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Gears Of Wars 3 (Xbox 360) - Game de Ponta


por Bruno Marise

O Game de Ponta de hoje é dedicado a uma das maiores e mais bem sucedidas franquias dessa geração de videogames, e vamos falar mais especificamente de seu último jogo. Gears Of War 3 é o terceiro título da série Gears Of War, game de ação em terceira pessoa com uma trama de ficção científica. Antes de falarmos sobre o jogo, vamos entender um pouco sobre o enredo desse jogo que é amado e odiado nas mesmas proporções.

História




O enredo de Gears of War é um tanto quanto batido, e muitos o julgam ruim, mas ele se encaixa bem no que o game se propõe. A história é a seguinte: Em um futuro distante o mundo ficou inabitável. Com isso, os humanos colonizaram e migraram para outro planeta chamado de Sera, que tinha características bastante parecidas com as da Terra. Com anos e anos de exploração predatória dos recursos naturais, eles começaram a se esgotar deixando os habitantes com necessidade. Porém, durante um acidente com uma barca de petróleo, um líquido subterrâneo, viscoso e de cor verde se revelou, e foi chamado de Imulsion. Tempo depois, um cientista descobriu que o Imulsion poderia ser uma fonte de energia, e o tal líquido tornou-se a solução para todos os problemas do planeta Sera. Mas, nem tudo era perfeito, e as nações que não conseguiam extrair o Imulsion foram tornando-se miseráveis, enquanto as nações que o extraíam abundantemente foram enriquecendo cada vez mais, causando uma enorme disparidade no planeta. A crise econômica gerou conflitos militares que implicou na guerra conhecida como Pendulum Wars, em que as facções COG (países ricos) e UIR (países pobres) se enfrentaram. A guerra durou 75 anos, e para por um fim no conflito que se arrastava, o COG usou uma tecnologia conhecida como Hammer Of Dawn, um canhão capaz de destruir cidades inteiras, e devastou os países mais pobres, obrigando a UIR a se render. Quando a paz estava se restaurando aos poucos, uma nova tragédia aconteceu: Milhares de criaturas nativas do planeta Sera, conhecidas como Locust, saltaram do subsolo, matando milhares de humanos. Em menos de 24 horas, 90% da população do planeta havia sido dizimada. O COG então decidiu evacuar a população restante para a cidade de Jacinto, um dos lugares mais seguros do planeta, e usaram o Hammer Of Dawn em todo o restante de Sera para tentar eliminar a ameaça Locust. Mais uma guerra começava, e durante dez anos, a COG combateu os Locust. 

Marcus Fenix
Nesse novo conflito, um militar se destacava: Marcus Fenix. O soldado subia rapidamente na hierarquia do exército, mas durante uma batalha, ele deixou o front para tentar salvar seu pai, o único familiar que lhe restava e foi considerado desertor. Condenado, Fenix ficou 14 anos preso até ser libertado por seu amigo Dominic Santiago. A COG autorizou o resgate pois necessitava de militares experientes para uma nova missão, e Marcus assumiu o posto de comandante da força Delta para liderar a operação Lightmass, que pretendia colocar uma bomba poderosíssima chamada de LightMass em uma fenda do planeta Sera que levaria ao centro de comando dos Locust. A campanha foi bem sucedida e eliminou milhares de Locust, porém vaporizou uma enorme quantidade de Imulsion que passou a se liberar de maneira tóxica, tornando-se um gás venenoso para os humanos além de despertar um parasita gigante chamado de Lambent.

Encerrando uma gigantesca saga

Finalmente chegamos ao enredo que engloba o terceiro game da série. Em Gears 3, Jacinto foi destruída e o governo do planeta desbandou. Marcus Fenix descobre que seu pai está vivo e que diz saber a solução para acabar com os conflitos de Sera. Ao mesmo tempo que você joga com Fenix, também assume o papel de Cole, um ex-jogador de futebol americano que tornou-se militar.

Cole "Train"


Agora que você já está ambientando na guerra do planeta Sera, vamos falar um pouco sobre os aspectos da jogabilidade. Gears Of War é um game de tiro em terceira pessoa, que conta com um sistema de cobertura simples e muito eficiente. No terceiro jogo, a quantidade de armas disponíveis é gigantesca em relação ao primeiro Gears. É uma infinidade de rifles, pistolas, granadas, escopetas, e até morteiros. Mas a mais legal de todas continua sendo a metralhadora Lancer, que tem uma motoserra acoplada, que faz parte de um dos aspectos mais divertidos de Gears Of War: Despedaçar os Locust usando a motosserra. Existe também o sistema de execuções, que englobam desde o uso da motosserra, e pisões na cabeça dos Locust até uma sequência brutal de socos. Dá só uma ligada no vídeo aí.



Acabou a munição? Não tem problema, é só ligar a motosserra e partir o bichão no meio!

Apresentação impecável

Os gráficos de Gears Of War 3 estão entre os mais bonitos da geração, e mesmo com desenhos um tanto quanto "cartunizados", as imagens são bastante realistas. Além do enredo bastante envolvente, os diálogos são geniais e muito divertidos. A relação entre as personagens te faz ficar extremamente familiarizado com eles, e se sentir realmente parte do jogo.


Finalmente um Multiplayer Local!

É isso mesmo! Em meio à escassez de Multiplayers locais, que hoje basicamente se resumem a jogos de luta ou esportivos, Gears Of War 3 traz um modo cooperativo para quatro jogadores, onde é possível jogar com bots. É diversão garantida!

Sim ou Não?
Gears Of War 3 é um jogaço que traz uma trama extremamente envolvente, uma jogabilidade perfeita e muita ação e violência que não te deixa respirar um minuto. Depois que terminar a campanha ainda dá pra passar umas boas horas dando tiros no modo Multiplayer. Aproveita que tá baratinho (você acha por 99 mangos na maioria das lojas grandes), e compra logo. Mais do que sim, é obrigatório.

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Apocalipse: Logincast dos Sobreviventes



E chegamos ao dia 22! O mundo não acabou! Uhuuu!!!!!!

Ou não.

Deve ter muita gente que ficou frustrada por acordar e não ver os céus em chamas, zumbis andando pelas ruas ou Testemunhas de Jeová alienígenas tocando a campainha com um mensagem especial de Chtulhu. Mas não se desesperem! O Comando Login está aqui para lembrá-los de como poderia ser o Apocalipse. E é isso que vocês encontrarão no nosso Logincast especial sobre apocalipses: zumbi, alien, nuclear, corinthiano...todos os apocalipses imagináveis são comentados com muito mau bom humor por Pedro Zambon, Bruno Marise, Damaris Rota, Felipe Navarro: o Bagaço, Gabriela Brandão, Monique Nascimento e Rafael Nóia, mostrando que, ainda que ele não tenha zumbis correndo pela rua e aliens atirando lasers em nossas casas, não é motivo para não se divertir com o Fim dos Dias.

Então, aproveitem o tédio de mais um sábado comum e curtam nosso Logincast Especial: Apocalipse.


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Apocalipse: 5 jogos para se preparar para o fim do Mundo - Parte 2



Continuando a série especial de games para o apocalipse do Comando Login, vamos para uma lista de 5 games contra zumbis. Até porque, convenhamos, é assim que o mundo vai acabar e todo mundo sabe disso.
  
Parasite Eve


Vamos começar com um game que não é bem de zumbis, mas merece uma menção só pela criatividade. Parasite Eve conta a história de Aya Brea, uma polícial do N.Y.P.D (Departamento de Polícia de Nova Iorque) que é a única sobrevivente de um estranho homicídio em série. No meio de uma peça de teatro, as pessoas ao redor começam a pegar fogo do nada ao lado de Aya. A desculpa criativa do game é que um monstro, criado em laboratório, tem a capacidade de fazer com que as mitocôndrias (aquelas organelas responsáveis pela produção do ATP) funcionassem bem mais que o normal transformando as pessoas em isqueiros ambulantes. A parte zumbi do game fica por conta dos animais que são transformados em criaturas do capeta quase que zumbificadas.
Pontos legais do game são os espaços realistas: tudo se passa em Manhatan, passando por Carnegie Hall, Central Park, Empire States entre outros pontos turísticos da cidade.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo? 
Sempre nos manter bem hidratados, em temperatura corporal de uns 35ºC, as mitocôndrias com a saúde em dia e nunca ir a uma estreia de ópera.
Vale a pena jogar o primeiro, e quem sabe o segundo. Há um terceiro game para PSP, não tão bem visto pela crítica. Para quem gosta de meter bala comandando mulheres deliciantes, essa é a boa pedida. AAAHHHH MOLEQUE!!
Para baixar o emulador clique aqui.

Resident Evil


Oquei! Eu sei que não tem muita novidade nesse game, maaaassss é uma série obrigatória para quem quer sobreviver a um ataque zumbi. Isso falando da série até o Resident Evil 4. Por que isso? Os primeiros jogos trazem zumbis beguinners, ou seja, aqueles que não abrem portas, não correm, não imitam um quarterback correndo em zig-zag, não usam armas. Enfim só são difíceis de matar, andam devagar e babam. 
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo? 
Esse game é um tutorial para o survivor iniciante. Aqui você aprende que zumbi bom não é zumbi morto, mas zumbi vivo quieto no canto dele. Pessoal, convenhamos, se rolar mesmo um ataque mundial zumbi, vocês acham que eles já virão no level 100? A lei da natureza é sempre começar do nível mais básico, a não ser que ela aceite game shark. Ai, amigo, f&%#u Ainda, os tiros são poucos, então criatividade na hora de matar zumbis. Além disso, você aprende que misturar as ervas certas podem ser diferença entre a vida e a morte.
Emulador do RE 1 você baixa aqui.

Left4Dead


Mas galera do Login, eu já fechei a disciplina Introdução ao Ataque Zumbi matando o Nemesis. E agora?
Beleza, você já está no nível hard, então esqueça Resident Evil. Seu negócio agora é Left4Dead. Isso porque aqui é o MMA do mundo zumbi, vale tudo, mermão. É bicho que corre em zig-zag, saindo de tudo quanto é lado, debaixo de caminhão, caindo de telhado, vindo em ondas e ainda tem a irmã do capiroto que fica na dela, mas se você der um tirinho que seja, game over.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo? 
Que zumbi que corre é a pior invenção do século XXI. Então, você aprende que nessa hora é necessária munição infinita, três amigos para andar com você, uma lanterna, um bolso grande que caiba uma metralhadora, um pé de cabra e uma pistola e uma conexão de internet legal para não se ter surpresas. Ah, e NUNCA, mas NUNCA confie no silêncio.
DICA: Esse jogo tá fácil de jogar, porque o Comando Login tá sorteando três L4D antes do fim do mundo, vai lá que ainda dá tempo. (sorteio dia 20/12)

Plantas vs Zumbis


Se você tá afim de se preparar para um apocalipse zumbi, maaaasss é cagão e tem medo dos jogos de terror você vai ser o primeiro a morrer, meu caro, não se preocupe. A pedida certa pra você é Plantas vs Zumbis. Um joguinho Minigame, ao melhor gosto do Felipe Bagaço, em que você usa o seu jardim para proteger sua casa. Maluco, se você se cagar todo de medo desse jogo, aposenta a vida e espera a morte. Gráficos bonitinhos, mecânica de jogo fácil, leve, roda em qualquer processador 166 e celular da Nokia aí. Mentira, mas é leve.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo? 
Se um zumbi estiver lendo um jornal, não deixe sua planta tacar nozes nele. True history, bro. Você aprende com esse jogo que seu jardim pode ser uma arma eficaz contra zumbis e que Michael Jackson pode voltar querendo comer seu cérebro. Portanto, mãos a obra, bora plantar aquela batata gigante, plantas explosivas que parecem armas e congelam pessoas. Tudo muto fácil. Para baixar o demo (aos mais religiosos estamos falando de demonstração, oquei??) clique aqui.

The Walking Dead


Se você quiser jogar algo realmente bom, com gráficos maneiros e uma boa história esse é o jogo. Na verdade, ele só está aqui porque ganhou surpresa total da galera a Video Games Awards como melhor jogo do ano. A história é muito parecida com o seriado, lógico. Mas com cinco episódios nessa primeira temporada, o game adventure só tem recebido boas críticas do pessoal.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo? 
Piores que zumbis querendo comer seu cérebro são seres humanos querendo f*&#er a sua vida. Aqui, você percebe que lidar com zumbis é fácil, o problema é o ser humano em coletivo no desespero. Aí, mermão, é cada um por si. Talvez esse seja o jogo mais realista do ponto de vista de um possível apocalipse zumbi. Mas como isso pouco importa, o que vale é a história boa e o divertimento. O link do game na Steam está aqui,

OBS: A ilustração do início desse post é de Tony Moore. O cara manda muito bem e tem outra ilustrações muito bacanas em seu site. Vale a pena.
OBS 2.: Galera, vale lembrar aqui que o emulador de jogos serve para conhecer o game. Então, baixou, jogou, viu que é legal, deleta do PC e vai comprar o original. O Comando Login é TOTALMENTE CONTRA qualquer tipo de pirataria (menos a do Piratas do Caribe e derivados).

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Mega Man - Game Flashback

Mega Man é uma espécie de clássico que não ficou esquecido. O game Flashback orgulhosamente apresenta cada versão da série e os destaques de cada uma. Ainda vou mostrar algumas dicas e truques pra ser um jogador esperto com esse game histórico (inclusive indicar lugares onde ver ordem de chefes, como fazer Hadouken, ficar dourado...essas coisas.). Por que Mega Man? Bom, 25 anos depois daquela primeira imagem de cover horrível versão para Nintendo, o robozinho azul volta às origens em um novo game gratuito com cara de 8 bits. Hoje, vou desde o primeiro jogo da série até o novíssimo Street Fighter X Mega Man! (que está imperdível, diga-se de passagem)


Nos idos de 1987, a Capcom lançou o primeiro jogo desse rapazinho. O sucesso da série é incontestável, foram mais de 50 jogos lançados desde então, para muitos consoles diferentes, portáteis e PC, o que faz de Mega Man (Rockman no Japão) a série mais produtiva dentre todas as da Capcom, superando títulos como Street Fighter, Final Fight e Resident Evil (e de longe). Apesar disso, o mais vendido entre os Mega Mans é apenas o 21º na lista de best sellers da empresa. Talvez por isso a série tenha ficado um pouco abandonada (parece que a Capcom nem liga pro menino, coitado. Ele andava super sumido, cancelaram jogos dele e nem nos crossovers tipo Marvel x Capcom ele apareceu mais...), mas aparentemente está voltando à vida, e no seu primeiro formato: os 8 bits.

Bom, não vamos enrolar mais, né? Feliz aniversário, Mega Man!






História

Na verdade, cada Mega Man tem sua história específica (jura?), mas pra entender no geral, é mais ou menos assim: dois cientistas super bonzões da robótica, Dr Thomas Light e Dr Albert Wily (claras referências a Thomas Edison e Albert Einstein)
Light, criador de Megaman, e Willy, maluco dominador mundial
eram amigos e estavam criando uma nova geração de robôs. Dr Wily achou que os robôs poderiam ser uma arma muito poderosa para quem os controlasse. Ele basicamente resolve dominar o mundo e conta para seu amigo Light, mas eles não concordam (good guy Light). Wily, então, rouba o projeto no qual Light estava trabalhando, o Protoman (Blues na versão Japonesa) e foge. Dr Light deixa quieto e constrói Rock e Roll (hahahaha!), um para ajudar no laboratório e outro para ajudar com tarefas domésticas. Quando Dr Wily põe em prática seus planos de dominação mundial com seus robôs, Rock pede para ser transformado em robô de batalha para detê-lo, e assim surge Rockman, o nosso Mega Man. O resto é Wily tentando dominar o mundo e você, Mega Man, impedindo a cada jogo da série. Muitos robôs aparecem ao longo dos games, alguns deles marcantes, como Zero (o robô muito mais forte e legal que apareceu pela primeira vez na série X, e ganhou seu próprio game em Mega Man Zero), Bass (Forte no original japonês, é um robô com as mesmas habilidades de Mega Man, só que melhor e ao invés de um cachorrinho vermelho fofo, ele tem um lobo roxo como companheiro) e o próprio Protoman, claro.



O Jogo

Mega Man é uma série majoritariamente em 2D (o de Nintendo 64 era 3D), tipo plataforma mesmo. Um arcade daqueles mate todos na tela e siga em frente até o chefe da fase, como um beat them up, mas com tiros, robôs e um nível de dificuldade absurdo, dependendo do game, claro. Nos games, você é o robô azul que dá nome à série, que tem um canhão no braço direito e tem a habilidade de absorver o poder dos chefes que vence. adquirindo um tipo diferente de tiro. A movimentação é simples nos primeiros games, apenas andar e pular, mas vai evoluindo, ganha uma espécie de escorregadinha pra frente (no terceiro jogo para Nintendinho), a possibilidade de usar um robô cachorro chamado Rush em forma de jet para voar, usá-lo como nova armadura e poder dar uma espécie de segundo pulo com um foguetinho, dar um pequeno dash pra frente, escorregar pelas paredes... tudo depende do game em questão, mas a lógica universal é única. Mega Man ganhou várias séries diferentes, nas quais tinha poderes diferentes também, que variavam desde encontrar um novo tipo de armadura em cabines até a adquirir a habilidade de usar a espada de Zero, mas continuava sendo um game de aventura com um nível de dificuldade maior do que o pessoal gosta hoje em dia.



As séries






Mega Man

Essa é a original e a mais querida entre a população mundial que teve um Nintendinho. A história é basicamente a que eu contei lá em cima, com Dr. Wily sendo o vilão (que pode ter esquecido as levantadinhas de sobrancelha que ele dava quando chegava pra te comer na porrada). Vou falar carinhosamente sobre elas mais pra baixo, uma por uma, até porque elas merecem mais amor (8 bits é só com amor mesmo, né?). Pra ter uma noção, nos dois primeiros jogos dessa série, os dois botões do contole de NES foram levados muito a sério: Mega Man só pula e atira. Mais nada. A simplicidade, apesar disso, não é uma coisa ruim e não tornava o jogo fácil, muito pelo contrário, ele é dos mais complicados de zerar, principalmente se você não tem as malícias dele. Mega Man tem uma característica clássica que perdura em todas as séries dele: quando se mata um chefe de fase, o poder dele é absorvido. Mega Man ganha um novo tipo de tiro que será mais forte contra alguns personagens e chefes do jogo. Do primeiro ao sexto, foram feitos em 8 bits para Nintendo, o sétimo título veio para Super Nintendo, mas manteve a jogabilidade simples, apesar de ter muito mais recursos. Mega Man 8 era de Playstation, e tinha gráficos bem mais coloridos, mas eu não gostava muito, particularmente. Depois disso, acreditem se quiserem, o visual 8 bits voltou nas versões seguintes e ficou. Quem quiser saber detalhes sobre cada game dessa série, pode dar um pulo no nosso outro post, os 10 jogos originais de Mega Man :D





Mega Man X

A série X se passar muito tempo depois da original, Dr. Light e Dr. Wily já morreram, os vilões são os Mavericks, robôs que começaram a causar o caos. Para controlar a situação, um grupo de robôs super bonzões é criado (entre eles o nosso Zero) e seu líder é Sigma. Com o tempo, Sigma se desvia de sua meta e se torna um Maverick. Quem tem que derrotar esse cara? Você, claro. Mega Man X tem 11 games e é a série em que as coisas começam a ficar feias. Antes, eles deixavam os E Tanks em pontos da fase que dava pra ver, pelo menos, agora resolveram esconder tudo. Aqui, você controla X, o robô super poderoso que Dr. Light fez quando ainda era vivo. Quando criou essa versão de Mega Man, o velhinho achou que ele era forte demais e encerrou o poder dele em uma cabine. E essa coisa de cabines está muito presente no jogo. Existe uma armadura especial para X, dividida em cabeça, corpo, braços e pés, que está escondida nas fases. Aqui, Rush não aparece mais, os carregadores substituíram os E Tanks (são 4 e se enchem sempre que você pega uma energia quando a sua está cheia), e a escorregadinha é substituída por um dash muito útil. Mega Man agora também escala paredes, porque é capaz de escorregar por elas. Além disso tudo, pode aumentar sua energia se encontrar os "corações" escondidos pelas fases e também consegue dar tiros carregados dos poderes que adquire nos chefes (quando tem a parte da mãozinha da armadura especial).



Nessa série, também existiam cabines escondidas que davam poderes especiais, como soltar um Hadouken, um Shoryuken, ter armadura durada, negra, coisas assim... E era bem difícil descobrir tudo isso na raça. Para se ter uma noção, o Hadouken de Mega Man X se conseguia assim: se você tem todos os power ups e derrotou todos os chefes, deve entrar na fase do Armored Armadillo e usar o último carrinho da mina (o terceiro) para saltar para a morte em uma plataforma elevada em cima da portinha do chefe, onde tem uma energia, e logo em seguida sair da fase. Repita o processo 3 vezes e aparece a cabine com Dr. Light vestido de Ryu. Dureza, né? O legal é que o Hadouken matava qualquer inimigo de cara, mas só dava pra usar com a barra de vida cheia. Nesse link aqui, dá pra ver onde e como fazer essas coisas em vários games da série X. Não vou colocar aqui hoje porque o destaque é para a série original, mas quem sabe em outro dia, né?


Mega Man Zero


É a terceira parte da história que começou no Nintendinho e continuou na série X. Foi lançada em 2002 para Gameboy Advance. Separei ela dos jogos pra portáteis (estão logo abaixo da maior pérola
trash de Mega Man, scroll down se você for curiosíssimo.) por um motivo: é o jogo que coroa o grande desejo de 90% dos gamers Mega Maníacos do mundo. Finalmente fazem um jogo cujo personagem principal é o nosso amado Zero! Se você é algum tipo de alien e não sabe (tudo bem, mas conheça e ame ele agora), Zero é um robô como Mega Man, só que muito mais forte ,bonito e legal. Ele aparece na série X, sendo personagem jogável (mas não o tempo todo) à partir de Mega Man X3. O legal do Zero é que ele tinha uma espada verde que matava com muito menos suor, mas os tiros de canhão dele (enquanto ainda existiam, porque em alguns jogos da série X ele passa a usar só a espada) também são uma boa pedida. Em Mega Man Zero, a história deeeee novo se passa muito tempo depois da série X. Aqui, Zero acorda muitos anos depois de ter derrotado Sigma com seu amigo X e se depara com um mundo diferente (ah vá). A paz foi alcançada, mas a um custo alto: existem campos de concentração e extermínio de reploids (os robôs, você já sabe), que são acusados injustamente de rebelião contra os humanos. E não é só isso, o grande chefe desse extermínio é o clone do nosso Mega Man, o Copy X! A missão de Zero é juntar-se à resistência e lutar contra o.. robocídio [?] para finalmente estabelecer a paz. O enredo desse game é bem mais adulto, bem amarrado mesmo. Parece bem legal, eu até fiquei com vontade de zerar as três versões de Mega Man Zero. Como essa série é particular e promissora, deixo aqui um vídeo do gameplay também (tem as continuações!). E se você ficou com vontade, pode clicar aqui e jogar essa versão online sem compromisso pra tirar um pouco da água na boca.



Mega Man Legends / Mega Man 64

Esse foi lançado para Playstation em 1997 no Japão e 1998 nos EUA; depois em 2000 para Nintendo 64 com o nome de Mega Man 64. A série teve apenas dois jogos (a terceira parte seria lançada para DS, mas foi cancelada para desespero dos fãs). Foi a primeira edição de Mega Man totalmente em 3D, com aquele jeitão poligonal bizarro que nós amávamos e achávamos super tecnológico. Imaginem que os controles de playstation ainda não tinha a versão dual shock (o analógico que sua mãe não queria comprar pra você), por isso, para fazer o personagem virar, você tinha que usar os botões de ombro L e R, difícil de acostumar e bem frustrante, mas mesmo assim foi um jogo bem recebido por ter efetuado o salto para as três dimensões. A jogabilidade era parecida com a de Legend of Zelda: Ocarina of Time, jeitão de RPG, com Mega Man andando por cidades, ruínas e cavernas e acumulando a moeda local para comprar power ups de armas de sua irmã Roll. Esse Mega Man usa seu canhão Mega Buster e outras armas também, o que é curioso. Aqui também tem o fator vestimenta: as armaduras e capacetes oferecem proteções em níveis diferentes. Reza a lenda que é uma experiência legal...






Mega Man X: Command Mission


Já pensou em Mega Man numa versão RPG de turnos? Parece meio maluco, mas é exatamente a proposta desse game de Playstation 2 e Gamecube. A história é aquela coisa repetitiva de sempre.
Num mundo futurista (aqui é o século XXIII), descobrem um novo metal pra melhorar os reploids (tipo de humano-máquina, como o Mega Man), e os Mavericks (robôs desviados da série X) tentam pegar esse novo metal, mas os Maverick Hunters, entre eles, Zero, X e Axl (que estão na capa do jogo) é que vão resolver essa parada. Esse game tira toda a característica básica de Mega Man, na verdade. A cronologia da história obriga o jogador a seguir uma ordem nas stages, algo que nunca tinha acontecido, além disso, os inimigos aparecem randomicamente, diferente das posições marcadas que a gente decorava nos Mega Mans clássicos. Ele tem tudo de RPGs e muito pouco de Mega Man, o que faz dele muito mais um RPG com Mega Man do que um jogo de Mega Man em forma de RPG. Deu pra entender? É um jogo muito mal avaliado e não foi bem recebido pelo público ou seja, uma bosta.


Mega Man diferente



Essa é definitivamente a coisa mais maluca que a Capcom fez com essa série. Imagine que os robôs malvados resolveram dominar o futebol e Mega Man precisa salvar o mundo da bola também... forçaram a barra, né? Mas é isso mesmo. Nesse game de Super Nintendo que não fez o menor sucesso, você tem Mega Man, Protoman e mais 18 outros robôs memoráveis da série clássica (fora o Dr. Wily secreto), todos jogando futebol. Dava pra escolher formação, e dava pra usar um tiro ao gol especial que era único (mas limitado) para cada tipo de robô, que servia pra fazer gols de um jeito fácil. O legal é que sim, eles tinham fraquezas como no jogo. Se você pusesse Enker no gol, o único poder especial que passaria por ele era o do Protoman. A jogabilidade no quesito futebol era sofrível, quase tão desenvolta quanto um jogo de NES seria, mas eu confesso que aluguei bastante esse na locadora perto de casa quando era pequena.



Versões para Portáteis





Não me atrevo a falar muito dessas séries, especialmente porque não as joguei como se deve para falar. Nessa divisão temos Mega Man ZX, que foi lançado em 2006 pra Nintendo DS, não tem muito a ver com o estilo de Mega Man e Mega Man X no visual, mas a jogabilidade é até que semelhante, ele se passa 200 anos após a versão Zero; Mega Man Battle Network, para Gameboy Advance, é a primera versão do jogo num formato RPG (com dois campos quadriculados, turnos e estratégia e os inimigos são vírus de computador. Nada a ver com a versão original do game), no qual a história se passa em uma dimensão diferente, com um menino chamado Lan Hikari como protagonista ao lado do MegaMan.exe (que estão na capa do jogo, logo ali); Mega Man Star Force, também de DS, se passa 200 anos depois da Battle Network e dá uma viajada boa na história, misturando tudo com aliens e um garoto órfão com medo de socializar. O jogo é meio esquisitinho perto dos na série original, tem meio que cara de Pokémon, não parece Mega Man de jeito nenhum; e Mega Man Xtreme para Game Boy Color está situado na história entre Mega Man X e X2, lembra bastante os dois mesmo. Na verdade, a primeira fase do primeiro Mega Man Xtreme é exatamente a primeira fase de Mega Man X. Compare esse vídeo (malz pelo americano mala...) e esse e você verá. Esse até deu vontade de jogar  porque os outros são cagados. 



4 Dicas para nunca ser enganado por Mega Man


Essa é a posição do item EXIT em Mega Man 7, na fase de gelo, pode cavar lá que acha.

Não me atrevo a querer dar dicas pra todos esses jogos. Acredite, é coisa pra caramba, Mega Man é uma série daquele tipo que tem coisas escondidas em cada canto, até embaixo da terra. (é sério, tem como cavar...). Como fica muito complicado (e mais longo do que já está =]) falar onde está tudo em todos eles, ao invés de dar o peixe controle, vou ensinar a jogar. E você, enfezadinho do oceano que quer todas as respostas prontas, fique calmo. Se você não quiser achar os segredos por conta própria, olhe aqui nesse site que ele te conta onde e como se faz tudo. Eu acho muito mais legal e sangue no zóio procurar, mas é sua escolha.


O jogo difícil pode ficar muito fácil


Essa é uma dica para iniciantes MUITO no começo. Todo mundo que jogava essa série sabe que, se você seguir a ordem correta de fases, fica tudo muito mais fácil. O chefes de cada stage são sempre vulneráveis a um poder específico conseguido em outro chefe. A dica aqui é começar (o primeiro tem que ser na raça mesmo) no que seja mais fácil com seu tirinho normal e depois ir de chefe em chefe sempre usando a arma que é seu ponto fraco. Na minha época (não sou tão velha assim, ok?), você precisava descobrir isso na raça mesmo. Como eu sou muito legal, contei a ordem dos chefes em cada Mega Man lá em cima, mas quem quiser ver a ordem de outros games da série (ou ver as fraquezas dos chefões) pode procurar aqui, ó.


Buracos nem sempre são sinônimo de morte



A gente nunca sabe quando vai ter uma maracutaia dessas. Nos jogos que é possível descer escorregando pelas paredes com os pés, sempre que tiver um buraco mais alto, tente descer um pouco para ver se tem alguma coisa. A câmera acompanha o seu movimento se o buraco for desses filhos da p traquinas que tem coisas boas escondidas. Nos Mega Man que ele apenas escorrega, a lógica é parecida. Isso sem contar que à partir das versões de Super Nintendo, ficou muito comum a existência de paredes falsas e que quebram, queimam ou mudam de lugar...


Parede do alto suspeita? Challenge Accepted!


Mesmo que pareça que não dá, muitas vezes dá. Em vários Mega Mans (especialmente os da série X) tem updates de armadura escondidos pelas fases, carregadores de energia, enfim, itens que facilitam a sua vida. Alguns desses itens podem ajudar a pular mais alto, ou correr, saltar à frente, dar um impulso no ar... esses clichês que a gente adora nos videogames. A dica aqui é ficar de olho em todos os cantinhos que estejam diferentes. No caso dessa imagem de Mega Man X (SNES), esse cantinho da parede de cima, à esquerda, é feito de blocos que são destruídos quando você escorrega por eles usando as botinhas da armadura especial (conseguida nas cabines espalhadas pelas fases). Para conseguir pular ali é meio sofrido, dá pra pular na raça com dash, mas ajuda se você já tiver a parte do braço da armadura (que deixa carregar os poderes conseguidos nos chefes) e o poder de fogo (que você consegue derrotando o Mamute, chefe dessa mesma fase).












Essa parte de cima é outro caso, o de pular com tudo para encontrar uma parede que tinha potencial de ter coisas, mas não te deixava subir no nível dela. Muitas vezes é um faith jump meeeesmo, principalmente em na série X, que não tem o cão robô Rush em forma de Jet pra salvar a pátria.


Munição de Megaman = Bombril




O trocadilho é meio ruim, mas é verdade. A maioria das armas especiais é mais versátil do que parece. Muitas vezes, além de ajudarem com os chefes, elas podem ter efeitos sobre o cenário que te levam a lugares com coisas boas. Tiros de gelo congelam lava (ah vá), bumerangues podem pegar coisas que parecem inalcançáveis, fogo pode incendiar coisas, mísseis podem explodir ou carregar o Mega Man pelo ar, e tiros elétricos, como o da imagem acima, de Mega Man 7, podem ligar coisas ou iluminar o caminho. Usar a lógica pode ajudar muito nesses casos, e tentar nunca é demais em Mega Man.

Essa o Protoman conta que dá pra fazer, mas antes, você precisa ter encontrado ele, claro...


Pra finalizar com os Mega Mans e adicionar um imperdível e um fácil de jogar (mesmo pra quem não tem consoles, portáteis ou um PC bom), aí vão as duas cerejas desse bolo.

Street Fighter X Megaman



Essa coisa mais linda do mundo foi lançada no dia 17 de dezembro e está disponível para download gratuito no site da Capcom-Unity. Foi desenvolvido por um fã de Singapura (onde?), e oficialmente disponibilizada para download para comemorar os 25 anos de Mega Man. Não tem segredo nenhum, é exatamente o que parece: Mega Man lutando contra os personagens de Street Fighter, mas não em estilo joguinho de luta, em estilo Mega Man 8 bits do Nintendinho. Uma fase difícil, cheia de bichinhos, espinhos, buracões e segredinhos precede a luta contra o chefe. Olha aí embaixo quem eles escolheram para ser os representantes do jogo de luta mais vendido do universo. Chun Li, Crimson
Viper, Dhalsim, Blanka, Rose, Rolento, Urien, e Ryu são os chefes de cada fase, e se completa o time de adversários como esperado, com Balrog, Vega e M. Bison. Além deles, também tem Dan, que não é um personagem jogável (ele aparece para você testar seus novos poderes, haha!) Senti falta do Sagat, mas não dá pra reclamar. O jogo ficou bem legal, super a cara de Mega Man mesmo, mas sem trair as tradições de Street Fighter. Os chefes têm duas barras de energia, a de vida e a de especial [!!], conforme você bate no chefe, ele acumula energia e pode soltar o especial em você a qualquer momento, tornando o jogo ainda mais especial. Além desse povo todo, tem um HERE COMES A NEW CHALLENGER possível também, que, obviamente, é o Akuma (veja a participação dele nesse vídeo). Pra jogar contra Akuma, não pode usar nenhum continue, ter pelo menos 4 perfects contra os chefes e derrotar Bison, mas Akuma começa com o poder especial carregado (que é o Shun Goku Satsu, claro).


Nunca achei que teria ataques de fofura olhando pro Dan...

A ordem dos chefes é fácil, é exatamente a que eu disse ali em cima, o chutinho que Mega Man ganha de Chun Li serve para acabar com C. Viper, o laser dela facilita derrotar o Dhalsin, derrotando o mestre indiano, você ganha o Yoga Inferno ali de cima, que serve pra queimar o Blanka, do nosso representante brasileiro você ganha uma melancia. É, então, seu canhão cospe uma melancia que pode ser empurrada, chutada ou ajudar a dar um pulão alto. De melanciadas se mata Rose, que dá um poder que deixa duas bolinhas de energia circundando Mega Man, e podem ser atiradas também. Elas servem pra destruir Rolento, que dá granadas para matar Urien, e com os poderes do nosso
peladinho de Street Fighter III, você pega Ryu. Por fim, o hadouken ajuda com Chun Li. Eu comecei tanto pelo Ryu, quanto pela Chun Li. Achei mais fácil derrotar o Ryu com o tiro inicial, mas dá pra começar por outros também. Vai de você. Os tiros especiais ajudam nos chefões maiores também. Balrog usei as Rolento's grenades, pro Vega distribuí os chutinhos que aprendi ao derrotar a Chun li e no M. Bison, usei o laser da C. Viper. Aliás, o laser dela é bem útil nas fases também. Ele mata os bichinhos bem rápido. Pra quem se interessou, é bem levinho e fácil de baixar, não precisa instalar, funciona sim com aquele seu joystick pra PC e é bem divertido. Quem ainda está e dúvida, dá uma olhada nesse trailer esperto aí embaixo.





Super Mario X Over


Mario? Mas não era Mega Man? É, é, calma. Esse game é uma coisinha boba em flash que eu encontrei e achei muito divertida. Perdi um bom tempo brincando disso. É remake com cross over cuja base é em Super Mario Bros do Nintendinho. Ou seja, um jogo que deixa você escolher personagens diferentes do Mario pra jogar e passar as fases, e um deles é o Megaman! O game permite que você escolha se quer jogar com um personagem, com todos randomicamente e deixa salvar. Além disso, pode escolher o console que quer simular. Os personagens são Bill Rizer, da série Contra; Link, de Legend of Zelda; Mario e Luigi (derh), Mega Man e BassRyu Hayabusa, de Ninja Gaiden; Samus Aran de Metroid; Simon Belmont, de Castlevania e SOPHIA III, de Blaster Master. Todos eles com suas habilidades e limitações originais respeitadas. Vocês não imaginam como é legal atirar em um Goomba! Pra quem quiser jogar, o link está aqui.




Só pra finalizar, deixo mais dois últimos presentes pra quem gosta de papercraft e quem gosta do visual Mega Man aplicado a outras cosas, como foi com o Street Fighter. Isso é tudo, pessoal :D







Abra isso bem grande e tenha um ataque de amor com tanta gente em forma de megaman 8 bits