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Bem vindos ao mundo ETC ETC ETC ETC
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PodCafé 4 - Animes de Infância

Foto: Alex Benito
Pegue a sua xícara de café, adicione leite e aperte o play que começa agora o PodCafé do Canal Café com Leite. Nessa semana, Wagner "Wakka", Alex Benito, Saulo Sanches e Pedro "Lenon" falam sobre os animes que marcaram a infância. Agradecimento ao pessoal que votou na nossa enquete. Se você quiser participar entre na nossa página do Facebook. Nesse episódio:

- Diferença entre anime e desenho
- Fly cópia de Dragon Ball?
- Dragon Ball ou dragon Ball Z?
- Saulo imitando Shun de Andromenda
- Teoria que transforma Pokemon no melhor anime do mundo
- Porrada em Street Fighter
- Supercampões, como um anime de futebol pode ser bom?
- Recomendações de animes
- Resultado da enquete
- No final: erro da gravação.

APERTE O PLAY NA BARRA ABAIXO ou baixe esse episódio aqui.

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Acesso Remoto: Batalha dos Navegadores


Entre 1995 e 1999, o mundo digital estava em guerra: a batalha dos navegadores entre as empresas Netscape e Microsoft se refletiu no declínio da primeira e o apogeu da segunda com o Internet Explorer, além da criação de novos softwares para navegação na web, como o Mozilla Firefox e o Opera. Agora, em 2012, a quantidade de navegadores cresceu e a guerra continua. O Acesso Remoto traz os defeitos e qualidades dos navegadores em alta: Explorer, Opera, Chrome, Safari e Firefox. Confira nossas avaliações e escolha o seu campeão!

O Explorer, atualmente na versão 10, só roda em sistemas operacionais Windows e tem a fama de ser o mais lento entre os navegadores mais conhecidos, principalmente no carregamento de páginas e novas abas. Além disso, é um software que exige bastante do computador, pois monopoliza o desempenho do processador e da memória RAM. Mesmo assim, ainda é um dos mais utilizados, principalmente por usuários que realizam atividades simples como verificar e-mail ou conta em banco. Na sua instalação, o Explorer é o único dessa lista de navegadores que pede para que o computador seja reiniciado. Esse software ossui o recurso de sincronização, ou seja, o compartilhamento de informações com outros navegadores ou aparelhos móveis. Outro recurso é o controle de conteúdo, indicado para pais que queiram controlar o acesso das crianças a determinados sites, e a navegação privada, na qual não há o registro das páginas visitadas e arquivos baixados. No quesito segurança, o Explorer bloqueia os indesejados pop-ups e garante a proteção nos níveis baixo, médio e alto.

O Opera é um navegador gratuito que já está na versão 12 e roda em Windows, Mac e Linux. O design é mais estilizado e agradável ao olhar, e esse é o único navegador que possui um recurso para navegar através da fala e ler textos, disponível apenas em inglês e para usuários Windows. Assim como o Explorer, também oferece recurso de sincronização, gerenciador de downloads e lixeira que recupera abas fechadas acidentalmente e apaga históricos de forma fácil. Os quesitos de segurança do Opera vão desde proteção contra fraudes até gerenciamento detalhado de senhas. Dentre os navegadores citados, é o que menos exige do computador.

O Safari é o navegador da Apple, mas funciona também (mas não tão bem) em computadores Windows. Na versão 5, a instalação do Safari é a única que permite ao usuário escolher se deseja ou não criar ícone na área de trabalho. O navegador não exibe menu, apenas a barra de endereços dividida em duas: uma para a digitação de sites e outra para pesquisa. Alguns usuários podem ficar intrigados por um botão com o desenho de formiga, mas a sua função é reportar bugs, palavra que em inglês significa inseto. Apesar do visual clean, o Safari pode confundir os usuários desavisados porque as abas ficam invisíveis e as páginas minimizadas ficam “escondidas” enquanto você acessa algum site. Outra desvantagem é o zoom limitado, já que o Safari não aumenta a visualização de páginas com imagens. O navegador alerta sobre sites fraudulentos e permite que o usuário escolha se vai instalar os plug-ins e se quer visitar páginas com conteúdo suspeito. A rapidez para downloads é incrível e é possível determinar a frequência com que o histórico é apagado.

O Firefox é outro navegador que se adapta aos três sistemas operacionais Linux, Mac e Windows e está atualmente na versão 13. Após a instalação, é possível importar dados de outros navegadores instalados de forma mais fácil que os outros. O Firefox é um software open source, ou seja, seu código pode ser modificado e melhorado por qualquer pessoa. A barra de menus pequena e compacta não prejudica a visualização das páginas, assim como os links dos favoritos, que ficam logo abaixo da barra de endereço. A interação com o usuário no Firefox é uma das melhores graças ao centro de add-ons que o navegador oferece para o download de extensões e plug-ins. Em comum com outros navegadores, o Firefox possui gerenciador de downloads, controle de conteúdo exibido e alertas para sites potencialmente perigosos. Algumas vezes registra lentidão em abrir páginas e baixar arquivos, mas é um navegador que exige pouco do computador.

O Google Chrome é outro software open source e já está em sua versão 20. Além dos sistemas Linux, Mac e Windows, também pode ser instalado em máquinas Android. A instalação não pede a intervenção do usuário em nenhum momento e importa os favoritos de outros navegadores instalados automaticamente. O Chrome possui apenas uma barra, na qual tanto o endereço de sites quanto os tópicos de pesquisa podem ser digitados graças ao vínculo do navegador com o Google. Em sua página inicial, o navegador exibe os sites mais visitados e os favoritos. É o único navegador da lista que não possibilita salvar abas para serem abertas posteriormente. O Chrome possui recurso de corretor ortográfico, além de gerenciador de downloads e sincronização. Rápido e estável, o navegador só peca pela segurança pouco detalhada.

O professor de Ciências da Computação da Unesp de Bauru, Marcos Antonio Cavenaghi, é usuário Explorer, Firefox, Chrome e Safari e diz o que é preciso para se escolher o navegador ideal: “Se você é um usuário comum, é aquele que você melhor se adapa. Na minha opinião, no navegador perfeito você teria que acessar os sites de banco, comércio eletrônico e que fosse naturalmente rápido na hora de navegar. Você tem que clicar na página e a página aparecer”. E ai, o seu navegador ideal está entre esses ou ainda precisa ser criado?

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Conecte-se: Youtube Slam!


Eaí, loginner, tudo certo ?

Você gosta de vídeos estranhos, fofos, com bons artistas e esquisitos?  Conhece o youtube? Então você já deve ter uma noção das coisas bizarras que surgem e circulam por lá. Portanto você deve conhecer o site Youtube Slam!


Nele, estão reunidos os vídeos mais non sense, engraçados e esquisitos do youtube. Separados por diversas categorias como dança, música e comédia, esses vídeos se enfrentam em vários duelos. E cabe a você escolher qual vencerá. Sim, você decide qual o vídeo mais bizarro da batalha, ou até mesmo o que tem o gatinho mais fofo.

O site permite ainda que você crie sua própria competição utilizando, para isso, a sua lista de reprodução.

É disponibilizado ainda, um top 10 semanal dos vídeos mais votados do site para você se deliciar nesse show de esquisitices.


O Youtube Slam oferece ainda um sistema de busca, a possibilidade de sugerir algum vídeo, mostra os vídeos em destaque e um placar de como anda a votação da semana e, obviamente, mostra o total de votos do duelo sugerido na tela inicial. Você pode também  jogar online com seus amigos pelo Google + e compartilhar via Facebook.

Até mais galera! 



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Cultura japonesa nos games: Características

よみんなさん!お元気ですか?ここで新しいスペシアルが開始されます!

Tradução livre: E aí pessoal! Tudo bom? Começa aqui um novo especial!


Por que um especial sobre cultura japonesa nos games? Simples! Os caras estão entre os mais influentes do mercado e entre os maiores produtores de games do mundo! Os nomes Nintendo e Sony te dizem algo? Zelda? Conhece o Mario? Final Fantasy? Dragon Quest? Metal Gear Solid?
Não se trata de ter personagens com "olhos puxados". Farei uma série de posts, dividindo este especial em algumas partes. Primeiro, vamos tentar levantar algumas das principais características da cultura japonesa nos games.
Observação óbvia: Sim, muitos jogos japoneses e J-RPG's (RPG's japoneses, dãhrr) serão mencionados aqui, por isso comecei com uma imagem da logo de um Final Fantasy, que vai receber uma atenção especial mais pra frente.

O pensamento

Não sou sociólogo, filósofo, teólogo, psicólogo, dono da verdade nem nada parecido, no momento faço jornalismo na condição de estudante. O motivo de tal afirmação? Tentarei colocar de maneira breve como se dá o "pensamento oriental" e como não sou especialista, paciência.
Pra começar, uma das principais religiões do Japão é o Budismo, que "funciona" até como filosofia, o que faz ideias como o carma (em resumo, lei de causa e efeito em que o bem e o mal que você pratica retorna pra você de alguma forma, equilibrando a "carga" de seu "espírito") serem muito incorporadas no estilo de vida e no modo de pensar dos japoneses. Outro fator que influencia no pensamento, agora um caso mais específico para os japoneses, é o Bushido (literalmente: "caminho do guerreiro"), que, além de código de conduta, servia, principalmente aos Samurais, como modo de vida. Nascido do Budismo, do Xintoísmo (espiritualidade tradicional japonesa que cultua a natureza e seus espíritos, alguns consideram religião) e do Confucionismo (sistema filosófico chinês que envolve ética social, ideologia política e modo de vida entre outros), o Bushido, pregando a justiça, o amor, a sinceridade, a honestidade, a benevolência e o autocontrole, garante a "produção" de um guerreiro calmo e leal que não teme seus inimigos e sequer a morte, buscando viver e morrer de forma honrada. Vale dizer que o Confucionismo ressalta o dever filial e as relações entre senhor e servo, pai e filho, marido e mulher, mais velhos e mais novos (incluindo irmãos e amigos) que são seguidas pelos samurais e tem um grande reflexo na cultura japonesa atual como muitos otakus podem constatar, pois nota-se uma generalização do respeito pelos indivíduos "superiores".
###ATUALIZAÇÃO: É muito importante lembrar mais umas coisinhas que influenciam muito a cultura pop japonesa (não popular, que seria basicamente o folclore, mas sim a cultura de consumo, tendências da moda, músicas de bandas atuais, memes de internet, etc). Embora o Japão seja uma nação relativamente conservadora, eles não têm problemas em assimilar e incorporar elementos de outras culturas, como se pode ver pelo Bushido. Hora de uma breve recapitulação de alguma aula de história que você teve ou... terá? sobre a Segunda Guerra Mundial. O que é importante sobre isso para usar aqui neste post: os EUA estavam de um lado, Japão do outro. Durante a guerra, o governo japonês incentivava o ódio por tudo o que fosse americano: Coca-Cola, filmes hollywoodianos... Mas, depois de se render e de aceitar a ocupação americana, os japoneses não demoraram a imitar o modelo consumista estadunidense, além de adequar as narrativas audiovisuais americanas às suas produções fossem radiofônicas (radionovelas), cinematográficas ou literárias. FIM DA ATUALIZAÇÃO###
"Tá, entendi, e daí?", daí que a forma de pensar dos criadores de jogos influencia na concepção dos mesmos, o processo criativo se dá de uma forma diferente. Mesmo que eles não incorporem muito da mitologia japonesa, alguns costumes acabam sendo usados...


Costumes

Os costumes que acabam por utilizados nos games (quando o cenário não é especificamente japonês) são coisas quase imperceptíveis, pequenos detalhes e ações dos personagens. Agora posso (e vou) usar até o jogo da imagem que começou este post: Final Fantasy X. Ele tem uns detalhes interessantes e começarei pelo que faz a referência, talvez, mais óbvia.

Yuna, uma das personagens principais e protagonistas do jogo pra quem é débil mental não conhece, usa uma roupa que lembra muito um kimono ou um yukata (trajes tradicionais japoneses, sendo o primeiro feito por panos mais pesados não necessariamente muito enfeitados e que é de uso mais comum e o segundo, feito de seda e geralmente com temas mais florais, coloridos, é usado mais em festivais). Mesmo com a manga separada do conjunto, ela tem um tamanho e uma forma parecida com o padrão dos kimonos/yukatas e a faixa de pano usada entre a linha da cintura e a linha do busto também é característica das roupas tradicionais japonesas, além de sua roupa ter um tema floral (nos detalhes e enfeites).
Continuando, ainda em roupas, temos o Auron (um dos principais).
Sua roupa também faz referência ao kimono, mas a uma versão diferente, mais própria de samurais e afins. Mencionarei apenas mais um detalhe sobre sua aparência e aproveitarei pra fazer um gancho com as próximas referências relativas aos costumes japoneses: a forma que ele "descansa" o braço na parte interna do kimono é um ato que remonta costumes antigos de samurais e afins que usavam a vestimenta. Se você já viu o filme "Yojimbo" (lembrou alguém? Talvez um certo Aeon...), de 1961, do diretor Akira Kurosawa, ou se é um veterano em animes (ou Animês, se prefirir), desenhos animados japoneses dãhrr, certamente essa referência não passou despercebida, pois é relativamente comum esta ação ser praticada por personagens usando uma roupa do gênero.
E o gancho que comentei acima? Claro que não esqueci... quase!
A questão do braço dentro da roupa é um entre vários costumes gestuais e comportamentais que vão além da reverência para cumprimentar, sendo muitas vezes quase imperceptívies. Eis um exemplo no vídeo abaixo.(ATENÇÃO! SPOILERS DO FINAL DO JOGO!)


Viu o vídeo inteiro? Seque suas lágrimas e arrume seu cabelinho. O sinal de negação quase frenético que Yuna faz com a cabeça (1:44 e 1:52) pode ser considerado como próprio da cultura japonesa devido à situação e à forma que a personagem o faz. Caso ele não te convença, Tidus (outro protagonista do jogo), em 1:57, se desculpa levantando uma mão vai na cabeça... espalmada, o que remete a um dos costumes gestuais e comportamentais japoneses que falei antes (principalmente por causa da crença xintoísta/budista citada anteriormente).
Vou até deixar em negrito uma coisa que deve ser dita: embora tenha usado o jogo Final Fantasy X nesta parte do post, os costumes podem ser observados em vários (até sublinhado pra fixar bem) outros jogos, principalmente nos de origem japonesa por motivos óbvios. 

Cel-shading: 3D ou 2D?

Já jogou algum título que misturava modelagem 3D com uma aparência de desenho animado? Não é feitiçaria, é tecnologia. O processo, um conjunto de técnicas de renderização em 3D, se chama cel-shading (ou cell-shading,  exemplo bem simples ao lado). Conhece? Acha que o cel-shading foi usado pela primeira vez  em jogos como os da série Naruto: Ultimate Ninja (Naruto: Narutimate Hero) ou algo do gênero pra PS2? YOU DON'T KNOW SHIT!! É aí que você se engana.

Origem do cel-shading: ocidental. O primeiro jogo a usar cel-shading foi o Fear Effect (desenvolvido pela Kronos Digital Entertainment) para o PSOne (PSX) da Sony em 1999, mas a técnica só ganhou popularidade após Jet Grind Radio da empresa japonesa Sega (foi desenvolvido por uma empresa de sua divisão) pra Dreamcast, lançado em 2000, ou seja, a tecnologia foi melhor usada pelos japoneses em seus jogos (não só melhor como muito mais utilizada). Curiosidade: O longametragem de animação da empresa americana Warner Bros. O Gigante de Ferro, de 1999, usava a tecnologia do cel-shading para animar o robô gigante, que em momento algum do longa apareceu apenas em 2D.

Um vídeo com um pouco do gameplay de Fear Effect.



Mais gameplay, dessa vez de Jet Grind Radio, um jogo com um visual que impressiona, não acha?


Um trailer (em inglês) da animação O Gigante de Ferro... bateu até uma nostalgia das fitas VHS de desenhos da Disney que alugava, TODAS tinham um trailer desse filme.




Mas o que interessa é que as empresas japonesas de video-games consolidaram a técnica em jogos (principalmente os baseados em animes) que buscam fugir do 3D comum.


Mangá

Quase esqueci desta que na verdade é uma parte muito importante. O que o mangá tem em relação aos games japoneses? MUITO! O mangá nos passa duas questões importantes sobre a cultura japonesa: a forma de leitura e a noção estética generalizada no país.
Falando rapidamente sobre a forma de leitura: os mangás nos mostram como se dá a leitura de livros no Japão. Que pode ser exemplificada da seguinte forma: de cima para baixo (neste ponto, ela é igual à nossa) e da direita para a esquerda. A imagem abaixo mostra isso melhor.

E os balões dentro dos quadros seguem a mesma lógica. (coligação agora hein... falo sobre lógica e uso Death Note como exemplo XD, calma... guardem suas pedras e respirem profunda e lentamente)


A forma de leitura de texto é a mesma em imagens. Logo a nossa forma de leitura (imagem da esquerda) se difere da forma dos japoneses (imagem da direita) e isso se reflete nos games (embora pouco).







O mangá também nos passa a noção estética japonesa. "Como assim?", sabe como os heróis em comics (histórias em quadrinhos) americanos costumam ser? Já viu como são representados nos filmes? A maioria deles costuma apresentar certas características em comum e, de certa forma, representam o padrão de aparência/estética (não necessariamente de beleza, mas sim o que "vende" mais) do país/região em que foram criados. Então podemos dizer que o mangá funciona da mesma forma, por isso é comum ver pôsteres divulgando animes em locais públicos ou personagens no "traço" de mangá associados a empresas, produtos e serviços. E qual é a noção estética que mais vemos em mangás/animes? É o "bonitinho", o "fofo", o "limpo" e isso transparece em toda a cultura de consumo deles. "E nos gam...?" nos games (ô povo impaciente...), isso não funciona de forma muito diferente do mangá... MAS, falarei mais sobre esta questão em outra parte deste especial.


E assim termina a primeira parte do especial de cultura japonesa nos games, lembrando que é um apanhado geral e breve das características que considerei como principais. Opinem nos comentários!!

Não percam a próxima parte. Nela falarei sobre as principais diferenças entre o conceito japonês e o conceito ocidental na concepção (criação) de jogos! Até lá!

つづく。。。
(Continua...)

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Mundo Gamer - 14-06

Arte da capa: Alex Benito


Pegue seu mouse e aperte play, porque a semana dos Games está aqui, Comando Login. O programa foi produzido por Felipe Navarro, Rafael Rodrigues, Bruno Marise e Wagner Alves. Edição e locução também de Wagner Alves. Confira as manchetes da semana:

Executivo da Ubisoft promete que franquia Assassins Creed irá até o número 10

Watch Dogs é confirmado para PC, PS3 e X-Box 360

Wii-U terá suporte para jogos free-to-play


Rockstar usa método inovador para combater cheaters em Max Payne 3

God of War ganha versão de colecionador exclusiva para a América Latina

Leilão de dinheiro de Diablo III é liberado 




Minigame: Song Pop


Game de Ponta: Skyrim

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Top Gadget - Asus Transformer AiO

Esqueça qualquer conceito de computador e tablet que você já tenha visto antes, pois a Asus acaba de anunciar um híbrido entre os dois que promete revolucionar o mercado. 
O Asus Transformer AiO é um tablet com uma tela de incríveis 18,4" e também será um computador dual-boot, capaz de rodar os sistemas operacionais Android e Windows 8 no mesmo dispositivo, fazendo a alteração entre um e outro com um simples toque de botão. 


O dispositivo pode ser utilizado como um computador normal, basta encaixa-lo numa base maior e ele se transforma num tradicional PC tudo-em-um, funcionando com um processador Intel Ivy Bridge, com leitor CD/DVD, 6 portas USB e uma entrada de cartões SD.



Também há a possibilidade de destacar a tela da base e utiliza-lo como um tablet (forma de uso que deve ser pouco confortável e prática, levando em conta seu tamanho) ou display wireless. Neste modo ainda é possível usar duas entradas USB, uma saída micro HDMI e um jack de 3,5 milímetros. 

Apesar do anúncio durante a Computex 2012, ainda não há maiores especificações do dispositivo e nem informações sobre seu lançamento no mercado. 

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Twitter pós-Larry

Há quase uma semana, o Twitter deu adeus ao seu simpático pássaro-simbolo Larry e publicou o novo logo da rede social. Larry representou a rede de microblogging por seis anos, mas foi aposentado e cedeu o lugar para um novo pássaro azul, dessa vez sem nome e com design geométrico criado a partir da sobreposição de três círculos que representam as redes, os interesses e as ideias que se conectam no Twitter. Juntamente com o novo logo, a rede publicou as regras de uso do passarinho, que não pode ser modificado: elementos não podem ser acrescentados, o pássaro não pode ser duplicado ou rotacionado e nem ter a cor transformada.

Aparentemente, o Twitter está numa maré de mudanças. Ontem, a gerente de produto Sara Muskopf publicou no blog oficial da companhia uma atualização que vai personalizar os trending topics. Gradualmente, os perfis de todo o mundo vão ter a opção de ver os tópicos mais quentes do momento de sua rede de contatos. "Nós estamos desenvolvendo nossos algorítmos para adaptar os Trends baseado na sua localização e em quem você segue", disse Sara no blog. A atualização no Brasil ainda não chegou, mas em breve além de poder escolher os Trends em relação a países e cidades, os internautas brasileiros poderão ver o que está sendo mais comentado pela galera que segue.

Qual será a próxima mudança do Twitter? Façam suas apostas!