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Game Flashback - Bully


Bully foi lançado em 2006 para playstation 2, e se tornou rapidamente um dos jogos mais comentados do momento. Ele prometia ser o mais novo GTA da Rockstar, mas, diferente das aventuras caóticas na cidade, esse game se passaria dentro de uma escola. Isso significa que é possível atazanar todos os alunos, bater e atirar coisas em pessoas (como ovos, líquidos fedorentos, cadernos, ratos mortos... você pode imaginar que nesse caso nunca falta criatividade, né?). Apesar de tudo, Bully não é um bicho de sete cabeças sedentas por sangue. Ou será que é?

A História


Nesse jogo, você é Jimmy Hopkins, um garoto com jeito de rebelde e problemático. Tudo começa no carro, com a mãe e o padrasto de Jimmy o levando para um internato, a Bullworth Academy, onde ele vai passar o ano todo (o jogo tem estações do ano definidas, festa de halloween e tudo que tem direito). A escola tem fama de ser a pior possível (foi a única que aceitou Jimmy, de acordo com sua mãe), e logo que você chega, dá pra perceber o clima do jogo. Você veste seu uniforme e começa a conhecer o colégio. Logo de cara você conhece Gary (o cicatriz ali em cima), um garoto que te incentiva a fazer besteiras, some e depois dá a maior dor de cabeça do mundo. O trailer aí embaixo ajuda a entender melhor.


Jimmy chega a Bullworth como um Zé Ninguém e aos poucos vai conquistando o respeito de todos através de pequenos favores que vão desde ajudar o nerd a chegar ao banheiro sem apanhar e se fantasiar de mascote da escola pra distrair os atletas enquanto os nerds executam uma vingança longamente planejada, até salvar a escola de um incêndio que todos acham que foi você que provocou. O fim do jogo só não é um apocalipse zumbi por falta de zumbis o que é uma pena. A escola entra numa verdadeira guerra e cabe a você acabar com essa insanidade, já que o diretor da escola nem liga. Aliás, a postura do diretor merece discussão, mas vamos deixar a polêmica para o fim do post, sim?



As Facções da escola



Sabe aquele clichê supremo de filme americano de colégio com os atletas jogando nerds em latões de lixo enquanto as líderes de torcida lixam as unhas? Esse é exatamente o clima de Bully! Existem 5 facções muito distintas que Gary te apresenta assim que você chega.


Bullies - São esses caras mal encarados de camisa branca. Como o nome já diz, esse grupo nada mais é que uma corja de valentões. São sete no total e serão os primeiros a arrumar encrenca com você e os primeiros que passam a te respeitar na escola. Não tem exatamente um líder entre eles, mas, por intriga do cicatriz Gary, você tem que encarar um gradalhão bobão e muito forte chamado Russel. Nada muito complicado, na verdade, e depois o grandão ainda vira um bom aliado em alguns momentos.



Nerds - Não exige muita explicação, né? São os típicos nerds americanos estereotipados. Gordinhos de cabelo repartido no meio, magricelas de óculos, fracos de físico e constantemente perseguidos por todos, principalmente por valentões e atletas. Liderados por Earnest, os nove nerds da escola lutam o tempo todo para se livrar do bullying. Algumas das missões mais chatas são com eles (aquelas de proteger o amiguinho fraco, sabe?), mas algumas das mais engraçadas também.


Preppies - São os riquinhos que vão te tratar como lixo até que você mostre que pode se comportar como um deles (com direito a comprar esse uniforme almofadinha na loja mais cara da cidade e cortar o cabelo desse jeito penteadinho). O líder Derby é um chatonildo, e os outros sete enchem o saco às vezes, mas depois que você conquista o respeito deles, pode frequentar o quartel general no farol da praia. 
(Dica: aprenda a lutar ao máximo com o mendigo atrás do ônibus na escola antes de se meter com esse pessoal.)


Jocks - Aqui incluímos atletas não muito espertos e também as líderes de torcida. São nove ao todo, e o líder se chama Ted. Na verdade, as missões com eles são na maioria os Nerds tentando vingança, mas tem algumas divertidas, como as relacionadas com Mandy, a convencida garota dos jocks. Até você conseguir respeito, os jocks sempre vão querer arrumar confusão quando você passar pelo território deles e eles são bem fortes. Geralmente é melhor correr.

Greasers - Esses nove caras são os de visual mais exótico. Com uma pegada mais rockabilly, ficam nos galpões onde acontecem as Shop Classes, as aulas em que você mexe nas bicicletas. Johnny é o líder e namorado da Lola. Essa relação mais parece novela mexicana, Lola vai dar em cima de você e do mundo conforme for conveniente pra ela. Dá até raiva dessa piranh... Eles são o segundos na hierarquia da escola, perdendo só para os Jocks em força. Arrumar briga com eles costuma ser bem chato.


Townies - São os meninos que não frequentam Bullworth, seja porque não podem pagar, porque foram expulsos ou por algum tipo de motivo pessoal. Zoe, a garota misteriosa do livro do ano é um exemplo dessa última classe de townies. Ela era uma estudante regular e frequentava todas as aulas normalmente, mas teve um certo desentendimento com o professor de educação física. Uma das missões que fazem Jimmy conquistar o respeito dessa facção é justamente ajudar Zoe a desmascarar o professor para que ele seja mandado embora e ela possa voltar ao colégio.



Escola é lugar de estudar... também


Várias coisas em Bully foram muito bem sacadas pela Rockstar. Por estar em uma escola, você tem que frequentar aulas, claro! E as aulas são mesmo construtivas. Você aprende coisas a cada lição bem sucedida e essas novas habilidades ajudam muito nas missões, além de abrirem algumas missões secundárias. São alguns minigames bem simples. Nas aulas de Inglês precisa formar o máximo possível de palavras com as letras que eles dão, e te deixa mais eloquente, mais habilidoso em se desculpar e em ofender pessoas, literalmente melhor com as palavras. As lições de Química  e aulas na Oficina são de apertar botões específicos no tempo certo. Isso serve para fazer novas bombas para atirar nas pessoas distraídas ou para vencer lutas no caso da química e para habilitar o uso das bicicletas (cada vez melhores), no caso da oficina. As bicicletas ajudam muito quando o deslocamento no jogo fica muito grande. Quando você precisa fazer coisas fora dos muros da escola, ir andando ou de skate é quase um martírio. (mais pra frente é possível habilitar um kart que é sensacional!)


As aulas de Arte funcinam como o antigo jogo Qix, e te ajudam com as garotas (ou garotos... sim, alunos gays. Cornelius, o nerd e Trent, o Bully boy loirinho ali embaixo são exemplos, mas você pode tentar achar os outros. Tem conquista no Xbox360 quando você consegue 20 beijos de rapazes). Beijar alguém te dá uma barra extra de energia que varia conforme o seu beijo... erh... evolui (?!). Mas parar de ficar com uma garota pra ficar com outra dá muita confusão. As aulas restantes são as de Educação Física, como é óbvio, melhoram seu físico, sua habilidade de lutar. (Melhor que a aula, só mesmo aprender novos golpes com o mendigo bêbado que fica no beco atrás do ônibus quebrado da escola); e as de Fotografia. Várias missões exigem que você saiba tirar fotos e você também será o responsável pelo livro do ano (aqui você pode ver uma página dele). Bully tem uma diferença crucial em relação aos outros games do gênero: cada personagem é único, todos com nome e sobrenome, feitos com cuidado, com uma personalidade única. Para completar o livro do ano, você tem encontrar e fotografar cada um deles. Isso dá um trabalho bom, você sempre acha que ainda não fotografou alguém e fica tirando mil fotos do mesmo, mas é possível completar e dá uma roupa diferente de bônus. 

Indisciplina

Estar na escola não é só aula. Vários inspetores ficam rondando o lugar atrás de conduta errada. Bater em meninas ou nas crianças pequenas nunca é tolerado. Parece até que os homens da lei correm mais rápido atrás de você quando você faz alguma coisa  com os indefesos. As autoridades do colégio  também vão te dar bronca se você não estiver usando o uniforme do colégio (todas as imagens relacionadas ao jogo mostram Jimmy de uniforme e carequinha, mas é possível customizar o menino todinho), e vão te caçar e podem até dar detenções se estiver matando aula, causando confusão, invadindo lugares que não deve ou andando à noite fora da área do dormitório dos meninos. Aliás, fique sempre esperto com a hora de dormir, é assunto sério nesse jogo. Depois de determinada hora, Jimmy cai no sono independente de onde você esteja, e se dormir na rua, pode ser roubado. Tente sempre botar o menino pra dormir antes que seja tarde demais.



Bully é um passatempo dos bons. Se você quer explorar, procurar collectibles, fazer coisas secundárias ou simplesmente atormentar outros estudantes, é uma ótima pedida. Se você é do tipo que prefere se focar em fazer as missões, também não deixa nada a desejar. A história é interessante, a proposta é diferente de qualquer outro game do gênero e acima de tudo é diversão certa. 




Scolarship Edition

Esse é o remake de Bully para Xbox360 e Wii, mas a Rockstar não enfiou o velho bully em DVD's novos e simplesmente mandou para as lojas. Nanão, eles adicionaram novos personagens, oito novas missões, mais roupas diferentes, aulas de Matemática, Geografia, Biologia e Música, e minigames de multiplayer competitivo, além de ter dado uma mudadinha nos gráficos, claro. Os de Wii se mantiveram mais fiéis ao que exista para PS2 anteriormente, mas o Xbox360 deu uma repaginada razoável no visual do jogo, até na caracterização do próprio Jimmy, que pra mim ficou com menos cara de molecotinho. Esse vídeo aí embaixo mostra a diferença entre Bully nos diferentes consoles, é fácil ver essas diferenças.







Jogo violento?

Uma das grandes polêmicas com esse jogo é a questão da violência. Veio de tudo, "vai deixar as crianças violentas", "vai ensinar que pode bater no amiguinho" e coisas do gênero foi o que se ouvia mais fácil quando o jogo foi lançado. A questão que fica é: é válido se divertir às custas de bullying e violência? 


Quem jogou Bully até o fim percebeu que a intenção de Jimmy muda ao longo da história. Ele chega ao colégio isolado e vai conhecendo os estudantes aos poucos. Vendo o dia-a-dia da escola, o garoto percebe que o que acontece lá é muito errado, e, se vendo em meio a professores relapsos e um diretor completamente alheio aos problemas, Jimmy resolve tentar resolver sozinho. A intenção dele é justamente acabar com a guerra entre as facções, com o bullying, mas sem mudar sua personalidade. Ele continua uma peste. Particularmente, acho que apesar de Bully dar diversas opções de transgressão muito divertidas, a mensagem do jogo é clara: é melhor viver em paz com as pessoas apesar das diferenças. e viva o rei Jimmy Hopkins!


E aí? Você acha que ficou mais violento jogando GTA's e Bully's da vida? Meta a boca no mundo, xingue as tias chatas que te vestiram de coelhinho e não te deixaram jogar Counter Strike ou demonize o absurdo de poder enfiar a cabeça de outra pessoa no vaso. Os comentários servem pra isso =]

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As Summons de Final Fantasy - Parte 1




Um dos símbolos mais marcantes da série de RPGs Final Fantasy são as suas summons. Desde os tempos do Famicom, com Final Fantasy III, a introdução do conceito de summons mudou o gameplay dos aficionados, criando toda uma nova gama de estratégias possíveis de batalha e influenciando outros games do gênero, que passaram, de um modo ou de outro, a também contarem com seu próprio sistema de summons. Sejam grandes dragões que cospem fogo, baleias que afogam seus inimigos, cavaleiros que atacam com lanças ou velhos que controlam o tempo, seja em 2D ou 3D, em jogos da década de 80 ou 2000, há sempre uma característica comum às summons em todas as versões do game: dar muito dano numa grande quantidade de inimigos. E isso seja, talvez, um dos principais motivos por amarmos tanto elas: no fundo, todo mundo gosta de apelar.

Mas o que são exatamente as summons?


Derivado do latim vulgar (a forma coloquial falada pelos romanos, diferente do latim literário da linguagem escrita) summundre, cujo significado é “chamar, intimar”; a correspondente em português mais exata do significado da palavra inglesa summon é o verbo “invocar”, com o significado de “chamar em seu auxílio com uma prece”. Assim como os antigos bruxos e feiticeiros, que “invocavam” espíritos para auxiliá-los, assim também os fazem os magos e summoners (algo como “invocadores”, numa tradução liberal bem tosca) no mundo de Final Fantasy. Assim como no nosso cotidiano, as summons são entidades cósmicas extraterrenas, espíritos de poder magnífico que vem em nosso auxílio quando chamados; e, assim como com os antigos bruxos, um pacto deve ser feito com esse espírito antes que ele possa ser invocado. Mas as summons de Final Fantasy possuem mais paralelos com o mundo real do que apenas isso; na realidade, cada uma das 75 entidades presentes no mundo de Final Fantasy possem grande inspiração e paralelo com entidades das mais diversas mitologias e heróis históricos. E é justamente essa relação com o mundo real que esse especial pretende destrinchar: mostrar um pouco da história por trás de cada uma dessas summons. Então, comprem várias poções de mana e preparem-se para aproveitar a cultura maciça que cada uma delas pode oferecer.


Adrammelech 

 

 


Uma das várias representações do demônio
 Adrammelech, também chamado de Adramelech, Adramelek ou Adar-Malik, é uma das formas do deus Sol, que possuía o centro de seu culto na cidade de Sepharvaim (na região da antiga Mesopotâmia, a cidade era cortada ao meio pelo rio Eufrates, e por isso era também conhecida como “as duas Sipparas” ou “as duas Cidades dos Livros”). De acordo com o Segundo Livro dos Reis, no Antigo Testamento da Bíblia, o culto a esse deus consistia no sacrifício de crianças em seu nome. Assim como qualquer deus pagão, Adrammelech é considerado um demônio na tradição judaico-cristã. Segundo o livro de demonologia de Collin de Plancy's, Adrammelech é o Presidente do Senado dos demônios, além de Chanceler do Inferno e supervisor do guarda-roupa de Satan (porque não basta ser foda, tem que ser fashion). Ele normalmente é retratado como uma figura de torso e cabeça humanos, e com as outras partes do corpo de uma mula ou, algumas vezes, um pavão. O escritor Robert Silverberg o descreve como “O inimigo de Deus, maior em ambição, maldade e esperteza do que Satan. Um adversário mais incisivo – um hipócrita ainda maior.”
summon Adrammelech pode ser encontrada em Final Fantasy XII (PS2) e Final Fantasy Tactics Advance (GBA)


Alexander 

 

 



É difícil citar uma referência histórica exata para um castelo que ataca seus inimigos com laser. Mas um bom palpite é que faça alusão ao famoso Rei da Macedônia Alexandre o Grande. Etimologicamente, Alexandre é um nome de origem grega e deriva do original Ἀλέξανδρος (Alexandros), que significa “Protetor da Humanidade”, o que explica golpes com nomes como Justice (em Final Fantasy VII) ou Holy Light (em Final Fantasy VIII). E “protetor” é um dos adjetivos mais usados para se classificar Alexandre o Grande. Nascido na cidade de Pella (norte da Grécia) em 356 AC, foi tutorado por ninguém menos que Aristóteles (um dos maiores filósofos da Grécia Antiga, com influência até hoje nas áreas de literatura, matemática, retórica, psicologia e teologia) até os 16 anos, e se tornou o mais jovem Rei Macedônico, aos 20, após o assassinato de seu pai. Apenas dez anos depois de assumir o trono, Alexandre já havia expandido as fronteiras do Império Macedônico da Grécia até o Himalaia, criando um dos maiores Impérios do Mundo Antigo. Morreu aos 32 anos sem nunca ser derrotado em batalha. Além disso, foi o responsável por disseminar o pensamento grego para o Ocidente, que possui influência ainda hoje em nosso modo de ver o mundo.
Alexandre, o Grande
Alexandre se tornou então uma daquelas raras figuras que consegue ultrapassar os livros de história e se tornar uma figura mítica, importante não apenas para uma, mas várias mitologias. Na Grécia moderna, existe uma lenda comum entre pescadores de uma sereia solitária que aborda barcos e pergunta aos seus tripulantes se o Rei Alexandre ainda está vivo. A resposta correta para a pergunta é “Ele está vivo e reina sobre o mundo”, que faz com que o mar se acalme e a sereia vá embora satisfeita. Qualquer outra resposta diferente dessa faz com que a ela se transforme numa górgona furiosa, que carrega o barco com todos os seus tripulantes para o fundo do oceano. Ele também aparece na mitologia Zoroastra (principal religião do Irã antes da criação do Islamismo) sendo chamado pelo epíteto de gojastak, que quer dizer amaldiçoado, e é acusado de incendiar templos e destruir textos sagrados do zoroastrismo. Já os livros de Islamismo o citam de maneira mais positiva. O Firdausi's Shahnameh (“O Livro dos Reis”) o coloca como uma figura mítica descendente dos shahs, que explora os quatro cantos do mundo em busca da fonte da juventude. Há também a menção de um Dhul-Qarnayn (“Aquele com Dois Chifres”) no Alcorão que alguns historiadores também acreditam ser Alexandre. Lá, ele é o herói que construiu o muro que defende o povo escolhido nas nações de Gog e Magog; ele então saiu pelo mundo em busca da Fonte da Vida e Imortalidade, e posteriormente se tornou um profeta. Já os Sírios o retratam como um modelo de herói cristão que seguia “o único e verdadeiro Deus”. A figura de Alexandre também aparece nas escrituras egípcias, onde é mostrado como o filho de Nectanebo II, último faraó egípcio antes da invasão Persa, e atestam a morte de Dário (pai de Alexandre) como “prova” de que o Egito ainda era comandado por um egípcio. Ele ainda aparece na região de Punjab (faixa de terra entre a Índia e o Paquistão) onde o nome Sikandar, derivação no nome Persa de Alexandre, é usado como um adjetivo que designa um jovem promissor e com muito talento. A figura de Alexandre como mito aparece até mesmo no cristianismo medieval europeu, onde faz parte dos Nove Bravos, um grupo de heróis que possuíam todas as qualidades de um cavaleiro perfeito, onde, junto com Hector (príncipe de Tróia) e o Imperador Júlio César, faz parte dos três “bons pagãos” da história. Alexandre também possui muita importância no campo militar, e suas táticas de guerra ainda hoje são ensinadas nas academias militares ao redor do globo.

Além disso, o castelo de Alexandre, construído durante sua invasão à Índia, também tem sua importância. Ainda que seja bem diferente do castelo padrão europeu que é mostrado nos jogos, ele ainda hoje está de pé e não apenas como ponto turístico, mas servindo tropas militares, que ainda o usam como base de operações na região. Localizada na cidade de Qalat, desde 2010 é usado por tropas afegãs que visam manter a ordem na região, em conjunto com as forças americanas.
Ainda que não seja explícita, a importância de Alexandre, seus feitos e sua natureza lendária fazem com que a existência de uma relação com a summon Alexander seja um palpite bem plausível.
Alexander está presente em Final Fantasy VI (SNES, PSX, GBA, Wii e PSN), Final Fantasy VII (PSX, PC e PSN), Final Fantasy VIII (PSX, PC e PSN), Final Fantasy IX (PSX e PSN), Final Fantasy XI (PS2, PC e X-Box 360), Final Fantasy XIII (PS3 e X-Box 360), Final Fantasy XIII-2 (PS3 e X-Box 360), Final Fantasy Type-0 (PSP), Final Fantasy Dimensions (celulares), Dissidia Final Fantasy (PSP) Final Fantasy Fables: Chocobo's Dungeon (Wii e DS).


Anima 

 

 


Imagem que representa a Anima Sola 
Na tradição católica romana, anima sola (alma esquecida) é um símbolo de representação das almas perdidas do purgatório. Sua representação se dá pela imagem de uma mulher presa por correntes a uma cela em chamas. Não se sabe exatamente quando foi o surgimento dessa representação, mas a prática de se rezar pelas almas do purgatório é tão antiga quanto o Consílio de Trento (um dos mais importantes da Igreja Católica, foi realizado entre os anos de 1545 a 1563 e foi uma reação à divisão iniciada pela Reforma de Lutero, por isso também chamado de Concílio da Contra-Reforma). Uma das lendas mais famosas da origem de anima sola é a da “sede de Cristo”, a qual não aparece nas Escrituras, e é passada apenas no boca-a-boca: dizem que em Jerusalém havia um grupo de mulheres cuja função era dar um pouco de água para aqueles que estavam sendo crucificados. A tarefa na Sexta-Feira Santa caiu nas mãos de uma jovem, Celestina Abdenago. Ela então deu de beber para Dismas e Gestas (os dois ladrões que foram crucificados com Cristo), mas não ao Salvador, e, por isso, foi condenada a sofrer de sede e calor nas chamas do purgatório. Fora da tradição católica, anima sola também se faz presente no vudu, onde é usado para trazer a pessoa amada de volta, em que o espírito atormenta a mente do alvo até que ele resolva reatar o relacionamento. Apesar disso, o ritual não envolve nenhum sentimento de amor no seu resultado final.
summon Anima é presente em Final Fantasy X (PS2), Final Fantasy X-2 (PS2) e Theatrythm Final Fantasy (3DS).


Ark 

 

 


A constelação de Argo Navis
Mais uma summon não facilmente reconhecível. Um espécie de transformer, Ark é uma nave que vem do espaço e se transforma numa espécie de robô gigante que atira lasers. Apesar da relação mais direta ser com a cultura pop, a summon também possui raízes mitológicas. Sua vinda do espaço se explica por ela ser a própria Argo Navis, uma constelação que já não é mais reconhecida pelos astrônomos, e que foi dividida em três: Carina, Vela Puppis. A constelação recebe seu nome da Argos, navio que Jasão e seus Argonautas tripularam durante sua busca pelo velo dourado. De acordo com historiadores, os antigos discordavam da origem do nome Argos: uns afirmavam que se referia ao nome de seu construtor, Argus, filho de Phrixus (que havia sido salvo da morte certa pelo cabrito de quem o velo dourado fora tosquiado); outros diziam que fazia menção à palavra grega argos, “veloz”, visto que aquele barco seria o mais veloz da Grécia; há ainda os que diziam que o nome fazia menção à cidade de Argos, onde o barco fora construído; e ainda há os que acreditam que foi uma homenagem a um de seus tripulantes, Argives, de acordo com um verbete existente da primeira das Tusculanae Diputationes do famoso jurista e orador romano Cicero. Dessas quatro teorias, a mais comumente aceita e contada hoje é a primeira, de que o nome do navio se deve ao seu construtor.
Relação Ark - Osíris
Osiris
Na mitologia egípcia, acreditava-se que a constelação era a arca que salvou Isis e Osiris do Grande Dilúvio. Também acreditava-se que Osiris era o capitão do navio, e a indicação disso também é vista no jogo, com a forma final da summon apresentando a “barba” e “penas de avestruz” característicos do deus egípcio. Os cristãos acreditam que a constelação faz menção à Arca de Noé, mas nada na apresentação dela no jogo remete à mitologia deles.
summon Ark aparece em apenas um jogo da série, Final Fantasy IX (PSX e PSN).


Asura 

 

 


Estátua de Asura num templo budista
Na mitologia hindu, os Asuras são a contraparte maléfica dos Devas (entidades sobrenaturais relacionadas com o Bem), comumente relacionadas com o desejo materialista da humanidade. Mas a summon Asura presente na série Final Fantasy é derivada não da mitologia hindu, mas do budismo. Ainda que sejam derivações daqueles da mitologia hindu, os Asuras budistas possuem características e lendas próprias. Descritos como seres possuidores de 3 cabeças e 6 braços, são considerados as entidades de menor importância do Kāmadhātu (uma espécie de “Céu” dos budistas, se formos tentar traçar um paralelo com o cristianismo). Ao contrário das outras entidades do Kāmadhātu, os Asuras possuem um vício especial em sentimentos humanos, principalmente na ira, orgulho, ostentação e belicosidade. O domínio dos Asuras são os oceanos que rodeiam a base do Monte Sumeru, para onde Śakra os expulsou quando se tornou soberano sobre todas as coisas. Várias batalhas foram travadas pelos Asuras para recuperar seu lugar junto com as entidades superiores, mas a covardia deles sempre os fazia recuar face a qualquer adversidade.
summon Asura está presente em Final Fantasy IV (SNES, PSX, WonderSwan Color, GBA, DS, Wii, PSP e celulares) e em Dissidia Final Fantasy (PSP). Asura também faz uma aparição em Chocobo's Misterious Dungeon 2 e em Vagrant Story, onde é um dos chefes do jogo. Além disso, também é uma carta rara em Lord of Vermilion II.


Atomos  

 

 


Há aqueles que acreditam que hoje, para muitas pessoas, a ciência se tornou uma religião como qualquer outra, que modifica a ideia de um Deus onipresente e todo poderoso por uma Ciência que tudo sabe e tudo explica. Isso é ainda mais fácil de ser observado ao lembrarmos da Religião da Humanidade, ou Igreja Positivista, criada por Augusto Comte em 1854. O Positivismo, assim como qualquer outra religião, possui dogmas, cultos, templos, capelas, sacramentos, sacerdotes e etc. O único fato que a distingue das outras religiões é por ser monista e naturalista, ou seja, acredita que todos os fenômenos tem origem e causa na natureza, não existindo nenhum elemento sobrenatural em seu credo.
Representação atual de um átomo
Ao considerarmos que o Positivismo é uma religião e que, como toda religião, possui também uma mitologia própria, é fácil perceber que uma de suas maiores “entidades” (colocado aqui entre parênteses porque, afinal, não estamos tratando de algo que é um mito apenas por seu valor como símbolo, pois possui existência comprovada no mundo) é o átomo. Derivado do grego a-tomos (indivisível), é a menor partícula que caracteriza um elemento químico. Os atomistas na Grécia antiga acreditavam que as matérias era constituídas por partículas minúsculas e invisíveis e que, se a matéria fosse quebrada e dividida cada vez mais, uma hora esse processo chegaria numa partícula tão minúscula que não poderia ser mais dividida, o a-tomos. Já o modelo de átomo que nos é ensinado durante as aulas de física e episódios de The Big Bang Theory é bem mais recente, e foi proposto pelos cientistas Ernest Rutherford e Niels Henrick David Bohr apenas no começo do século XX. Assim como a descoberta do átomo foi a porta de entrada para uma nova dimensão no estudo da física, a summon Atomos é assim também representada, como uma porta para outra dimensão. Outro aspecto interessante desta se dá pelo seu golpe mais comum; wormhole, ou buraco de minhoca, é um característica topológica do continuum espaço-tempo, e funcionaria como um espécie de “atalho” através do espaço e do tempo. De acordo com a teoria proposta pelo físico estadunidense John Wheeler, em 1957, ao atravessar um desse buracos, a matéria poderá atravessar distâncias espaciais de milhares de anos-luz em apenas alguns segundos, ou mesmo viajar no tempo, voltando a um passado remoto ou avançando a um futuro distante. Todavia, a própria existência desses buracos ainda não foi comprovada, apesar de físicos, matemáticos e cientistas em geral atestarem sua existência. Existe, mas não tem como provar, soa familiar? Quem disse que a ciência também não pode ser mito?
summon Atomos pode ser encontrada nos jogos Final Fantasy IX (PSX), Final Fantasy XII: Revenant Wings (DS) e Dissidia Final Fantasy (PSP)Ele também aparece em Final Fantasy (NES, MSX, WonderSwan Color, PSX, GBA, PSP, Wii, PSN e celulares), Final Fantasy IV: The After Years (Wii, PSP, PSN e celulares), Final Fantasy V (SNES, PSX, GBA, Wii e PSN) e Final Fantasy XI (PS2, X-Box 360 e PC), mas não mais como summmon, apenas como uma criatura do jogo. Atomos também dá nome a uma das naves de Final Fantasy XII (PS2).

 

Bahamut

 



O Bahamut indiano
Como bom jogo de RPG, em Final Fantasy não poderia faltar o clássico dragão fuderoso. O Bahamut de Final Fantasy é claramente inspirado na entidade de mesmo nome de Dungeons & Dragons, o primeiro RPG de mesa de que se tem noticia e que influenciou todo o desenvolvimento da série para videogamesEm D&D, Bahamut é a entidade superior dos dragões metálicos (os dragões bonzinhos) e faz parte do panteão dos principais deuses do jogo. Ele também é filho de Io, a entidade criadora de todas as coisas do mundo. Mas existe um Bahamut bem mais antigo do que o dragão de D&D. Na mitologia árabe, Bahamut é um grande peixe que suporta todo o planeta em suas costas, num papel semelhante ao do titã Atlas na mitologia grega. De acordo com o escritor argentino Jorge Luís Borges em seu O Livro dos Seres Imaginários, Bahamut é uma forma “alterada e ainda mais magnífica” de Behemoth (besta mitológica presente no Livro de Jó), e tão imenso que um humano não conseguiria olhar para ele sem enlouquecer. Ainda de acordo com o escritor, Bahamut é o peixe gigante visto por Jesus na 496noite das Mil e Uma Noites. Nesse conto, Bahamut é um peixe gigante que nada por um vasto oceano. Ele carrega um touro em sua cabeça; o touro leva uma pedra, e acima da pedra existe um anjo que segura os sete continentes da terra. Abaixo de Bahamut existe um abismo de vento e fogo, e abaixo disso tudo se encontra a serpente Falak (uma serpente tão gigantesca que a única coisa que a impede de engolir todas as formas de vida de uma única vez é seu medo do poder de Alá). Ao avistar Bahamut, Jesus desmaia. Borges ainda cita a ideia de Bahamut como parte de uma prova cosmológica da existência de Deus, assim como o ponto primevo que impossibilitaria a teoria do regresso ao infinito (que diz que, ao necessitarmos que para que uma proposição Pseja verdadeira é necessário que uma proposição Panterior sirva de suporte para essa e, para que essa Pseja verdade, é necessário que uma proposição Ptambém seja para que a suporte, e assim por diante, até chegarmos a conclusão de que o número de proposições é infinito e nunca se chegará numa afirmação verdadeira por si só, que não necessite do auxílio de outras verdades anteriores).
Bahamut em D&D
Bahamut aparece em virtualmente todos os jogos da série Final Fantasy, sendo uma das criaturas mais clássicas do game. Sua primeira aparição como summon é em Final Fantasy III ( Famicom, DS, Wii, PSP, celulares e Ipad), e continua em Final Fantasy IV (SNES, PSX, WonderSwan Color, GBA, DS, Wii, PSP, PSN e celulares), Final Fantasy IV: The After Years (Wii, PSP, PSN e celulares), Final Fantasy V (SNES, PSX, GBA, Wii e PSN), Final Fantasy VI (SNES, PSX, GBA, Wii e PSN), Final Fantasy VII (PSX, PSN e PC), Before Crisis – Final Fantasy VII (celulares), Crisis Core – Final Fantasy VII (PSP), Final Fantasy VIII (PSX, PSN e PC), Final Fantasy IX (PSX e PSN), Final Fantasy X (PS2, PS3 e PSVita), Final Fantasy XII: Revenant Wings (DS), Final Fantasy XIII (PS3, X-Box 360), Final Fantasy Type-0 (PSP), Dissidia Final Fantasy (PSP), Final Fantasy Tactics (PSX e PSN) e Theatrhythm Final Fantasy (3DS). Apesar de não ser uma summon, aparece como personagem importante no decorrer da história em Final Fantasy (NES, MSX, WonderSwan Color, PSX, GBA, PSP, Wii, PSN e celulares), Final Fantasy XI (PS2, PC e X-Box 360), Final Fantasy XIII-2 (PS3 e X-Box 360), Final Fantasy Crystal Chronicles: The Crystal Bearers (Wii) e Final Fantasy IV: The Heroes of Light (DS). Ele ainda dá nome a uma das naves de Final Fantasy XII (PS2), além de fazer aparições em outros games da Square, como a série Chocobo, Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars (onde é uma summon chamada para batalha por Magikoopa), Lord of Vermilion Lord of Vermilion II, Lord of Arcana, e o game de tactics para SNES que leva seu nome no título, Bahamut Lagoon.


Belias 





Belial dança para Moisés
Também conhecido como Belial, Be'lial, Belhor, Baalial, Beliar, Beliall, Beliel, Bilael. Belu, Matanbuchus, Mechembuchus ou Meterbuchus, é um demônio presente na Bíblia e em textos apócrifos judaicos e cristãos, e é um dos Quatro Príncipes do Inferno. O nome é uma derivação do hebreu Beliyyá'al, cujo significado ainda é motivo de controvérsia entre os estudiosos; alguns o traduzem como “sem honra” (Beli yo'il), “aquele que não tem jugo” (Beli ol), “aquele que não irá se levantar” (Belial). Alguns poucos apenas admitem a possibilidade do nome ser algo simplesmente inventado e não fazer referência com nenhuma outra palavra ou expressão hebraica.  
Na Goetia (livro datado do século XVII que ensinava como evocar espíritos), Belial é um poderoso rei-demônio comandante de 50 legiões, atrás em poder apenas de Lúcifer, e retratado como a figura de dois belos anjos sentados numa carruagem de fogo. O Livro dos Jubileus (texto apócrifo que relata a história da criação do mundo e de Adão e Eva, além das histórias dos personagens bíblicos existentes no Livro do Gênesis até a época de Moisés) chama aqueles que não são circuncidados de “filhos de Belial”. Já na Bíblia Satânica, de Anton Lavey, Belial é apresentado como um dos Quatro Príncipes do Inferno (especificamente, o Príncipe do norte) e aponta que o significado de seu nome é “aquele que não possui mestre”, e simboliza a verdadeira independência, a autossuficiência e as realizações pessoais. O demônio ainda recebe os títulos de "Mestre dos Homens" e "Campeão da Humanidade", e representa as necessidades carnais mais básicas de todos os seres humanos.
summon Belias pode ser encontrada em Final Fantasy XII (PS2), Final Fantasy XII: Revenant Wings (DS) e Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift (DS). Ele aparece ainda como um dos chefes de Final Fantasy Tactics (PSX, PSN) sob o nome Velius, e também em Crisis Core – Final Fantasy VII (PSP) com o nome de Belial.

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"Impostos nos games serão os primeiros a cair"


Na segunda feira foi realizada uma reunião histórica na luta pelo crescimento da indústria de games nacional. Com representação de Moacyr Alves Jr, (presidente da ACI games, criador do Jogo Justo e representante do setor de games junto ao governo federal) foram expostas as principais propostas para o setor. E como resultado a confirmação de que a indústria de games é uma das prioridades para o governo.
Esta é a primeira grande vitória desde o início  de uma batalha que começou há alguns anos no Brasil. Diante da dificuldade que o setor enfrenta pelos impostos e com uma tradição de pirataria ainda muito forte, a luta por vislumbrar políticas públicas que garantam o desenvolvimento do setor no Brasil têm sido árdua. E os resultados mais concretos surgiram nesta oficina de segunda-feira (27) para oficialização do Plano Brasil Criativo, cujo objetivo é definir as políticas governamentais para os setores criativos (a qual se incluem os jogos eletrônicos).

Como foi a reunião

Ao todo estavam presentes 3 ministros (Cultura, Planejamento e Ciência e Tecnologia) 6 secretários executivos e membros da presidência. Praticamente todos os cargos mais altos do ministério da Cultura e Ciência e Tecnologia se fazia presente e logo no começo, uma boa notícia do que se seguiriam nas próximas horas de reunião: “Games é a nossa prioridade”, diz a secretária executiva do Ministério da Cultura.
Após a exposição de todos os problemas do setor de games para os presentes, o veredicto – 95% dos votos foram favoráveis ao fomento da área de games do Brasil. Isso significa que oficialmente está decretado que haverão políticas concretas de apoio ao setor no país. O próprio Moacyr Alves, ainda disse em seu twitter que os presentes apoiaram as iniciativas de diminuir os impostos de games: “27 minutos falando sobre a tributação de games no Brasil e foi demais escutar de todos presentes que o Jogo Justo é um modelo para o Brasil”.Por fim, a confirmação final vinda do secretário executivo do ministério do planejamento, “Os impostos nos games serão os primeiros a caírem”.



Próximos passos 

O resultado da oficina ainda não significa que estamos exatamente às vésperas de encontrarmos jogos mais baratos nas lojas aqui no país. O que aconteceu foi a definição das diretrizes para um plano que será aplicado nos próximos anos para a promoção do setor no Brasil. Um primeiro (e importante) passo foi dado: o governo afirmou que está disposto a ceder em nome do desenvolvimento dos games nacionais. Agora sera trilhado outro caminho, ainda cheio de obstáculos, para atestar que as promessas feitas ontem serão convertidas em resultados em um futuro próximo.

E ai, os games no Brasil estão no rumo certo?

Secretária da Economia Criativa, Cláudia Leitão e Moacyr Alves Jr, após a reunião

Comando Login volta com novidades!


Um post rápido para os nossos seguidores. Depois de pouco mais de um mês de pausa, estamos de volta com novidades: reformulados nosso layout, colocamos recursos para funcionar e teremos novos programas para coroar este retorno. Além dos já conhecidos resumos semanais de notícias do Mundo Gamer e do Notícias em Rede, não perca os nossos Logincasts, que agora serão mensais. Não deixe de acompanhar o nosso facebook e o twitter, pois sortearemos em breve jogos incríveis como Left4Dead e Limbo. E não pare de ouvir as dicas do nosso podcaster parceiro, o PodCafé. E para terminar, um bônus: o Comando Login estará, em breve, no YouTube. Não percam!

Tem alguma sugestão para os produtos do Login? Quer fazer parte da equipe? Não gostou de alguma coisa do novo layout? Então comente aqui pra gente!

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PodCafé 6 - Simpsons

Foto: Alex Benito
"Pegue a sua xícara de café, adicione leite e aperte o play."

O PodCafé está no ar. Dessa vez Wagner "Wakka", Alex Benito, Saulo Sanches e Gustavo "Gugasmoy" falam sobre os Simpsons, a sitcon animada mais premiada de todos os tempos:

- Como nasceu a série?
- Qual a história?
- Lenda: aberturas que não se repetem;
- Números da série;
- Melhores personagens;
- Ralph cantando Spice Girls;
- Participação de famoso: Michael Jackson;
- Melhores frases do Homer!
e mais!

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Para ouvir, clique no player abaixo ou baixe aqui.


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PodCafé 5 - Catilangas

Foto: Alex Benito
Pegue a sua xícara de café, adicione leite e aperte o play! Nessa semana Wagner Wakka, Alex Benito, Saulo Sanches e Leonardo Zacarin falam sobre o polêmico mundo das catilangas (e dos catilangos), aquelas pessoas que são um pouco assanhadas de mais e com muita sede ao pote. Quer saber o que é uma catilanga, como identificar uma e se livrar de uma fria? 
Histórias de quem já passou apertado com elas e participação do ouvinte.
Extra: erros da gravação.
Se você gostou, não deixe de dar o joinha na página do Face
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PodCafé 4 - Animes de Infância

Foto: Alex Benito
Pegue a sua xícara de café, adicione leite e aperte o play que começa agora o PodCafé do Canal Café com Leite. Nessa semana, Wagner "Wakka", Alex Benito, Saulo Sanches e Pedro "Lenon" falam sobre os animes que marcaram a infância. Agradecimento ao pessoal que votou na nossa enquete. Se você quiser participar entre na nossa página do Facebook. Nesse episódio:

- Diferença entre anime e desenho
- Fly cópia de Dragon Ball?
- Dragon Ball ou dragon Ball Z?
- Saulo imitando Shun de Andromenda
- Teoria que transforma Pokemon no melhor anime do mundo
- Porrada em Street Fighter
- Supercampões, como um anime de futebol pode ser bom?
- Recomendações de animes
- Resultado da enquete
- No final: erro da gravação.

APERTE O PLAY NA BARRA ABAIXO ou baixe esse episódio aqui.