentos históricos e o mais legal: alterar seus finais. Esse modo de jogo te dá o controle sobre personagens como Joana D'arc, William Wallace e Saladino.



Mesmo podendo se divertir bastante com a campanha, o principal foco de AOEII continua sendo o Random Map, que com uma internet em ascensão e relativamente consolidada na época, virou uma verdadeira febre da jogatina online e conta com milhares de jogadores até hoje.

Algumas condições de vitória também foram aprimoradas, como a construção de Wonders (Maravilhas), monumentos que requerem uma grande quantidade de recursos para serem erguidos, e assim que terminados, exigem que o inimigo o destrua em um certo período de tempo, caso contrário, a vitória é sua.

Alguns mapas possuem artefatos espalhados por eles, chamados de relíquias, que dá a vitória ao jogador que controlar todas elas e podem ser coletados somente pelos Monges (Monks).


Expansão


Em agosto de 2000, chega ao mercado a expansão de AOK, Age Of Empires II: The Age Of Conquerors (AOC), que engloba o período das grandes navegações e traz novos mapas, tecnologias e unidades, além de cinco civilizações jogáveis: Hunos, Espanhóis, Coreanos, Maias e Astecas.

A expansão também contém novas campanhas: "Átila, o Huno", "Montezuma", "El Cid" e "A Batalha dos Conquistadores", que permite o jogador reviver algumas batalhas históricas.

Apesar do cuidado com alguns detalhes como a não existência de unidades montadas nas civilizações Maias e Astecas (ambos povos não conheciam cavalos), eles tem a possibilidade de criar unidades de cerco como catapultas e trabucos. É um erro histórico grave, mas a fidelidade tem que ser sacrificada em favor da jogabilidade, caso contrário não haveria muito equilíbrio entre algumas facções.

As novas civilizações também vinham com unidades especiais:

Hunos - Tarkan: Cavalaria leve eficiente contra construções e unidades de ataque a longa distância.

Espanhóis - Conquistador: Cavalaria pesada equipada com armas de fogo. Bastante veloz e efetiva em ataques de curta distância. Em grupos são mortais.

Astecas - Jaguar Warrior: Uma das melhores unidades de infantaria do jogo, capaz de derrotar facilmente quase qualquer unidade da mesma classe. São vulneráveis à cavalaria pesada e arqueiros.

Maias - Plumed Archer: Arqueiros com ataque e alcance menores que outros arqueiros, mas com maior precisão e velocidade. Possuem bônus contra infantaria, mas são vulneráveis à cavalaria

Coreanos - War Wagon: Carroça que atira rajadas de flechas nos inimigos e possuem armadura resistente. São bastante eficientes contra arqueiros.

Com as melhorias significativas no gameplay, adição de novas civilizações e mapas, a expansão de AOEII foi um sucesso e tornou-se obrigatória na hora de aproveitar o máximo do game. Se você for tentar jogar hoje em dia, dificilmente vai achar alguém que não use a expansão.


Quase um filme

A franquia Age Of Empires também é conhecida por seus épicos vídeos de abertura, e o de Age II talvez seja o melhor de toda a série, parecendo um verdadeiro trailer de cinema. Duvida? Dá uma conferida aí embaixo!



A trilha sonora, composta exclusivamente para o jogo também é um baita destaque e dá todo o clima medieval e épico na jogatina. Dá uma ligada:



Sim ou não?

Sim é pouco. Se o primeiro jogo lançou as bases, AOEII veio pra consolidar a franquia de vez como uma das melhores de estratégia e RTS de todos os tempos. Com melhorias relevantes nos gráficos, jogabilidade, e na AI (um dos pontos mais criticados do título anterior), AOK/AOC é obrigatório pra qualquer um que é fã do gênero. Mesmo tendo sido lançado há 14 anos atrás, é um game bastante jogado até hoje, principalmente online, com campeonatos espalhados pelo planeta, e considerado por muitos fãs como o melhor da série. Sempre vale a pena revisitar Age II e passar umas boas horas na frente do PC esmagando as civilizações inimigas. Se você não conhece vá atrás agora!

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Detona Ralph: o jogo - Minigame


Nome: Fix-it Felix Jr.
Plataformas: PC, iOS.
Preço:  0800, vulgo gratuito, para ambos os meios
Recomendado para: Quem assistiu ao filme Detona Ralph
Resumo: O jogo proposto no filme que todos perguntaram se existia


Esqueça o vilão que quer ser mocinho e foge do seu jogo para conseguir uma medalha. Então, esse não é mais um adventure sobre um novo filme. É exatamente o jogo do qual Detona Ralph trata.


Para quem ainda não viu e merece a morte, (post sobre o filme aqui) o jogo é um plataformer basicão em estilo 8-bits que traz uma nostalgia do arcade. Você controla Fix-it Félix Jr, uma espécie de pedreiro com um martelo mágico que conserta tudo. O objetivo do game é simples, o grande vilão, Wreckt-it Ralph, está destruindo um prédio e, cabe a você, defensor dos fracos moradores desse local, arrumar o prédio antes que ele caia. Aliás, esse "antes que ele caia" é relativo, pois existem duas versões do game: uma com tempo para passar uma fase e outra sem tempo.  

Enfim, esse jogo é o idêntico ao que a galera jogava no Detona Ralph, com direito a queda do prédio e tudo. É um minigame viciante, mas sem muita continuidade, com apenas 10 fases. Entretanto, querido gamer, não é assim tão fácil fechar o jogo. Enquanto você tenta de todo modo restaurar as janelas, o furioso Ralph tenta jogar tijolos em sua cabeça. E tem mais, em uma bela homenagem, um pato, ao estilo Duck Hunt passa na horizontal. Ou seja, pedra por cima, pato pelos lados e alguns outros obstáculos, deixam tudo mais difícil. 


Curiosidade

Para quem não sabe, o game foi criado para o filme de forma fictícia, baseado no game em que Donkey Kong era o vilão contra Mario, aquele famoso e velho arcade. O vilão Ralph tem braços longos em uma estética primata não à toa e Félix lembra na hora um certo bigodudo da Nintendo. 


Bônus - Truque

Vamos ao primeiro truque do quadro Minigame. Yeah!!! Uma manha bobinha que deixam o game mais legal e coloca o jogo em um nível mais difícil. Quando você termina uma fase, Ralph sobe um pouco mais no prédio para o próximo level. Nesse momento entre fases, pause o jogo. Ele só pausará quando começar a próxima fase. Isso fará com que  todas as janelas pareçam já concertadas, na verdade, elas elas só estão escondidas.



Para jogar

Se você quiser jogar pelo IOS, basta procurar no iTunes por Fix-it Félix (não me vai procurar por detona Ralph). Para jogar pelo PC, clique aqui.



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Conecte-se - Sporcle: Tudo o que você sempre Quiz


Se você é fanático por um bom e velho quiz, aproveite um ótimo site para passar o tempo. O Sporcle.com reúne diversas modalidades dos mais váriados quizes: tem sobre história, geografia, música, cinema, games, literatura, esportes, entre outros.



Para se ter uma ideia, há desde o clássico “quantos estados no Brasil você sabe o nome” a descobrir se o trecho dado é de uma música dos Beatles ou da Rebecca Black. Quotes de filmes e seriados também aparecem para ver seu conhecimento sobre os mesmos.
Há desafios até meio malucos, como escrever de 1 a 100 em 1 minuto (não é tão fácil quanto parece), e até mesmo alguns para os mais fanáticos, como perguntas específicas sobre Seinfeld ou quais jogadores que mais deram enterradas nas últimas temporadas da NBA.
Compartilhe seu resultado de qualquer quiz no Facebook e desafie seus amigos, ou simplesmente teste seu conhecimento para si próprio, mas enfim, aproveite para explorar todo tipo de assunto no Sporcle. Apenas tome cuidado que é tudo em inglês, ou seja, se você é um ufanista idiomático, vai sofrer bastante – Brasil aqui é com Z, viu.
E como sou um pokemaníaco das antigas, aproveito e mostro meu resultado na primeira geração já que se eu acerto a 4º para frente eu assusto vocês.