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Trending Topics - Zeca Pagodinho Inconformado


2013 mal começou e já tem um meme novo rolando nas redes sociais. A vítima da vez é o sambista-etílico Zeca Pagodinho.  Ao contrário da nossa ~amada~ Nana Gouvêa, que usou um desastre natural para se auto-promover e depois fez um papelão tentando se explicar, o Super-Zeca mostrou que em suas veias ainda corre sangue diluído em álcool. Comovido pela tragédia causada pela chuva em Xerém, comunidade onde mora há mais de 20 anos, ele pegou seu quadriciclo tunado e foi socorrer famílias desabrigadas, até mesmo abrigando algumas em sua casa (depois de esconder seu estoque de Brahma, é claro). 



Nasce um herói


Tudo começou após uma ~brilhante~ reportagem da Globo, onde um repórter super inexperiente deixou o tio Zeca boladão com suas perguntas idiotas. O ápice da entrevista - e origem do meme - é alcançado quando o repórter pergunta como ele se sente em relação à tragédia e o Super-Zeca apenas olha pro pseudojornalista com uma cara de “Essa pergunta é séria?”, dá a partida no quadriciclo e sai sem responder nada. Foi o que bastou para surgir o primeiro meme de 2013: "Zeca Pagodinho Inconformado".




Desde então, Zeca virou hit na web. As menções ao seu nome aumentaram em 1100% (de acordo com o Topsy), várias montagens de Zeca em seu quadriciclo apareceram pela internet, surgiram tumblrs – como o Zeca Pagodinho Ajudando – e páginas no Facebook – como Zeca Motoqueiro (sic) e a página Conselhos do Tio Zeca.


Supostamente, a primeira montagem do tio Zeca Pagodinho Inconformado em seu quadriciclo foi feita em resposta a um tweet da Gretchen. E já tá rolou até briga pela paternidade da ideia: na fanpage Favela Feliz, ela foi postada na mesma noite da veiculação da entevista, com crédito para Andrey Chiesa e teve quase 15 mil compartilhamentos e 7 mil likes; no mesmo horário, a imagem foi postada na página Super Rock e conta com mais de 11 mil compartilhamentos.



Independente de quem foi o gênio que criou o meme, ele tá bombando na rede desde então. O blog Não Salvo já criou até um post pra explicar “Por que o Zeca Pagodinho Desistiu da Internet”.

Abaixo, algumas das melhores montagens feitas com Zeca e seu super quadriciclo:

~memeception~










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Mundo Gamer ep 27 - Bastion, The Walking Dead e a morte do PS 2

PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Nessa semana com participação de Wagner Alves (o Shakira), Rafael Nóia, Bruno Marise (o Fronha), Fábio de Santana ( o Coxinha) e Vitor Frascarelli (o Orelha). Um programa triste nessa semana com a morte do Playstation 2, com missa de sétimo dia para o nosso querido.
No Minigame dessa semana, o jogo que revolucionou a narrativa dos RPG, o pseudoindie Bastion

Já no Game de Ponta, o vencedor da VGA desse ano Walking Dead levando o caneco também aqui no Mundo Gamer
Lembranças do pessoal sobre o PS 2 e mais. 
Clique no player abaixo e ouça o episódio ou baixe aqui



Para falar com a gente é:
- pela página do Feice 
- pelo Twitter: @comandologin
- pelo e-mail: comandologin@gmail.com

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The Walking Dead (PC, PS3, X360) - Game de Ponta



por Bruno Marise


A série de games The Walking Dead da desenvolvedora Telltale Games, foi escolhida como melhor jogo do ano na VGA (Videogame Awards). Uma surpresa para muitos, já que o título competia com nomes de peso como Assassin's Creed III, Dishonored e outros. O jogo foi dividido em cinco capítulos, lançados ao longo do ano, sendo eles A New Day, Starved For Help, Long Road Ahead, Around Every Corner e No Time Left. Mesclando liberdade e uma história extremamente profunda, The Walking Dead é totalmente merecedor de melhor jogo do ano, e já pode ser considerado um clássico. O sucesso fez com que a Telltale confirmasse mais cinco episódios para 2013. Enquanto esperamos, vamos aprender mais um pouco sobre esse jogaço.



História




Vamos começar por um dos pontos fortes de The Walking Dead: A história. Inspirado na série de sucesso e nos quadrinhos criados por Robert Kirmkman, o jogo conta a história de Lee Everett, um professor universitário que foi acusado de assassinar o amante de sua mulher e no começo do jogo está em uma viatura a caminho da prisão quando a epidemia zumbi eclode. Durante o percurso, o policial atropela um "walker" na pista e o carro capota. Lee acorda em meio a um bosque preso dentro da viatura, com a perna arrebentada, o policial morto e um zumbi se aproximando. Para não dar mais spoilers, a partir daí é que o jogador assume o controle da situação e deve sobreviver em meio ao apocalipse zumbi. Como? é o que vamos ver no próximo tópico.


Mais um shooter zumbi?


Com o sucesso da série The Walking Dead e a "onda" zumbi que toma conta do mundo do entretenimento, era questão de tempo até termos uma adaptação para os videogames. E quando ouvimos falar em "jogo de The Walking Dead", automaticamente pensamos em mais um shooter. Mas quem conhece a Telltale sabe que aqui o negócio ia ser diferente. A empresa é famosa pelos games de Back to The Future e Jurassic Park e passa longe dos shooters. The Walking Dead assim como os outros jogos da empresa é um point and click. Isso mesmo, daquele estilão Monkey Island e Full Throttle, onde você tem que resolver puzzles e combinar objetos para avançar. O fato é que o game conseguiu capturar bem a essência da história original de Robert Kirkman, e ele mesmo afirma que sua obra não foi criada para meter medo em ninguém ou para ser mais uma pérola do terror. O foco não são os zumbis e sim os sobreviventes. Explorar as relações entre eles e como cada um lida com situações extremas, até que limite podem chegar para sobreviverem. E isso é o que acho louvável na série e nos quadrinhos. Kirkman conseguiu captar bem o que George Romero começou lá em 1968 com A Noite dos Mortos Vivos. Mas isso é história pra outro post. De volta ao game, apesar de ser um point and click, The Walking Dead está mais focado nas decisões que o jogador deve tomar do que nos puzzles. Eles estão presentes sim, mas são muito mais fáceis do que por exemplo decidir quem você deve salvar e quem será devorado pelos walkers. A trama é tão bem construída e a imersão é tão grande, que quando alguém morre você fica realmente chateado. E o mais legal de tudo isso é que a história é moldada de acordo com suas escolhas. Uma decisão tomada no primeiro capítulo, pode fazer diferença lá no desfecho de tudo. E não pense que The Walking Dead é um jogo "bonitinho". Algumas partes são realmente doentis e capazes de enojar qualquer um de estômago fraco e as decisões que você deve tomar não serão nada fáceis.


Sim ou não?


The Walking Dead é recomendadíssimo não só pra quem gosta de videogames, zumbis, da série ou da HQ. É recomendado pra qualquer um que goste de uma boa história. E até quem não é fã de videogames pode se dar bem com o jogo pois os controles são simples e não requerem habilidade nenhuma de experiência gamer. Agora se você está procurando mais um jogo de ação pra passar horas matando zumbis, passe longe. Com gráficos cartunizados, animações simples e uma jogabilidade sem sustos, The Walking Dead se afirma pelo seu enredo sensacional e o atrativo de dar ao jogador opções e escolhas, que na maioria das vezes devem ser feitas sob pressão. Em meio a tantos títulos mais hardcore, TWD se destaca por exigir nada mais que a intuição, consciência e compaixão de quem joga. 

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Séries que você tem que assistir (ou continuar assistindo) em 2013




Começo de ano, férias, praia... ou tédio. Se você não é o tipo de pessoa ligada em esportes e sol, ou se tá sem grana pra viajar e passa seus dias babando em cima do teclado do computador, pode se beneficiar com um vício em séries de TV. Sim, estou tentando te converter. Venha para o mundo da TV a cabo (ou downloads, né, prepare seu HD externo).


The Following

Essa é pra quem gosta de suspense. A série, dirigida pelo veterano Kevin Williamson (The Vampire Diaries e Dawson’s Creek) traz Kevin Bacon no papel de um agente do FBI responsável pela busca ao serial killer Joe Carroll (James Purefoy, de John Carter e Solomon Kane). Até aí, nada de novo. Mas aí vem a novidade que promete no seriado: o assassino criou um culto homicida via internet, dedicado a reunir outros psicopatas com sede de sangue. Com Bacon como protagonista, “The Following” segue a tendência das séries atuais de explorar para a televisão o talento de atores já consagrados no cinema, assim como “American Horror Story” fez com Jessica Lange e “Two and a Half Men” fez com Ashton Kutcher. Veja o trailer para ficar mais ansioso ainda, já que a série só vai estrear nos EUA dia 21 de janeiro, na Fox. Aqui no Brasil ela será transmitida pela Warner, a partir de 21 de fevereiro.








Go On

A nova sitcom de Scott Silveri (Mad About You e Friends) estreou em setembro do ano passado e já foi renovada para uma nova temporada. Ela traz Matthew Perry (o Chandler de Friends, could this BE more perfect?) no papel de Ryan King, um comentarista esportivo que perde a esposa em um acidente de carro e é obrigado a frequentar um grupo de apoio para se recuperar. Com o tempo, Ryan desenvolve laços de amizade com os integrantes do grupo – personagens esquisitos, problemáticos e hilários. É aquele tipo de série que tem sempre uma lição de vida no final, mas sem cair na mesmice. Um diferencial dessa sitcom é que ela não tem trilha de risadas (ou “claques”), um recurso tradicional para induzir o público ao riso que pode irritar ou soar idiota depois de uma piada sem graça. No Brasil ela está sendo transmitida pela Warner toda quinta, às 21h30. Só esperamos que ela não siga a mesma tendência que a penca de séries canceladas da Warner em 2012 (Are you there, Chelsea?; I Hate my Teenage Daughter; The Secret Circle, e por aí vai).








Girls

É provável que essa seja a décima série ambientada em Nova York que eu já vi, mas essa deixa de lado uma coisinha que o público já viu em Sex and the Citye Gossip Girl: o glamour. Não, ninguém vai andar de Gucci pelo Upper East Sideaqui. Girls conta a história de quatro meninas de vinte e poucos anos tentando sobreviver na “Big Apple”. Ela começa com a personagem Hannah (papel de Lena Dunham, também criadora e produtora da série) perdendo a ajuda financeira dos pais e se desdobrando para encontrar um trabalho. Enquanto isso, ela mantém um relacionamento com Adam, um dos personagens mais esquisitos e reais que você já viu. O bom da série é que as meninas tem problemas de verdade e o roteiro não tem frescura ou restrições, até porque “Girls” é transmitida pela HBO, canal conhecido por séries com boas doses de polêmica. A segunda temporada estreia dia 13 de janeiro nos EUA e em fevereiro no Brasil.








Hatfields & McCoys

Oito meses depois de estrear nos EUA, a minissérie que conta a história de conflitos entre duas famílias (que dão nome à série) finalmente chega ao Brasil. Os protagonistas são os atores Kevin Costner e Bill Paxton, com a direção de Kevin Reynolds (O Conde de Monte Cristo e Tristão e Isolda). Ela é a primeira minissérie transmitida pelo History Channel nos EUA, depois da decisão da própria emissora contra a transmissão de The Kennedys. Ela tem apenas três episódios, e a maneira com a qual ela lida com a briga e as mortes entre as duas famílias no período pós-Guerra Civil dos EUA é sensacional. Costner e Paxton são ótimos, mas são os atores coadjuvantes que impressionam, além da fotografia singular e a máxima atenção a detalhes. Aqui no Brasil ela começa a ser transmitida dia 09 de janeiro, no canal Space, às 22h.








The New Normal

Essa é mais uma série de Ryan Murphy (American Horror Story, Nip Tuck e Glee) que causou polêmica em seu lançamento. A comédia traz o casal Bryan (Andrew Rannels de Girls e do musical da Broadway The Book of Mormon) e David (Justin Bartha, de Se Beber, não Case I e II), que compartilham o sonho de ter um filho. Assim eles conhecem Goldie (Georgia King), que vira “barriga de aluguel” para os dois. No caminho, eles enfrentam o preconceito da mãe de Goldie, que ofende a todos sem meias palavras e é um retrato dos conservadores americanos que se colocam contra o casamento e a adoção de crianças por homossexuais. Murphy não tem medo de por o dedo na ferida: nem política é deixada de lado nessa sitcom carregada de sarcasmo. Aqui ela vai ser transmitida pela FOX a partir de 13 de janeiro, às 13h.








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Logincast Ep 6 - Expectativas para 2013



2012 foi um bom ano pros games, mas e 2013? O que esse ano que está ainda no começo reserva para nós, gamers? Nesse sexto Logincast nos reunimos para discutir as expectativas para os títulos anunciados e ainda fizemos nosso Top 5 de jogos mais esperados por cada um. Divirtam-se!

Apresentação e Edição: Bruno Marise (Fronha)

Comentários: Gabriela Brandão (Terd), Felipe Navarro (Bagaço), Rafael Rodrigues (Nóia) e Bruno Marise (Fronha).


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Trending Topic - Hashtags

Imagem: http://www.teachthought.com


O Trending Topic dessa semana volta às suas origens: o Twitter. Muito presentes nos TTs da rede social, as  hashtags nada mais são do que uma palavra ou frase-chave antecedida por um # (símbolo conhecido em muitos países por hash) e usadas em algumas redes sociais para agrupar postagens sobre um mesmo assunto, categorizando-as e reunindo ideias de uma maneira bem simples e livre. 
Através do uso das hashtags, diferentes internautas dos mais variados países podem interagir. Por exemplo: se você tentar clicar em uma determinada hashtag usada num tweet, você será direcionado para uma lista de posts onde esta mesma hashtag foi utilizada. Elas ainda são usadas para que o público interaja ao vivo durante eventos, como conferências, programas de TV, eventos políticos etc.
As hashtags mais populares do Twitter são:
#Comofas 
Porém, criar uma tag não é tão simples assim, existem alguns critérios que devem ser seguidos. Segundo o site hashtags.org as limitações são as seguintes:

  1. Tamanho - Você só precisa adicionar um # antes de uma palavra para transformá-la numa hashtag. Entretanto, devido ao limite do Twitter de 140 caracteres por tweet, as melhores hashtags são aquelas compostas por uma única palavra os algumas poucas letras. Os "experts" do Twitter recomendam que elas tenham em média 6 caracteres.
  2. Nada de espaços - Hashtags com espaço não são reconhecidas pelos mecanismo das redes sociais. Então, se você for usar mais de uma palavra esqueça do espaço! Por exemplo: #comandologin.
  3. Nada de caracteres "especiais" - Use somente números e letras em suas palavras chaves. Você até pode usar o underline ( _ ), mas evite por motivos estéticos. Hifens e travessões não funcionarão. Como o próprio nome já indica, hashtags só funcionam com o #. Caracteres "especiais" como “!, $, %, ^, &, *, +, .” não funcionam. O Twitter reconhece o "jogo da velha" e então converte a hashtag em um link.
  4. Não inicie com números e nem use-os sozinhos - Hashtags como #123 não funcionam, então não use somente números. Da mesma forma, #123yo não funciona. Mas números são ótimos para identificar eventos, como #BGS2012 ou #welcome2013.
  5. Tome cuidado com gírias - Gírias podem ter significados diferentes de acordo com os países onde são empregadas, então seja muito cuidadoso com as palavras que você usa. Hashtags úteis são aquelas que são concisas, diretas e universais.

Além desses cuidados, para que as hashtags sirvam a seu propósito é importante que não usem-nas em exagero (viu, usuário do Instagram?). O uso exagerado de hashtags é irritante e vai contra a etiqueta virtual.
Abusos no uso das hashtags não são incomuns mas podem ser evitados com alguns cuidados. O próprio  Twitter fez uma declaração oficial sobre o assunto:
“Os seguintes comportamentos e outros semelhantes podem ocasionar a exclusão de sua conta dos mecanismos de busca e até mesmo a suspensão da mesma:
  • Uso de uma ou mais hashtags em um tweet não relacionado com o assunto para ganhar atenção nos mecanismos de busca.
  • Twittar repetidamente sobre um mesmo tópico sem adicionar nada, numa tentativa de levar o assunto aos trending topics.
  • Twittar sobre cada um dos trending topic em turnos para direcionar tráfego para seu perfil, especialmente quando relacionado com propaganda.
  • Listar os trending topics num só tweet para conseguir seguidores.
  • Twittar sobre um trending topic e adicionar um link não relacionado com o assunto."
Senta que lá vem história

Depois desse monte de informações, você deve estar se perguntando: "Mas peraí, como foi que isso começou?". Tudo começou com um simples tweet a alguns post no blog de um dos primeiros usuários do Twitter, Chris Messina (@chrismessina). 


Dois dias depois desse tweet inovador, Messina escreveu dois posts em seu blog (Factoryjoe.com) expandindo sua ideia de criar um “whisper circle” (círculo de sussuros, na tradução literal) para trocar pequenas mensagens (em 2007 os tweets eram comumente conhecidos como "sussuros"). A ideia de Chris era que o # fosse usados como forma de reunir  e organizar mensagens de um determinado grupo. Desde então elas vêm sendo usados por usuários do mundo todo como uma maneira de classificar o grande fluxo de informações e pensamentos disseminados nas redes sociais.
Em seu primeiro post em 25 de agosto de 2007, intitulado “Whispering Tweets,” Messina propôs a criação de uma "panelinha" no Twitter, permitindo que os usuários restringissem seus post a uma "pequena, e mais selecionada, audiência". Ele sugere que os posts direcionados aos membros da "panelinha" de um determinado usuário sejam precedidos por um simples símbolo, como um ponto de exclamação (!).
No seu segundo post, Messina detalha o uso do símbolo # para definir uma audiência, como um prefixo nos tweets para facilitar a vida de seus usuários. Ele diz que o uso de uma tag numa atualização de status permite que seus usuários tenham acesso a um determinado conteúdo, assim como desenvolvam a habilidade de acessar casualmente um canal, participando à sua vontade.
É importante ressaltar que Messina é um usuário qualquer do Twitter que tropeçou numa hashtag por acaso. Em 2007, ele e sua namorada Tara Hunt fundaram uma empresa de consultoria chamada Citizen Agency, focada no uso das mídias sociais relacionadas à plataformas de fonte aberta. Um ano antes, em 2006, o jornal San Francisco Chronicle havia identificado Messina e Hunt como um casal de  “Digital Utopians” (utópicos digitais) na Web 2.0.
Acompanhando o desenvolvimento do conceito de hashtag no Twitter, Cody Marx Bailey e Aaron Farnham lançaram um novo site chamado Hashtags.org em dezembro de 2007. Este site popular se tornou uma autoridade indiscutível no rastreamente de hashtags no Twitter, afirmando ser "o padrão para informações sobre hashtag". Bailey e Farnham se separaram mais tarde, e o domínio Hashtags.org foi vendido no início de 2011 ao atual proprietário e novo empresário de mídia Michael Cyger.
Atualmente, o uso de hashtags no Twitter continua evoluindo e crescendo da mesma forma como se iniciou: através dos usuários dessa rede social, que exploram os usos dessa ferramenta e coletivamente controlam seu futuro.
Essa história é um bom exemplo de como os usuários podem ajudar a aprimorar um produto. Hashtags mais populares podem fazer o usuário bombar seu número de seguidores, enquanto as hashtags impopulares ou  twetters que se utilizam do mecanismo como uma forma de spam são rapidamente expulsos da rede virtual.

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Detona Ralph - Sobre games para gamers



Não é Marvel vs Capcom, Super Smash Bros ou Playstation Battle Royale, mas é um dos maiores encontros de personagens de games que o cinema já viu. Esqueça filmes como Street Fighter e Super Mário Bros, estamos falando de um filme que respeita o gamer oldschool: Detona Ralph (ou Wreck-it Ralph na versão ininglix).

Apesar de não ser um filme sobre um jogo específico, é um dos melhores filmes sobre vídeo-games já criado. Isso porque as referências são muitas. Calma, a gente chega lá. 

Detona Ralph (sim, Detona faz parte do nome do fera) é um vilão que, cansado de ser derrotado toda vez em seu jogo, cai em uma profunda crise de identidade: afinal, é bom ser mal? (Trocadilho que rola durante o filme todo). Seu objetivo no jogo é destruir o prédio para que o grande herói Conserta Félix Jr. (Fix-it Felix Junior) arrume, derrube o grandalhão Ralph do terraço e faça crianças diariamente felizes. Sem o reconhecimento de seu trabalho, acaba dividindo suas tristezas no encontro do Vilões Anônimos. Aqui, a festa de referências começa. Na roda, tomando um cafezinho que mal lhe cabe nas mãos está Bowser, ao lado de Zanguief, o fantasminha de Pac-Man e vários outros.

Olha a macacada reunida, conhece todos?
Detona Ralph é um filme sobre aceitação, ou melhor, sobre ser aceito. Alguém conhece um nerd gamer esperando que a sociedade o convide para o convívio social? Não é coincidência.

Mais uma vez, é um longa que respeita o gamer. E de vários modos. Primeiro na construção gráfica. Se estamos dentro de um jogo antigo em 8 bits, os ambientes (mesmo em 3D) respeitam isso. Por exemplo, quando Ralph (num rola de chamar o cara de Detona) quebra uma parede o contorno dela fica  pixelizado como em jogos 8 bits. Detalhes que fazem a diferença para os que gostam. 

O enredo também tem essa preocupação em transmitir uma determinada lógica e verossimilhança ao mundo virtual. Para que os jogos possam se encontrar, todas as máquinas são ligadas a um mesmo filtro de linha, transformados no filme na central de games. Uma saída criativa para interligar todos os mundos. 

Olha a casa pixelizada ali no fundo que foda
Se você está se perguntando se já jogou (ou seu pai jogou) Detona Ralph em algum fliperama, não se iluda, o game é fictício, mas tem uma carinha de "já te vi". Isso por que ele foi baseado no arcade de Donkey Kong, aquele em que ele era um vilão e jogava barris num certo encanador que tentava salvar uma princesa. Viu alguma semelhança entre os braços longos e o jeitão meio donkey dos dois? E quando o DK deixou de ser o vilão para virar o herói de seu próprio game? Isso são apenas algumas das "coincidências" do longa. 
Ainda tem uma clara mistura entre Halo e Call of Duty no jogo - também fictício - Missão de Herói (Hero Duty na versão original), o qual Ralph invade em busca de uma medalha. 

Com o enredo muito bem trançado entre os vários personagens, alguns trocadilhos e piadas geniais, o longa prende fortemente na poltrona do cinema.

Senta que lá vem história, spoiler e easter eggs

Mas a sensação que Detona Ralph traz do fundo da alma é a nostalgia. Difícil segurar a voz quando aparece essa ou aquela referência a um jogo. Aqui vão alguns easter eggs bobinhos: 

Na passagem dos anos, nas máquinas de fliperama é possível ver vários clássicos de arcade como Space Invaders e Frogger. 
No bar, Ryu tomando uma cerveja. 
Quando somos apresentados à Central de Jogos, Kammi e Chun Li andando juntas ao fundo. 

Easter Egg Bônus Mindfuck
Para quem não percebeu, quando o Rei Doce vai até o controle de NES para entrar no código do jogo aperta a sequência:




Conhece? É a manha mais famosa para muito dos jogos da Konami (aquela para todos os cheats de Mortal Kombat 3). Mindfuck!!!

Jogo Hero Duty, uma referência forte a Call of Duty e Halo
Vale a pena??

Sim. Se você é um gamer de carteirinha, esse é um filme que não pode faltar no seu repertório. Disney mandando muito bem no desenho, enredo e no final que .... bemmm ... só digo que é surpreendente. Reza a lenda que a versão original (ininglix) tem piadinhas que se perdem na dublagem. Assisti ao filme somente dublado e no 3D. Duas considerações aqui: palmas para a "atuação" de Marimoon (sim, é ela) na voz da pequena Venellope e de Rafael Cortez como Felix na versão brasileira Herbert Richards.

Quer saber quais personagens estão no filme, dá uma olhada nesse post do Cinesplendor, tá bem bacana.

Nota: 9 Pac-Mans


BÔNUS - Félix e Ralph pixelizados e em 3D






E o trailler pra fechar