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Trending Topics - Ciberativismo



Nessa semana de Carnaval ironicamente vamos falar de coisa séria: ciberativismo, mais especificamente as petições e abaixo-assinados online. Em meio as notícias sobre os desfiles  das escolas de samba cariocas e paulista é possível encontrar diversos compartilhamentos da campanha pelo impeachment de Renan Calheiros da presidência do Senado Nacional. Frente a esta enxurrada de links, fica a dúvida: essas petições e abaixo-assinados online realmente funcionam?


O que é ciberativismo?

Ciberativismo (ou cyberativismo) é uma forma de ativismo realizado através de meios eletrônicos, como redes sociais, blogs e sites voltados especialmente a este fim. Segundo seus praticantes, o ciberativismo é uma alternativa à exposição nos meios de comunicação de massa tradicionais, vítimas do monopólio de opiniões. Também é uma forma mais livre de se expressar e tentar causar algum impacto.
Foi na década de 90, nos primórdios da internet, que surgiram os primeiros vestígios do ciberativismo. Entre  1995 e 1998, a revista americana "Z Magazine" ofereceu cursos online, em parceria com a Left Online University, cujo tema era "Utilizar a internet e sistemas eletrônicos para o ciberativismo."
O ciberativistas buscam apoio para suas causas (sejam elas ambientais, políticas ou sociais) através da internet e de outros meios midiáticos; através da divulgação e da promoção de debates, estabelece-se uma rede de solidariedade. Outros pontos que contam a favor do ciberativismo são o baixo custo e a eficácia com que se consegue uma resposta da comunidade virtual.


Os críticos do ciberativismo afirmam que os protestos se restringem ao ambiente virtual, caracterizando o slacktivism, conhecido no Brasil como "sofatismo" ou "ativismo preguiçoso", feito para aliviar a consciência pesada dos internautas; entretanto, não é isso que ocorre. Além da mobilização virtual, ainda é necessária a existência do ativismo real, completar à ação online. Ainda é necessário o comprometimento e conhecimento do ativista pela causa que defende e não apenas um clique qualquer.
Vários pesquisadores, como Don Tapscott e o brasileiro André Telles, já se dedicam a estudar a influência da internet e das novas gerações nas estruturas políticas e economicas. A internet vem cada vez mais se firmando como uma reprodução do mundo real, com suas próprias versões de comportamentos e ações que são muito semelhante ao que ocorre fora do mundo virtual, como, por exemplo, os abaixo-assinados na web.

Saem o papel e a caneta, entram o teclado e telinha

Desde 2007 surgiram vários sites especializados em abaixo-assinados online, sendo o principal deles a Avaaz.org, atualmente disponível em português. Avaaz, que significa "voz" ou "canção",  é uma ONG que foi lançada em 2007 com a missão de mobilizar pessoas de todo os países por um mundo mais próximo daquele que idealizamos.
A Avaaz já mobilizou milhões de pessoas no apoio a causas internacionais urgentes,  que abrangem desde pobreza global até os conflitos no Oriente Médio e mudanças climáticas. O modelo de mobilização online  utilizado permite que milhares de ações indivíduais, que podem até ser consideradas pequenas, ganhem o  poderoso apoio da coletividade. Operando em 15 línguas e contando com uma equipe profissional presente em quatro continentes e voluntários de todo o planeta, a Avaaz divulga petições, financia campanhas de anúncios, faz contato com governos, organiza protestos e eventos nas ruas. Atualmente são aproximadamente 19.252.000 membros espalhados por 194 países do globo, com 109.307.092 ações realizadas desde sua fundação.


A Avaaz é a a mais conhecida das organizações voltadas ao ciberativismo, mas também há várias inciativas nacionais neste sentido, como o pioneiro Petição Pública. Até o momento de sua fundação, em 2008, não existia um site nacional que disponibilizasse um serviço público para o alojamento de abaixo-assinados (também conhecidos como petições públicas) online. O objetivo do site é "constituir um serviço público de qualidade a todos os cidadãos brasileiros", uma vez que, até então, a grande maioria dos sites de abaixo-assinados online não estavam disponíveis em português, o que dificultava sua aderência no país. 
Os abaixo-assinados são um dos mais antigos métodos de participação popular na democracia; porém ainda há dúvidas quanto a eficácia de suas versões digitais. Na opinião de diversos especialistas (desde advogados, até cientistas políticos e estudiosos de mídias digitais) as petições online podem ser uma forma de pressão política tão eficiente quanto suas semelhantes tradicionais. E, assim como nos abaixo-assinados "reais", há a chance de não fazerem diferença alguma. Porém, basta olhar a página de destaques da Avaaz para descobrir que grande parte das ações tem sim resultado. Por exemplo: aposto que a maioria das pessoas não sabia que a aprovação Lei da Ficha limpa teve um dedinho da galera da Avaaz (foram mais de 2 milhões de assinaturas!!!). E o abaixo-assinado pela cassação do mandato do Renan Calheiros que eu citei lá no começo já atingiu mais de 1,4 milhões de assinantes em menos de duas semanas, o que já anima alguns dos principais movimentos contra a corrupção.

"Então eu posso criar abaixo-assinado pra tudo que eu quiser?"

Poder, até pode. Mas se não houver coordenação e fiscalização da campanha, ela logo cairá no esquecimento do Arquivo Geral. É devido a falta de organização que muitos projetos acabam esquecidos: não há comprometimento para levar a proposta até o fim. Nesse quesito a Avaaz se destaca: quando uma “petição online” é publicada no site, ela vai até o fim. 
Outro problema associados às petições online é que nada garante que todos as pessoas que a assinaram são reais, o que pode dificultar a sua legitimação.


Agora que você já sabe que seu apoio pode ajudar na resolução de várias causas, que tal dar uma forcinha para alguma com a qual você se identifique tipo convencer o governo a pagar as contas do Comando Login? Pior do que o sofatismo é a falta de mobilização. Basta um clique.

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Mundo Gamer ep 30 - Novidades Xbox e Dead Space 3


PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Wagner Alves (o Shakira), Felipe Navarro (o Bagaço), Rafael Rodrigues (o Noia) e Bruno Marise (o Fronha) discutem as novidades tristes da Microsoft em relação ao novo Xbox. Conexão com internet permanente? Jogos com exclusividade de console? Acerto ou erros?
No Game de Ponta dessa semana, o novo survivor/horror que mostra para Capcom de Resident Evil como equilibrar medo e ação em um jogo no review do Bagaço de Dead Space 3
Mais com notícias sobre GTA 5, Assassin's Creed 3 e abertura de mercado na China. 

Link de Gabriela Brandão humilhando Jovem Nerd na Campus Party 6 aos 23 minutos do vídeo. 
http://www.youtube.com/watch?v=j5FJq6Ljj94&feature=player_embedded

Link para Gameplay de Dead Space 3
http://www.youtube.com/watch?v=sFNoMn6gjF0


Para ouvir a esse programa só dar o play abaixo e para fazer o download clique aqui.
Lembrando que estamos também no iTunes.
Assine nosso Feed em http://www.spreaker.com/user/4817184/episodes/feed


Para falar com a gente é:
pela página do Feice 
- pelo Twitter: @comandologin
- pelo e-mail: comandologin@gmail.com 

Ilustração de capa por Alex Benito

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[Especial] Cultura japonesa nos games: Desenvolvimento - Pt. 2

A-HÁ! Pensou que não veria mais uma parte do nosso especial tão cedo né? Enganou-se!
Aqui vamos tentar esclarecer melhor o último post e aprofundar sobre questões importantes para o andamento do nosso especial.

Observação importante: O post sobre design trata de apenas UM dos vários elementos que envolvem o desenvolvimento dos jogos, mas era um tema de muita importância, afinal a primeira coisa que vemos... é o que vemos (por mais redundante que seja, é verdade), logo, falar sobre o visual é importante.

Muito bem... você deve se lembrar sobre a comparação que fiz no último post deste especial (caso não lembre ou não tenha visto, GTFO!!! é só aí clicar no link) e, entre as características semelhantes que apontei entre os dois jogos, estava o melhoramento de suas armas e habilidades. Talvez você venha a discordar de alguma forma pois engula essa!, mas esse sistema de melhoramento de armas é uma das influências que vêm do "pensamento japonês" (já falamos disso no primeiro post do especial). Para ajudar a explicação, comparemos, desta vez, os jogos do post anterior (Devil May Cry 3 e God of War) com algum Prince of Persia do bom e finado Playstation 2, usemos o segundo da série: Warrior Within.


Por que a série PoP?

Nada de segredo aqui, isso se deve ao fato da série ter algo em comum tanto a GoW quanto DMC 3: ser um jogo de ação e aventura. Além de poder fazer um upgrade na sua quantidade máxima de vida e magia (no caso, "contêiner" de areias do tempo), os três jogos contam com diferentes tipos de puzzles que devem ser resolvidos para avançar algumas partes do jogo. Agora que já provei alguns pontos em comum entre os jogos, vamos ao que interessa: as armas.

"Por que as armas?" Simples: diferente de GoW e DMC 3, não existe sistema de upgrade individual para cada arma, você mal pode escolhê-las livremente, lembrando que no Warrior Within você encontra as armas secundárias de forma aleatória, seja quebrando apoios ou derrotando inimigos para conseguir suas armas. Outro detalhe importante: estas armas secundárias são descartáveis! (não, não são feitas de plástico, mas porra, são tão sensíveis que devem chorar vendo Friends e dizendo algo como "Porque o  Ross e a Rachel não se acertam?") A parte interessante é que o jogo dá muitas oportunidades de trocar ou ganhar uma arma. "Tá, mas... e daí?" Daí que devemos fazer uma se liga aí que é hora da revisão: lembra que falei sobre o Bushido enquanto explicava as influências do pensamento japonês? Então, basicamente o Bushido (que veio de uma mistura de Xintoísmo, Budismo e Confucionismo) fala, entre muitas outras coisas, sobre a arma como extensão do guerreiro, ou seja, a arma (geralmente, a famosa katana, vulgo "espada japonesa" ou "espada samurai") não era apenas um instrumento, tinha "alma". Além de uma extensão, ela era parte inseparável do guerreiro (em jogos atuais isso se traduz de várias formas, pode ser uma roupa, uma nave, entre muitas outras coisas), representava a sua força interna (já viu algum anime ou jogo em que o herói perde sua arma/veículo/whatever para o inimigo, mas este não consegue usar a arma de forma tão eficaz quanto o herói? Se isso parece muito diferente/inédito/revolucionário pra você, é melhor rever sua infância). Relembrou? "Na verdad..." Ótimo, isso é o que você precisava saber por hora, guarde com carinho.

Seguindo, lembra que falei no começo do parágrafo anterior sobre Warrior Within não ter sistema de upgrade de armas e sobre as armas descartáveis? Podemos dizer, então, que o sistema de melhoramento (upgrade) de armas é de origem japonesa, afinal, você melhora suas armas conforme você ganha "experiência" de batalha, você "cresce" como guerreiro com sua arma. O uso de armas como instrumentos (descartáveis, caso se tornem inúteis) de luta é uma característica mais ocidental, mas, claro, há excessões de ambos os lados (vide GoW, por exemplo).

E mais uma parte do nosso especial de cultura japonesa nos games termina aqui, mas não desanime, ele ainda não terminou. Dúvidas? Comentários? Reclamações? É só deixar aí embaixo nos comentários. Inté.

つづく。。。
(Continua...)

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Dead Space 3 (PC, PS3, X360) - Game de Ponta

Dead Space foi por muito tempo a franquia que se consagrou como o Resident Evil dessa geração, então vocês podem imaginar meu desespero quando nos primeiros minutos de Dead Space 3 eu estava me agachando e atirando em pessoas com armas em uma cidade, e não no espaço gritando e correndo de zumbis alienígenas. Mas a minha tristeza sumiu bem rápido, depois da decepção inicial Dead Space 3 me deixou paranoico e desesperado. Missão cumprida.


O jogo começa com Isaac sendo arrastado para mais um lugar cheio de Necromorphs, Tau Volantis, um planeta congelado em um ponto remoto da galáxia e coincidentemente o planeta de origem dos Markers, aqueles obeliscos gigantes que deixaram ele louco e transformam as pessoas em zumbis. É nesse planeta que                                              nosso engenheiro favorito pretende descobrir como desligar os Markers e salvar a humanidade para sempre. Isso tudo enquanto ele é perseguido pelos "Unitologistas", um grupo de religiosos que consideram a transformação em Necromoprh uma evolução. Durante sua jornada Isaac Clarke vai encontrar detalhes sobre a história do planeta e dos Markers, em forma de relatórios e diários espalhados pelo cenário. Apesar de serem meio monótonas no início, essas informações adicionais ficam muito interessantes nas últimas horas do jogo.

 Na verdade, o jogador não pisa em Tau Volantis até mais ou menos a metade do jogo. Antes disso você terá que explorar algumas naves abandonadas próximas ao planeta. Apesar de ser um pouco decepcionante, os corredores escuros de Dead Space 3 continuam tão assustadores quanto os de seus antecessores. Quando Isaac finalmente começa a explorar o planeta congelado a porra fica séria a série se supera, com um ambiente aberto os inimigos podem vir de qualquer lugar, Necromorphs pulando de dentro da neve me fizeram pular da cadeira mais vezes do que eu gostaria de admitir.

Falando em monstros, os inimigos de Dead Space 3 conseguem ser mais grotescos e bizarros do que nunca, eles são mais "humanos" do que nos jogos anteriores, o que acabou deixando a aparência dos coitados mais revoltante do que nunca. Outra mudança é a velocidade dos Necros, eles estão bem mais rápidos, o que pode causar alguns momentos de desespero quando eles aparecem em grandes números. Apesar de algumas coisas terem mudado, a mecânica principal continua sendo a mesma, atirar nos braços e pernas é a prioridade aqui. "Perna, perna, braço. Perna, perna, AAAAH PORQUE TEM UM ATRÁS DE MIM? POR QUE????!!!!!!"

Desde o anúncio do terceiro jogo da franquia, a EA foi criticada por algumas adições que foram anunciadas para o título, principalmente o novo modo cooperativo, um sistema de criação de armas e microtransações. Enquanto as duas primeiras novidades podiam acabar com o aspecto de terror da franquia a terceira é... é só maldade mesmo, não posso nem defender o jogo aqui. Mas os fãs de terror podem ficar tranquilos, o modo cooperativo é completamente dispensável; existem alguns desafios exclusivos para dois jogadores espalhados pelo jogo, mas novamente, são dispensáveis. O modo de criação de armas é um brinquedo interessante por um certo tempo, mas a maioria das criações mais absurdas não são nem um pouco úteis e vale mais a pena investir no bom e velho Plasma Cutter.

Uma outra novidade foi uma surpresa extremamente agradável: side-quests. Uma vez ou outra os colegas de missão de Isaac podem avisar sobre um área a ser explorada, essas missões são opcionais e normalmente recompensam o jogador com novos módulos para customização das armas e as histórias mais malucas e aterrorizantes que Dead Space pode oferecer. Algumas podem passar despercebidas, então sempre dê uma olhada nas suas missões antes de prosseguir com a história principal, ou você pode se arrepender.


Sim ou Não?

Sim. A Visceral Game conseguiu melhorar mais uma vez o que já era um ótimo jogo; você ainda vai desmembrar Necromorphs desesperadamente enquanto tenta recuperar sua vida, nisso quase nada mudou, mas a história de Tau Volantis e o mistério dos Markers deixam o jogo muito mais intrigante e é difícil largar o controle depois das primeiras horas. Dead Space 3 ainda tem suas falhas, alguns tiroteios contra Unitologistas tiram o jogador da tensão de sempre e o modo de criação de armas poderia ser mais útil, mas esses defeitos quase não afetam a experiência final.

Felipe Navarro

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Trending Topic - Facebook

No dia 4 de fevereiro de 2004 nascia a maior rede social existente até hoje: o Facebook. Todo mundo usa, mas pouca gente conhece a história (a não ser quem assistiu "A Rede Social", que tem lá seus momentos ficcionais) desse website que já concentra mais de um bilhão de viciados usuários.

The Facebook: o início


O Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo Saverin (que por sinal é brasileiro), Dustin Moskovitz e Chris Hughes. Inicialmente, a entrada na rede social era limitada aos estudantes da Universidade de Harvard - onde em menos de um mês, mais da metade dos estudantes já havia se registrado no serviço - mas logo foi expandida para outras faculdades na área de Boston, da Ivy League e da Universidade de Stanford. O nome do serviço, inclusive, deriva do nome coloquial dado ao livro de alunos  feito no início do ano letivo por algumas administrações universitárias americanas para ajudar os alunos a se conhecerem. 

Interface em  2004


Ainda em 2004, no final do ano letivo, Mark e Dustin se mudaram para Palo Alto, polo tecnológico dos Estados Unidos e sede de muitas startups. Eles alugaram uma casa perto da Universidade de Stanford, onde se juntaram a Adam D'Angelo e Sean Parker (o fundador do Napster). Em setembro daquele ano, Divya Narendra, Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, proprietários do site HarvardConnection (ou ConnectU) decidiram processar o Facebook, sob a alegação de que Mark Zuckerberg teria utilizado ilegalmente o código do HarvardConnection, ao qual ele tinha acesso. A ação não procedeu. Na mesma época, o Facebook recebeu aproximadamente US$500.000 de Peter Thiel, co-fundador do PayPal, como um "investidor anjo". O número de usuários já ultrapassava 1 milhão.

Em agosto de 2005, o Facebook descartou definitivamente o "The" de seu nome e comprou o domínio facebook.com por US$200.000,00. Ao adotar o novo nome, o Facebook também foi "repaginado", tornando-o mais amigável aos usuários. Depois, no mês de setembro, Zuckerberg lançou o Facebook para os estudantes do ensino médio. Embora fosse necessário ser convidados para participar, dentro de 15 dias as redes escolares não mais exigiam uma senha para acessar (embora o cadastro no Facebook ainda exigisse). Em outubro, a expansão já atingia universidades de pequeno porte e instituições de ensino pós-secundário nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, além de ter expandido a vinte e uma universidades no Reino Unido, e algumas universidades no restante da América. Em dezembro de 2005, o website expandiu seus limites até universidades da Austrália e Nova Zelândia, elevando sua dimensão para mais de 2 mil colégios e mais de 25 mil universidades.

Interface em  2005

Em 2006, a pedido dos usuários, o Facebook passou a permitir que estudantes do ensino médio interagissem com estudantes universitários. Nesta época o Facebook recusou sua primeira grande oferta de compra, com o valor de US$750 milhões, e estimou seu preço em US$2 bilhões. Em abril, os investidores aplicaram mais US$25 milhões no site. Em maio daquele ano, a rede do Facebook se expandiu a duas universidades na Índia. No mês seguinte, o Facebook ameaçou pedir até US$100.000,00 ao Quizsender.com por violação de direitos autorais, por copiar ferramentas do Facebook. Em junho, ocorreram pequenas mudanças no site; além disso, foi feita uma promoção em parceria com a iTunes Store, onde membros da Apple Students receberiam gratuitamente 25 músicas por semana até 30 de setembro. Em meados de agosto, o Facebook chegou à Alemanha e Israel. Em agosto o Facebook introduz o Facebook Notes, um recurso semelhante a um blog (com tags, imagens embutidas etc) também permitindo a importação dos serviços de blogs Blogger, Xanga e LiveJournal. Este recurso ganhou posteriormente a possibilidade de comentar as postagens comuns nos sistemas "concorrentes". Finalmente, no mês de   setembro, o Facebook foi aberto a todo o público.

Interface em  2006


No início de 2007, o Facebook anuncia um plano para adicionar classificados grátis em seu website, recurso que ganhou vida em 14 de maio e foi chamado Facebook Marketplace. Também em maio, o Facebook lançou a Facebook Plataform API (sigla inglesa para Interface de Programação de Aplicativos),  para desenvolvimento de aplicações para serem usadas no site. Em julho o Facebook anuncia sua primeira aquisição: Parakey Inc, de Blake Ross e Joe Hewitt. A companhia foi capa da edição especial anual "College" da revista Newsweek. Surge, então, o rumor de que a Microsoft teria interesse em comprar parte do Facebook; o boato foi confirmado um mês depois, quando a empresa de Bill Gates comprou cerca de 1.6% do site, compra avaliada em US$240 milhões. Em novembro de 2007, o Facebook anuncia o Facebook Ads, projeto de marketing que inclui um sistema de sites parceiros para permitir aos usuários compartilhar informações sobre suas atividades neles com amigos no Facebook (Facebook Beacon); a possibilidade de empresas hospedarem páginas no Facebook de várias marcas, produtos e serviços (Facebook Pages); um sistema de veiculação de anúncios baseado no perfil do usuário e de seus amigos e em dados de atividade (Facebook Social Ads); e um serviço de fornecimento de publicidade com empresas fornecendo dados analíticos, incluindo métricas de desempenho (Facebook Insights). Quanto à privacidade, o Facebook afirmava que "nenhuma informação pessoal identificável é partilhada com o anunciante ao criar a Social Ad" e que "usuários do Facebook apenas verão os Social Ads à medida que os amigos compartilharem informações com eles". Ainda em novembro de 2007, são investidos mais US$60 milhões no Facebook.

Interface em  2007

No ano de 2008,  Mark Zuckerberg faz uma oferta de compra milionária ao Twitter, proposta esta que é recusada. Biz Stone (um dos criadores do Twitter) disse que a"rede social de microblogs queria, na realidade, não virar um site popular e sim uma autêntica empresa geradora de lucros, e por isso não tinha interesse em se fundir com outra companhia. Criamos algo que as pessoas acham que tinha valor, mas ainda não fizemos disso um negócio, e nós gostaríamos muito de fazer isso". 

Interface em 2008
Interface em 2009

Em 2010, em parceria com a operadora de celular TIM do Brasil, o Facebook lança o serviço de acesso grátis ao site através do próprio aparelho celular. Apesar do serviço ser grátis para todos os planos, como Pré e Pós-pago, acabou causando muitos transtornos por cobranças indevidas aos usuários Pré-pagos. Naquele ano, 41,6% da população americana tinha uma conta no Facebook. No entanto, o crescimento de mercado do Facebook começou a estabilizar em algumas regiões, sendo que o site perdeu 7 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos e no Canadá em maio de 2011.

Interface em 2010

Já em 2011,o Facebook criou o aplicativo Calendário para marcar eventos e aniversários. Desde abril deste ano, os usuários do Facebook puderam fazer chamadas de voz via Facebook Chat. Esse recurso, que é fornecido gratuitamente através do serviço T-Mobile Bobsled, permite ao usuário adicionar voz ao Chat do Facebook atual, bem como deixar mensagens de voz no Facebook. Em junho de 2011 o Ministério da Justiça do Brasil cobrou esclarecimentos sobre a ativação do serviço de reconhecimento facial, devido à exposição inadequada que isto poderia gerar aos usuários. A empresa também foi processada pela Timeline, por conta do uso indevido da marca. No mês seguinte, o Facebook lançou o serviço de chamadas de vídeo,  em parceria com o Skype, que permite a transmissão de vídeo de um usuário para o outro. Também em julho, autoridades da Alemanha começaram a discutir a proibição de eventos marcados pelo site. A decisão foi baseada em diversos casos de superlotação, ou recepção de pessoas não convidadas a eventos particulares, como o evento do 16º aniversário de uma garota em Hamburgo, que foi acidentalmente configurado como público; 1500 "convidados" compareceram à festa, e após relatos de distúrbios na sobrelotação, mais de uma centena de policiais tiveram de ser destacados para controlar a multidão. Já em setembro daquele mesmo ano, o Facebook lançou um botão Assinar, permitindo aos usuários acompanhar as atualizações públicas de seus amigos.
Ainda em 2011, ocorreu uma brecha na segurança do Facebook que permitiu que vazassem na Internet fotos que Mark Zuckerberg configurou como sendo privadas. As imagens mostram Zuckerberg cozinhando, recebendo amigos e dormindo com o cachorro.

Interface em 2011


No início de 2012 o Facebook se tornou a maior rede social no Brasil, ultrapassando o Orkut. Uma pesquisa da comScore mostrou que a rede atraiu 36,1 milhões de visitantes durante o período, superando os 34,4 milhões registrados pela rede social do Google. Em janeiro de 2012, o Facebook lança a funcionalidade que permite que o usuário escute uma música que o amigo está ouvindo; segundo o anúncio da nova ferramenta, também seria possível escutar a mesma música em um grupo, permitindo que seu amigo brinque de DJ. Quando seu amigo estivesse escutando uma música, uma nota musical apareceria ao lado do seu nome. Para escutar a música, bastava um clique no nome do seu amigo, que apareceria uma janela com um botão escrito “Listen with”(escute com em português). Além de escutar você poderá comentar sobre a música. Já o lançamento de fevereiro foi a linha do tempo para Fã Pages. Em abril, Mark Zuckerberg anuncia em seu perfil a aquisição do aplicativo Instagram pelo valor de aproximadamente US$ 1 bilhão.
Após lançar ações na bolsa, estimava-se que o Facebook atingiria o valor de US$100.000.000.000,00 (100 bilhões de dólares) ainda no primeiro semestre de 2012. Na estreia da sua oferta pública de ações, em maio de 2012, o Facebook levantou 16 bilhões de dólares, tornando-se a terceira maior captação da história dos EUA. No total, a empresa registrou 421,2 milhões em ações vendidas e, devido a grande procura, aumentou o valor de uma ação de 34 dólares para 38 dólares, atingindo o máximo esperado. A oferta inicial informada era de 484,4 milhões, podendo arrecadar até 18,4 bilhões. A empresa foi listada na Nasdaq sob a sigla FB. A oferta de ações da rede social tornou-se a maior oferta de uma empresa de tecnologia, sendo também a 10ª maior dos últimos 25 anos. Porém, após o lançamento na bolsa, o Facebook perdeu cerca de 50% do seu valor. Alguns sites publicaram uma possível saída de Mark Zuckerberg do posto de CEO do Facebook.
Na manhã do dia 4 de outubro, Mark Zuckerberg informou que já havia mais de um bilhão de utilizadores ativos do Facebook.

Interface em 2012



Em janeiro de 2013, o Facebook anunciou um novo sistema de buscas que mostra resultados baseados em conteúdos que o usuário curtiu, como músicas, lugares, vídeos, fotos e interesses. Chamado "Graph Search" (“Busca Social”, em português), o novo sistema do Facebook entra no ar primeiro para quem usa a rede social em inglês, independente do endereço IP ou da localização do usuário. A ferramenta tem como objetivo ajudar os usuários a navegar melhor pela grande quantidade de informações disponíveis no Facebook. Diferente da busca na web, que fornece os resultados por palavras-chave, a busca social combina frases, como "meus amigos em Nova York que curtem os Beatles".  Conforme a companhia, no futuro também será possível buscar em posts, comentários e ações. A companhia enfatizou que o novo serviço não busca informações na internet, como o Google, mas no "gráfico social", o que só deverá aumentar ainda mais a utilização do site. 

Mesmo depois de quase dez anos, o Facebook ainda está longe de se tornar um serviço ultrapassado. E se depender de seus viciados usuários - principalmente os brasileiros - esse sucesso ainda se estenderá por um bom tempo.
Interface da "Busca Social" lançada em 2013

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DmC: Devil May Cry (PC/PS3/X360) - Game de Ponta

Antes de falar qualquer coisa sobre DmC é preciso abordar um assunto. Isso mesmo: o cabelo. Não é branco. Pronto, assunto tratado, vamos para a parte importante.

É engraçado falar sobre Devil May Cry porque a franquia já é uma daquelas que quase todo mundo conhece e já jogou, e essa fama acabou colocando um peso muito grande sobre a Ninja Theory: uma desenvolvedora ocidental fazendo um reboot de um jogo oriental. E eles não poderiam ter feito isso de maneira melhor: DmC continua tendo toda a ação ridícula dos seus antepassados, mas com um gameplay muito mais rápido e intuitivo.


A História
A história de DmC é uma grande teoria de conspiração, os demônios controlam o mundo através de propagandas, programas de TV e refrigerantes adulterados. É, isso mesmo, refrigerantes. O objetivo de Dante é sabotar esses meios e matar Mundus, o chefe de toda essa manipulação. Outros personagens importantes aqui são Kat e Vergil (o irmão de Dante), os dois são basicamente o cérebro da operação, enquanto Dante é o músculo que se encarrega de cortar tudo em pedaços. Outro ponto chave é o passado de Dante, mas não vou dar muitos detalhes aqui para não dar spoilers.


O Gameplay 


Assim como seus antecessores a ideia é matar seus inimigos com estilo, ou seja, usando todos os combos que seu pobre cérebro conseguir memorizar sem parar por um segundo. A novidade é poder mudar entre as duas "metades" de Dante, um modo Angelical com ataques rápidos e em área e um modo demoníaco com golpes fortes mas lentos, tudo isso ao alcance de um botão. Enquanto as mudanças deixam o combate mais fluído do que os títulos passados da série, elas também deixam o jogo muito mais fácil, o que pode afastar alguns fãs que gostavam de trabalhar duro para conseguir um Rank SSS durante o combate. Um dos maiores trunfos de DmC é a forma como, aos poucos, ele dá novos brinquedos ao jogador, sempre com um inimigo novo que complica e obriga Dante a mudar sua forma de combate.

O jogo mudou muito fora do combate também. Espere muitos trechos de plataforma: você vai correr, se balançar, puxar o cenário e voar por boa parte do jogo, mas não espere por muitos puzzles; eles quase não existem e, quando aparecem, acabam quebrando o ritmo do jogo.

Uma das minhas maiores surpresas com DmC foi Limbo, a versão demoníaca do mundo, onde a maior parte da ação acontece. O cenário se contorce e se destrói, enquanto palavras surgem pelas paredes e Dante avança por fábricas, parques de diversão e cidades controladas por demônios. A criatividade que a Ninja Theory colocou em cada uma dessas fases é impressionante, não tem como não parar por um segundo e observar o mundo caótico a sua volta.

Sim ou Não?

DmC é um jogo sensacional, poucos beat'em'ups dão um sentimento de satisfação tão grande; cortar, socar e atirar em demônios nunca fica chato, e as seções de exploração do Limbo entre as lutas são tão fantásticas quanto o combate. No geral, o jogo é uma ótima porta de entrada para a franquia de DmC, mas ele pode desapontar alguns amantes da dificuldade do original. Vale lembrar também que a versão de console roda a 30fps, nada que seja muito perceptível, mas a versão de PC (que roda em 60 frames) é claramente superior. Em poucas palavras? Sim.

Você é fã e não quer se desapontar? Finja que o nome de Dante é Epaminondas e que DmC significa "Demônios Mágicos Cascudos" e você vai ter umas boas 8 horas de diversão.

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Trending Topic - Passinho do Volante



Na última semana a internet ganhou ares de baile funk. MAS CALMA, não tem nada de popozudas, bondes e MC polígamos. Estamos falando do hit do desconhecido MC Federado e os auto-explicáveis Leleks e seu Passinho do Volante. Aaaaaaaaah lelek lek lek lek lek lek lek lek lek lek, põe a sua meia branca no joelho e vem com a gente!

Tudo começou no dia 14 de dezembro quando a produtora carioca Furacão ão ão 2000 divulgou o clipe oficial do Passinho do Volante no Youtube. Em um mês o vídeo já tinha alcançado mais de 100 mil visualizações e já rolavam na rede paródias e tutoriais do novo passinho pra geral se amarrar, ele é muito maneiro, qualquer um pode mandar. A música poética é o maior chiclete dos últimos tempos e a coregrafia  é tão fácil que dança até titia, vovó e também vovô. Mas preste atenção agora vou te ensinar o passinho do volante pra você também mandar:



Aaaaaaaaah lelek lek lek lek lek lek lek lek lek lek


Girando girando girando prum lado

Girando girando girando pro outro

Aaaaaaaaah lelek lek lek lek lek lek lek lek lek lek

Girando girando girando prum lado
Girando girando girando pro outro
No passinho do volante
Quero ver o baile todo

Procurei informações sobre o tal MC Federado, mas tudo que encontrei foi seu perfil do Facebook e uma fanpage dedicada aos ~fãs~ dele.
E já que permanece o mistério sobre a identidade da estrela do momento e sua história na indústria do funk carioca, só nos resta rolar de rir com as paródias que rolam na nossa querida internet.

Tem versão pra quem é gamer


E pra quem é religioso

IMPORTANTE: Relutei em fazer uma postagem sobre funk, mas a internet não anda colaborando com essa desocupada que vos escreve.