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Full Throttle - Game Flashback



Plataforma: PC
Desenvolvedora: LucasArts Games
Ano: 1995


Aproveitando que foi anunciado recentemente o fim do estúdio LucasArts, responsável por inúmeros clássicos dos games, resolvi prestar uma homenagem a um de seus maiores sucessos, e um dos meus games favoritos de sempre.

Full Throttle é um jogo de Aventura e Ação, no estilo point-and-click, e foi idealizado por Tim Schafer (Grim Fandango, Brütal Legend). A história acontece em um futuro apocalíptico, num cenário dominado por paisagens desérticas. O protagonista é o marrento Ben, líder de uma gangue de motociclistas, os Polecats.


História



O negócio começa quando os Polecats passam por cima de uma limusine na estrada, esculachando a caranga inteira. A gangue vai então pra um bar de beira de estrada, e logo na sequência o dono da limo aparece no lugar: É Malcolm Corley, dono da Corley Motors, fábrica de motos personalizadas e que têm respeito de todas as gangues do lugar. Ao perguntar quem havia quebrado sua limusine, Ben assume a culpa e os dois começam a conversar. O velho passa a contar histórias de seus tempos áureos de motociclista. Quando Corley deixa o bar, Adrian Ripburger, que também estava no carro, chama Ben para conversar e oferece aos Polecats o emprego de guarda-costas de Corley em uma reunião anual de investidores. Ben recusa na hora. Ripburger, puto da vida, pede a seus dois capangas que deem cabo do motoqueiro. O barbudo acorda dentro de uma lata de lixo nos fundos do bar. Os Polecats, pensando que seu líder havia aceitado o emprego de guarda-costas, vão embora com Ripburger. Ben então precisa atravessar a cidade para desmascarar o vice-presidente da Corley Motors. Ao voltar pra estrada, descobre que sua moto foi sabotada e sofre um acidente. Por sorte, é resgatado pela filha bastarda de Corley, Maureen "Mo". E, finalmente, o jogo começa.

Simples e divertido



Full Throttle segue a linha dos point-and-click já consagrados da LucasArts, como Day Of The Tentacle e a franquia Monkey Island. Você joga a maioria do tempo e deve escolher os diálogos adequados, coletar objetos e resolver quebra-cabeças pra avançar na história. Para interagir com o ambiente, o game conta com o menu de ações bastante característico do gênero:

Pegar/Usar, Olhar, Falar e Chutar

Retomando a história, após ser resgatado pela mecânica Mo, você precisa ajudar Ben a encontrar novas peças para que ela conserte sua moto. Feito isso, Ben deve seguir até a Corley Motors pra tentar salvar os Polecats de Ripburger, mas pra isso precisa cruzar o deserto enfrentando gangues rivais, e é aí que entra a parte de ação do jogo. Cada gangue possui motos e armas próprias e, ao derrotar um inimigo, você fica com a arma dele, e deve usá-la pra vencer os outros mais facilmente. O esquema dessa parte é inspirado no clássico Road Rash, e seu objetivo é derrubar o adversário de sua moto. As armas incluem pé-de-cabra, tábua de madeira, motoserra, corrente, uma maça em forma de caveira e até fertilizante para cegar o motoqueiro rival.

Depois de muito papo, é hora de partir pra porrada!


Em 2000, a LucasArts começou a trabalhar em Full Throttle: Payback, sequência da história original, que acabou cancelada após desentendimentos entre a equipe desenvolvedora sobre o estilo do jogo. Dois anos depois, a empresa anunciou Full Throttle: Hells On Wheels, que daria maior foco à ação, fugindo do estilo de puzzles do primeiro jogo. Na E3 do ano seguinte, um demo jogável desse projeto foi apresentado, recebendo críticas pesadas, principalmente em relação aos gráficos. A nova sequência também acabou cancelada, principalmente pela falta de envolvimento de Tim Schafer.

Sim ou Não?

Full Throttle é um clássico com todas as letras. Foi um dos primeiros jogos de Windows que tive contato, e fechei ele inúmeras vezes. Além de uma história original, com os toques cômicos de Tim Schafer, os gráficos cartunescos e a trilha sonora que se encaixa perfeitamente na trama contribuem para a imersão do jogador no universo do game. Apesar de ser extremamente linear e ter uma história curta, Full Throttle vale cada minuto e deve ser apreciado como uma das melhores coisas já feitas pela agora extinta LucasArts.





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Vingadores vs X-Men - A esperada luta chega ao Brasil!

A saga do ano em 2012 da Marvel chegou ao Brasil neste último mês de março: Vingadores vs X-Men está nas bancas do nosso país depois de menos de um ano do seu lançamento oficial nos Estados Unidos. A série, que trouxe um embate esperado por muitos, foi um sucesso e trouxe um reboot enorme para o Universo 616 da editora.

As histórias foram feitas por diversos nomes, como Brian Michael Bendis, Jason Aaron, Jonathan Hickman, Ed Brubaker e Matt Fraction, com os roteiros de cada edição no revezamento entre esses nomes. Nos traços, aparece John Romita Jr. nas primeiras 5 edições, depois melhoradas por Olivier Coipel a partir da 6º. Há também os nomes de Adam Kubert, Frank Cho e Jim Cheung em algumas publicações.

Aqui no Brasil, a história é distribuída pela Panini, com tradução feita por Rodrigo França, Paulo França e Fernando Lopes.




Em questão de vendas, Vingadores vs X-Men foi um sucesso nos EUA. Desde a edição #00 até a #12 (a última), a saga se manteve no topo das paradas norte-americanas nos gibis, interrompida somente em setembro, quando The Walking Dead ficou em primeiro. Tie-ins e revistas de "versus" também foram sucesso, quase sempre entre os 10 primeiros.

"Revistas de 'versus'"? No caso dessa saga, a Marvel lançou gibis especiais com lutas mais desenvolvidas que ocorreram durante a história. Mas afinal, POR QUE nossos bravos heróis estão lutando uns contra os outros?

A causa da porradaria


Bye bye,, mutants
Desde a Dinastia M, quando a Feiticeira Escarlate enlouqueceu e tocou o puteiro disse "No More Mutants", a raça mutante foi (quase) pro saco, sobrando menos de 200 em todo o mundo. A possível salvação dos X-Men é Esperança, conhecida também como Hope Summers. Ciclope sabe disso e quer prepará-la para ser a Messias dos mutantes.

No lado dos Vingadores, eles são surpreendidos por uma mensagem meteórica de Nova, para anunciar a chegada da... Força Fênix! O pássaro de fogo está vindo a Terra para destruir o planeta... ou para salvar os mutantes. Depende do ponto de vista.

Capitão América e sua trupe vão tentar deter a Fênix e salvar nosso planeta, enquanto os X-Men a aguardarão como salvadora de sua raça. A única certeza é que toda a energia já tem um hospedeiro certo: Esperança. Logo ela se torna peça essencial na trama, com todo mundo a querendo do seu lado. Mas o desespero em tê-la fará com que ela se isole de todos.

Na busca por ela, as duas equipes se espalham por diversos lugares. Wakanda, Tábula Rasa, Latvéria, Terra Selvagem, até na montanha Wungadore. E é porrada em tudo quanto é lugar. Nisso irá aparecer o contexto de quase todas as batalhas das revistas versus. Aliás, vou aproveitar e listar todos os embates detalhados:


Versus 01
- Homem de Ferro vs Magneto
- Coisa vs Namor

Versus 02
- Homem Aranha vs Colossus Fanático
- Capitão América vs Gambit

Versus 03
- Viúva Negra vs Magia
- Coisa vs Colossus Fanático

Versus 04
- Demolidor vs Psylocke
- Thor vs Emma Frost

Versus 05
- Pantera Negra vs Tempestade (triste, triste... mas aconteceu)
- Gavião Arqueiro vs Anjo

Versus 06
- Feiticeira Escarlate vs Esperança
- diversas batalhas durante toda a série

Sim, algumas parecem meio absurdas ou até mesmo extremamente desiguais. Porém em lutas que até a energia de Júpiter ajuda... espere qualquer coisa.

A consequência da porradaria

Antes de mais nada, adianto desde já: se você não quer saber NADA de spoilers, FUJA!  Se não, vai ficar com cara de otário Leonard. Claro, não vou também entregar de cara todos os acontecimentos, mas vou comentar sobre as proporções da história, podendo escapar algumas revelações.




Acontece que a Fênix chega até sua hospedeira, mas o brilhante Tony Stark solta suas porcarias tecnologias e libera o poder de Hope Summers para... outros 5 X-Men! No caso, Ciclope, Colossus, Magia, Emma Frost e Namor.

Se havia algum equilíbrio entre as lutas anteriores, bom, isso sumiu. Pois um X-Men/Fênix sozinho dá conta de todos os Vingadores juntos. "E como os super-heróis mais poderosos da Terra salvarão o nosso planeta?"

A ironia da pergunta (sim, houve uma) é em razão de que a saga toma um lado na história e isso fica óbvio a partir já da primeira edição. A começar pela liderança de um novo e diferenciado Ciclope. O quatro-zóio é um novo Magneto em Vingadores vs X-Men, desde os papos de "precisamos salvar os mutantes", "eles não nos entendem" e toda essa conversa de evolução da espécie. Talvez a convivência dos dois tenha afetado Summers - ambos trabalham juntos na Escola Jean Grey para Jovens Superdotados.

Ciclope também é alvo de diversas contradições na história, em cada edição ele muda sua linha de pensamento. A justificativa para tal instabilidade é o poder da Fênix, que estava prestes a corromper os 5 X-Men - e SPOILER AQUI: quando um X-Men/Fênix era derrotado, o poder desse era dividido entre os outros, que ficavam ainda mais fortes, e claro, malucos.

Independente disso, transformá-lo em um anti-herói parece ser o escape para tentar tornar o personagem novamente um centro de atenções no universo Marvel. É válido lembrar que Ciclope foi descartado no filme X-Men 3 - O Confronto Final logo no começo, além de sequer aparecer em X-Men: Primeira Classe - preterido pelo irmão mais novo. Não só nos cinemas, Scott também foi preterido até nos videogames. Em Marvel vs Capcom 3, ele também não aparece (e olha que até X-23 e M.O.D.O.K. são alguns dos selecionáveis...).

Em relação à saga venerar os Vingadores, novamente podemos olhar para o cinema e entender o porque disso acontecer. Não digo isso somente pelo sucesso dos filmes e sim pela projeção que o grupo está  tomando (com filmes confirmados nos próximos anos, além da ótima crítica sobre o blockbuster lançado ano passado). Hoje, os direitos sobre os mutantes do X-Men estão com a FOX. Já Capitão América e seus comandados estão com a própria Marvel.

Mas seria uma tremenda burrice da editora ferrar seus próprios personagens, certo? Não. Eles podem subir a moral dos mutantes quando bem entender nos quadrinhos. E quando os direitos cinematográficos voltarem, farão o mesmo na telona. Enquanto bombas como X-Men Origins: Wolverine forem lançadas, eles terão tempo para remodelar tudo isso.

No entanto, esse argumento cai por água abaixo quando lembramos do Homem Aranha. Um personagem que também pertence a Fox nos cinemas e que está mal nos quadrinhos (Dan Slott que o diga), não seria o ideal para se apostar. Acontece que o amigão da vizinhança não só volta ao protagonismo nessa série como também arrasa. Minha edição favorita da saga é a #09 graças ao aracnídeo, e olha que nem sou muito fã dele. Lembra quando falei que um X-Men/Fênix destrói todos os Vingadores juntos? Bom, Peter Parker vai lutar contra dois... Sozinho.

Esse mesmo protagonismo é estranhamente repassado para o Punho de Ferro. Personagem secundário, "The Iron Fist" ganha uma importância suprema de uma hora para outra. De repente K'un Lun é uma terra sagrada onde já foi enfrentada a Fênix. E o Punho de Ferro foi quem realizou tal feito. Parece que nem Danny Rand sabia dessa...

Dificilmente o personagem conseguirá ampliar seus horizontes no Universo Marvel, mesmo com toda importância ganha na saga. Punho de Ferro não ganhou um poder acima do que tinha ou nada (é inclusive facilmente derrotado em suas lutas contra os 5 Fênix). Seu companheiro de lutas, Luke Cage, só aparece lutando contra o Namor  no começo da saga (e tomando uma bela surra, inclusive).

De qualquer forma, fica o tie-in com a história do mesmo, mostrando a  relação do Punho de Ferro antigo com a Fênix anos atrás - e o porquê de Danny ficar tão importante na saga.


O Reboot

Toda grande saga de quadrinhos traz aquele "rebootzinho básico", e Vingadores vs X-Men não é diferente. Parte desse reboot é mostrado já nas 5 edições posteriores, "Consequências". A nova formação dos mutantes e dos vingadores passa a ser remodelada para as próximas séries da Casa das Idéias: a Marvel Now.



O sucesso da nova era da Marvel foi perceptível nos Estados Unidos, onde a DC Comics foi desbancada de vez no número de vendas após o relaunch de 2011 com os Novos 52. Entre as novas histórias, destaque para "All New X-Men", onde o formação original dos alunos de Xavier viajam no tempo e se assustam com o presente; "Uncanny Avengers", grupo feito por mutantes e Vingadores; e, claro, "Avengers", em uma formação inflada com 18 membros.

Como toda grande saga, há uma morte importante na história (mas todo mundo sabe que morrer nos quadrinhos não significa nada). É realmente um acontecimento inesperado, mas... ele volta. Entretanto, vai ser interessante ver as novas histórias sem tal personagem.

Vale a leitura




Vingadores vs X-Men é leitura obrigatória para os fãs da Marvel, apesar de suas falhas de roteiro e inconstâncias em algum momento. Se você gosta de pancadaria, a revista é ótima, principalmente as adicionais "Versus". A ilustração é bem feita a partir da 6º edição e não deixa a desejar nas outras. Além de que você pode ver vários personagens em ação, mesmo aqueles que não aparecem muito (vai que você é fã do Capitão Britânia ou do Gambit... ai não dá para esperar muita coisa nessa saga).

Comparada com outras últimas grandes sagas, vale a pena comprar e acompanhar Vingadores vs X-Men. Disponível em algumas bancas ou no site da Panini. Mas não espere algo revolucionário.

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Mundo Gamer ep 38 - PC Gamers, Battlefield 4 e LucasArts



PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer. Wagner Alves (o Shakira),  Rafael Rodrigues (o Nóia), Bruno Marise (o Fronha) e Felipe Navarro (o Bagaço) discutem sobre todas as notícias que deram o que falar nessa semana.

E nessa semana de luto para os fãs de videogames, guerras nas estrelas e caçadores de arcas perdidas, falamos sobre o fim da LucasArts e todos os grandes jogos que essa empresa nos proporcionou ao longo dos anos. Tá imperdível!

E não custa nada lembrar que a PROMOÇÃO ainda tá valendo. Quer ganhar dois games na facilidade? Responda a pergunta no post aqui.

Gostou do programa? Não gostou? Precisa de ajuda pra bater uma laje? Não se acanhe! Deixe sua opinião nos comentários.


JOEY TRIBIANI EM BATTLEFIELD 4!!!!
http://media.pcgamer.com/files/2013/03/Battlefield-4-33.jpg


Gameplay de Star Wars: Rogue Squadron
http://www.youtube.com/watch?v=_cbR_ZTCzFY

Intro de The Secret of Monkey Island
http://www.youtube.com/watch?v=WjvD3C_nvBk

Intro de Full Throtle
http://www.youtube.com/watch?v=PktBJ6HpNJQ

Trailer de Lego Star Wars III: The Clone Wars
http://www.youtube.com/watch?v=pE07KXMOX4c


Assine nosso Feed em 
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Para ouvir o programa dessa semana, clique no player abaixo ou baixe aqui


Para falar com a gente é:
pela página do Feice 
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- pelo e-mail: comandologin@gmail.com 

Ilustração de capa por Alex Benito

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Shaq-Fu - Game Trashback




Plataforma: Mega Drive, Super Nintendo, Game Gear, Game Boy e Amiga
Desenvolvedoras: Delphine Software International (Mega Drive e SNES), Tiertex (Game Gear), Unexpected Development (Game Boy) e The Dome (Amiga)
Ano: 1994


O início da década de 90 foi um período em que podíamos esperar por qualquer coisa. Garotas fazendo danças sensuais embaixo do chuveiro com um top branco e microssaia enquanto Zezé de Camargo & Luciano tocavam o seu mais recente sucesso? Check. Kreator tocando sem playbackna TV aberta às três da tarde? Check. A maior estrela do rock mundial se matar com um tiro de escopeta porque não sabia se divertir? Check. Descobrir que o maior craque em atividade do futebol era, na verdade, um aspirador de pó? Check. Mas algumas coisas conseguiam ultrapassar até mesmo as barreiras de bizarrice – muito elevadas, diga-se de passagem – da época. E uma dessas coisas, sem dúvida nenhuma, foi Shaq-Fu.



Shaq quem?

Se você é um daqueles manés nerds que não se interessam por qualquer coisa que se assemelhe a exercício físico, deixe-me explicar algo pra vocês: já falei que vocês são manés? no distante mundo da década de 90, existia um esporte que estava em plena ascensão no mundo todo, chamado basquete, aqui eu poderia fazer uma piada muito ruim com boquete mas, se vocês não sabem o que é um, também não devem fazer ideia do que é o outro e vão continuar sem entender nada, então deixa quieto que era levado para os mais longínquos cantos do mundo na esteira do sucesso de Michael Jordan, não só o maior jogador de todos os tempos da modalidade como também o primeiro que soube atrelar o marketing pessoal à habilidade, e que ajudou a tornar a NBA a liga bilionária e galáctica que é hoje. Mas não apenas Jordan e os Bulls faziam a alegria do pessoal da costa leste; a terra do Mickey também proporcionava bons espetáculos dentro de quadra, com um Orlando Magic comandado pelo recém draftado (pra quem não sabe, o draft é uma espécie de seleção que há no começo de cada temporada da NBA, onde as equipes profissionais escolhem os garotos que acabaram de sair da universidade para jogar profissionalmente, normalmente com os times de piores rendimentos da liga podendo fazer as primeiras escolhas, pegando para si atletas promissores e fazendo o que podem para aumentar a força dos times com um salário mais baixo, o que talvez possam fazer com que esses times mais fracos possam lutar de igual para igual com as grandes franquias cheias de estrelas) Shaquille O'Neal, o central que, em suas duas primeiras temporadas na NBA, conseguiu alcançar médias de 26.4 pontos, 13.6 rebotes e 3.5 bloqueios por jogo, levando o time de Orlando para os playoffs pela primeira vez na história da franquia e se tornando uma verdadeira estrela do basquete americano com apenas 21 anos. Um estrelismo tão grande que fez com que alguns desenvolvedores achassem que ele tinha carisma suficiente para estrelar um jogo de videogame próprio.


Habemus Shaq-fu!

E como é fácil de notar, Shaq-Fu tem esse nome por causa de Saquille O'Neal. Mas de onde vem o fu? Será que...ahã, vem de lá mesmo. Como frisei bem no começo desse texto, o início da década de 90 primava por suas bizarrices em cada esquina, então, por que no mundo dos games isso seria diferente? Como era muito fácil fazer um jogo de basquete estrelando Shaquille O'Neal (apesar dele já ter aparecido para a versão arcade de NBA Jam), e até mesmo o estilo ainda não estava consolidado como algo que agradasse a todos os jogadores, chegou-se à brilhante conclusão de “por que não fazer um jogo em que Shaq luta kung-fu em um mundo paralelo?” SIM! POR QUE NÃO??!!! E foi dessa brilhante conclusão que surgiu Shaq-Fu, um dos jogos de luta mais brilhantes que o mundo já viu.


MAS, POR QUE???!!!!

Antes que vocês me perguntem “cara, quem foi o gênio que teve a ideia brilhante de colocar jogadores de basquete lutando kung-fu?”, irei lhes responder logo que o cara foi o Bruce Lee. Uns 20 anos antes. Em 1972, Bruce Lee já havia filmado algumas cenas de Jogo da Morte, um filme que foi lançado postumamente apenas em 1978, pensado por Lee para mostrar todas as vantagens da arte marcial que ele havia criado, o Jeet Kune Do. E, entre os tantos atores que o mestre chinês chamou para seu filme, estava Kareem Abdul-Jabbar, um de seus discípulos de Jeet Kune Do que, por coincidência, também era uma estrela da NBA e se tornou o maior cestinha da história da liga (chegando à por enquanto imbatível marca de 38.387 pontos. Para se ter uma ideia, o único jogador ainda em atividade que está nessa lista é Kobe Bryant, que é o quarto maior pontuador, com 31.434 pontos e 34 anos). Ou seja, como já podíamos esperar, esse é mais um trashback que copiou um monte de coisa tosca pra lançar um produto ainda pior que os originais.



Finalmente, a história

Shaq-Fu não é apenas sobre Shaquille O'Neal lutando kung-fu, mas sobre Shaquille O'Neal lutando kung-fu para salvar o mundo! A história se passa em Tóquio – lógico, porque Tóquio é o lugar onde estão as coisas toscas que todo mundo gosta, tipo o Godzillae o japonês de cabelo pixaim que atende pelo nome de Jaspion, ou mesmo o Jiban, aquele Robocop com
senso de humor. E também porque se fizessem o jogo em Orlando a Disney provavelmente iria querer uma parte do orçamento – onde Shaq está concentrado para um jogo que irá levantar fundos para a caridade. E então, passeando um pouco pela cidade, ele acaba entrando numa casinha super estranha que na verdade é um dojo de kung-fu – agora, o porquê de um astro da NBA em visita à Tóquio, com tantos lugares turísticos para se ir, resolve entrar num pequeno dojo caindo aos pedaços numa rua deserta? Não me pergunte. Mas o fato é que ele entra e, não só dá trela pra um velho que fala que ele é o escolhido, como ainda o convida para entrar num portal que leva a outro mundo e resgatar o menino Nezu. E SHAQ ACEITA! Claro, por que não aceitar né? Não como se ele tivesse um All-Star games pra jogar e tudo o mais. Mas, quem é Nezu? Ora, pra que saber disso? Um menino está em perigo, e não temos laranjas! SHAQ PARA O RESGATE!!!!!

Gameplay

Qualquer semelhança com Mortal Kombaté pura cópia mesmo. Como podem perceber, não só a história da estrela do basquete que luta kung-fu, como a do portal para salvar alguém em outra dimensão é toda retirada de outros títulos de sucesso. Mas não podemos dizer a mesma coisa sobre o gameplay. Bem diferente dos títulos de sucesso da época – leia-se Street Fighter e Mortal Kombat – o jogo possui um esquema de lutas que mistura um pouco de cada um desses dois jogos – a diferenciação entre golpe fraco e forte de Mortal Kombat e o botão específico para provocação de Street Fighter estão presentes – mas o esquema de luta é bem diferente de ambos. Enquanto as batalhas em si lembram muito mais o World Heroes de Mega Drive, mas que possui um mapa bem mais parecido com um RPG: você controla Shaq por uma várias ilhas, e precisa visitar os lugares e vencer todos os adversários delas para conseguir o acesso para a próxima ilha, e onde deve-se continuar fazendo a mesma coisa até finalizar o jogo. Vários inimigos se opõe ao herói, como um príncipe árabe com espadas (numa clara referência à Prince of Persia), uma mulher meio pantera (a Cheetah da Liga da Justiça), ou mesmo no vilão final do jogo, Sett-Ra (uma espécie de Mumm-Ra dos Thundercats com a armadura do Destruidor das Tartarugas Ninja), podemos perceber que não há um pingo de originalidade nesse jogo, o que mostra que não é porque algo é totalmente diferente de qualquer coisa que já foi produzida que ele necessariamente precisa ser novo.



A influência

Apesar de tudo, Shaq-Fu ainda influênciou as gerações futuras e o mundo externo. Como? Ou, POR QUEEEE???!!!!! Novamente, isso é algo que eu não consigo explicar. Mas uma parte dessa influência pode ser vista nesses exemplos:









Shaq-fu.com

Um fansite? Desde quando um fansite é algo que vale menção? Calma, shaqfu.com não é um fansite. Na verdade, é o exato oposto. A missão do site é justamente convencer as pessoas que possuem uma cópia do game a vendê-los em pontos especializados para que essas cópias sejam DESTRUÍDAS! Entre as razões para fazer isso, eles afirmam que essa destruição é importante para “prevenir as próximas gerações de serem corrompidas pelo mau inerente do jogo” e que “tirá-lo das mãos de outra pessoa sumirá com toda a vergonha que ela possa sentir por possuí-lo [o jogo Shaq-Fu]”. Apesar da inciativa ser tão original quanto o game – já que a Atari já fez isso com ET – o que a torna válida, como defensor de jogos ruins peço para que qualquer leitor que possua uma cópia de Shaq-Fu em casa não entre em contato com esses monstros sem nenhum bom gosto.

Shaq UFC

A possibilidade de Shaquille O'Neal ser um lutador foi levada tão à sério que ele foi colocado como um lutador secreto no clássico do MMA UFC Undisputed 2010. Para habilitar o mestre das enterradas e calar a boca do Anderson Silva, tudo o que o jogador precisa fazer é, na tela título, apertar DIREITA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, BAIXO, ESQUERDA, CIMA, DIREITA, BAIXO, ESQUERDA, X, Y, Y, X e START para habilitar o macho man das quadras. Sim, não é DLC, é CÓDIGO NA TELA DE ÍNICIO, o tipo de coisa trOoOo que é digno de nosso lutador (?) predileto.


Sim ou não?

Como você tem coragem de me perguntar isso?! É UM JOGO DE LUTA COM O SHAQUILLE O'NEAL!!!!! Esse é o tipo de coisa que você simplesmente não pode deixar de jogar.



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Microtransações: a história do menino que gastou R$ 5 mil em um jogo de zumbis



Zombies vs Ninja parecia inofensivo para Greg Kitchen quando seu filho, Danny, lhe pediu para baixar o jogo para Ipad. Preocupado, Greg fez uma breve pesquisa e viu que o game era gratuito. Ao menos, o download.
Após 10 minutos, Danny já havia gasto 66 libras com as microtransações, o equivalente a perto de 200 reais. Com apenas cinco anos de idade, o garoto não percebeu estava pagando para fazer a compra de novas passwords. De fato o jogo era gratuito, mas pedia o pagamento de microtransações, pequenas cobranças para destravar itens e fases. Ao todo, naquela noite, a conta do iTunes fechou em 1.600 libras, ou seja, quase 5 mil reais.  A mãe do garoto só percebeu as compras no outro dia, quando recebeu 19 e-mails da Apple com os comprovantes.
O Greg conta que liberou a senha do Ipad para que o filho se mantivesse quieto. “Me preocupou quando ele me pediu o password, mas eu dei uma olhada no jogo, cuja descrição dizia que era de graça então pensei que não teria problemas”, conta o pai ao jornal Mail Online.
Após as matérias sobre o assunto que pipocaram nos jornais locais, a Apple anunciou que vai devolver todo dinheiro gasto. De acordo com a empresa, ela não é obrigada a devolver o montante, mas ficou claro que houve um desentendimento por parte do usuário, no caso, o garoto.



Outros casos
A Apple pagou 100 milhões de dólares por conta de usos indevidos de microtransações pelos usuários nos Estados Unidos. Isso por conta de uma garota de nove anos de idade que gastou perto de 200 dólares com três jogos ditos gratuitos. O pai da menina moveu uma ação contra a Apple alegando que os jogos são viciantes e que estimulam as crianças a gastar. De acordo com a própria Apple, cerca de 23 milhões de pessoas nos Estados Unidos fazemcompras sem perceber em aplicativos.

Microtransações
Diante desse problema, Sharon, mãe de Danny, resolveu levantar uma campanha para alertar mães em relação às microtransações. Tais jogos são projetados para serem gratuitos e estimular pequenos pagamentos para conseguir novos itens, fases e afins. Em alguns casos, o pagamento se torna primordial para se chegar ao fim do game. Por esse motivo, tais jogos ficaram conhecidos como “Bait Apps”, ou seja, aplicativos isca para pequenos pagamentos. Se você quiser saber mais sobre o tema, escute o episódio 28 de MundoGamer em que discutimos sobre microtransações.

Bloqueando Compras
Para evitar esse tipo de acontecimento, a própria Apple desenvolveu um menu que inativa quaisquer transações bancárias em celulares e tablets. Para desabilitar essa opção basta ir em ‘ajustes’ -> ‘Geral’ -> ‘Restrições’  -> ‘Ativar Restrições’ (colocar o número PIN) -> desabilitar o item ‘Compras em Aplicativos’



E você o que acha de microtransações? Vale tudo para conseguir dinheiro com jogos? Deixe seu comentário nesse post. 

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Bioshock Infinite - Game de Ponta




Plataforma: PC/PS3/X360
Desenvolvedora: Irrational Games
Ano: 2013



Não posso começar esse review sem mencionar uma coisa: na minha mente Bioshock é o melhor jogo dessa geração inteira, uma franquia nova, original e que mostrou como um jogo pode criar uma narrativa espetacular sem perder absolutamente nada em gameplay. Passados seis anos, Bioshock Infinite chega aos nossos consoles e mais uma vez dá uma lição à indústria com uma história sensacional e um gameplay rápido e variado.




Booker e Elizabeth

O jogador entrará na pele de Booker DeWitt, um soldado cheio de dívidas à procura de redenção. Ele é contactado por um homem misterioso e recebe uma tarefa simples: "Pegue a garota e limpe sua dívida". A garota no caso é Elizabeth, sua companheira por grande parte do jogo. Aqui começa uma das primeiras novidades de Bioshock Infinite: Booker fala. Pode parecer pouca coisa, mas é ótimo ver como a interação entre os dois personagens evolui enquanto eles exploram a cidade, e a dublagem de ambos é, no minimo, brilhante.


Jogadores preocupados em ter que proteger uma garota indefesa por horas não precisam se desesperar: Elizabeth nunca vai entrar em grandes perigos no meio do combate. Na verdade, ela ajuda muito o jogador, dando munição e energia a ele no meio do combate. O fato da personagem ser útil durante o gameplay acaba ajudando muito na maneira como você vê a garota durante o jogo; ela não vai te irritar e você realmente vai sentir sua falta quando ela for raptada ou algo do gênero. Um exemplo simples de como usar o gameplay para melhorar a narrativa como um todo.


Columbia, um novo paraíso

Rapture, a cidade no fundo do mar, sempre foi considerada uma das partes mais importantes de Bioshock; era quase como se a cidade fosse um personagem que levava toda a trama para a frente. Columbia não é nem um pouco diferente: boa parte do charme de Infinite está em conhecer esse mundo curioso, então vamos falar um pouco sobre ele, sem spoilers claro.

Quando entramos em Rapture pela primeira vez, a cidade estava em ruínas: vazamentos, explosões psicopatas e tudo que existe de ruim no mundo já haviam passado por ali; só sabíamos da grandeza daquela obra pelos relatos de personagens e explorando a cidade em si. Columbia é diferente: ela ainda é magnífica e grandiosa. Claro que tem seus defeitos e problemas: assim como em toda a série Bioshock, a população da cidade tem sérios problemas culturais, e a estrela da vez é o fanatismo religioso e o racismo. O fundador decidiu lançar a cidade aos céus justamente para "se afastar da Sodoma lá de baixo" e chegou até a lançar "um ataque dos céus" sobre Pequim para acabar com os asiáticos. Mais uma vez, sérios problemas culturais.


Eu com certeza não sou um especialista em história, mas definitivamente me senti como se estivesse em uma cidade americana em 1912, tirando pela parte em que ela voa, claro. Isso se deve ao fato de que a ambientação de Infinite é tão bem pensada quanto a de seus antecessores: propagandas, lojas, músicas, tudo ajuda o jogador a imergir nessa cidade fantástica.


A História

Sem spoilers, eu prometo. Mas ainda assim, se você quiser uma experiência completamente nova, pule esse parágrafo. Como já disse antes, Booker DeWitt chega a Columbia com o intuito de resgatar Elizabeth, a filha e protegida do grande profeta e fundador da cidade, Comstock. O Profeta é um personagem interessante: ele aparece poucas vezes, mas a adoração da cidade por ele é clara. Estátuas e bustos de Comstock estão espalhados por todo o lugar, e os habitantes de Columbia acreditam fielmente que ele é um enviado de Deus e que suas profecias serão a salvação da humanidade.


Mas é claro que existem insurgentes: os Vox Populi, um grupo de rebeldes que discorda das profecias e do controle de Comstock sobre Columbia e, obviamente, se revoltam contra a força do líder. Outras personalidades surgirão durante a trama, mas já paro por aqui. Não quero estragar nem um minuto dessa história.


Gameplay

Bioshock Infinite é um jogo de tiro em primeira pessoa, isso é fato, mas, assim como seus antecessores, alguns elementos transformam uma fórmula cansada e desgastada em uma experiência que se renova a todo instante, com novos poderes, habilidades e novas oportunidades para explorar cada uma dessas mudanças.



Vamos então fazer um pequeno tour pelas mecânicas de combate presentes no jogo. 

Além das armas típicas de qualquer shooter, Infinite traz de volta os poderes especiais pelos quais a franquia é famosa, os antigos Plasmids, agora renomeados Vigors. Temos também o Skyhook, um gancho que utiliza de trilhos aéreos espalhados pelo cenário para fazer uma espécie de "montanha russa"ao redor do campo de batalha. Booker também pode pedir a ajuda de Elizabeth para trazer objetos de outras dimensões para o combate, sejam eles Autômatos, novas armas ou kits de primeiros socorros.

Somando tudo isso algumas coisas interessantes acontecem: está cercado e com pouca vida? Use o skyhook e fuja dos inimigos por um tempo, ou crie uma fenda para pegar kits de vida. Não consegue achar os inimigos? Chame um autômato voador para ajudar na caça aos pobres coitados. Está entediado? Use seus poderes de água para tentar matar todos os inimigos empurrando eles para fora da cidade. Infinite não só dá ao jogador diferentes ferramentas, como também incentiva o uso de todas elas.

Ritmo


Não, não, você não vai ter que ligar uma guitarra de plástico no seu console em nenhum momento, muito menos ter que apertar botões no ritmo de alguma música para abrir portas; o ritmo que menciono aqui é o de gameplay. Sabe quando um jogo é ativo o tempo todo, aumentando cada vez mais a velocidade de suas ações, chegando ao ponto em que você nem liga mais para o que está fazendo? Quando as coisas simplesmente ficam repetitivas demais? Isso normalmente acontece quando o ritmo de um jogo não é variado, sempre ação, ação e ação e o jogador acaba ficando sufocado no meio de toda essa confusão.

Infinite não faz isso. Pelo contrário, em alguns momentos Booker simplesmente vai abaixar sua arma e o jogador acaba explorando o cenário inconscientemente. É um truque um tanto quanto impressionante, sim, você pode levantar sua arma e tentar atirar em vasos e outros objetos decorativos, mas o jogo prende o jogador de uma maneira tão grande que você acaba agindo como se Booker fosse uma pessoa normal, não um maníaco psicopata que consome todas as garrafas de álcool do cenário e atira em candelabros. O jogo te dá toda a liberdade do mundo, mas você ainda assim acaba seguindo o roteiro que a Irrational Games tinha na cabeça. É algo assustador.


Sim ou Não?

A resposta curta é... sim, com certeza. Seis anos atrás Bioshock, de certa forma, definiu um novo rumo para a indústria, um rumo em que a narrativa é tão importante quanto a jogabilidade. Hoje, nas portas de uma nova geração de consoles, a Irrational faz um resumo de toda a evolução que os games sofreram nesses anos. Bioshock Infinite, assim como seu predecessor é mais que um jogo, mais que uma história; é uma obra de arte.


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Casamento Igualitário - Trending Topic





Depois da onda de fotos verdes nos perfis do Facebook, você deve ter visto alguém na sua timeline usando o símbolo de igual como foto do perfil e se perguntado: qual será a causa da vez? 

A resposta é bem simples: o símbolo matemático de igual em vermelho está sendo usado na campanha pelo casamento igualitário, que estava sendo discutido nos Estados Unidos na última semana. A bandeira do movimento é que pessoas de todas as orientações sexuais tenham os mesmos direitos civis em relação ao casamento, aposentadoria, compartilhamento de bens e criação de filhos, dentre outros tópicos.



Os apoiadores do movimento nos EUA e em outras partes do mundo substituiram sua própria foto do Facebook, Twitter e outras redes sociais pelo símbolo. A campanha é uma iniciativa da organização Human Rights Campaign.

O movimento surgiu numa semana decisiva para os norte-americanos, já que iniciaram-se os debates sobre união homoafetiva na Suprema Corte dos Estados Unidos. Desde o lançamento da campanha, na última segunda-feira (25), o símbolo se espalhou com rapidez pelas redes sociais, sendo adotado até mesmo por famosos como a apresentadora Ellen Degeneres, que é lésbica e uma das maiores apoiadoras do movimento gay nos EUA há algumas décadas.


Entretanto, o símbolo de igual em vermelho não é a única representação da campanha. Além da imagem original divulgada pelo Human Rights Campaign, muitas outras inspiradas nela apareceram nas redes sociais. 



E você, é a favor da igualdade de direitos?