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Mundo Gamer 01-11

Foto: Alex Benito
Pegue o seu controle, aperte o start, está no ar o Mundo Gamer, o resumo de notícias de games do Comando Login. Nessa semana:

Square Enix anuncia produção de novo jogo da série Hitman

Será que Modern Warfare 4 já está mesmo em fase de produção?

Servidores de Final Fantasy QUATORZE serão desligados no próximo dia 11

Compra da LucasFilms pela Disney coloca também os jogos de Star Wars nas mãos de Mickey

Professor Layton and the Mask of Miracles, LEGO The Lord of the Rings, Need For Speed Most Wanted são os lançamentos da semana

Claro a polêmica sobre o adiamento de Assassin’s Creed III para o Brasil e se realmente o jogo é o prometido pela Ubsoft.

Guitarras pesadas e motores turbinados é o que nos traz Gabriela Brandão no Game Flashback

Ouça o programa clicando no player abaixo ou baixe aqui.




Locução: Wagner Alves
Comentários: Felipe Navarro
Textos: Felipe Navarro, Rafael Rodrigues e Bruno Marise

Edição de texto: Wagner Alves
Edição técnica: Tiago Gaeta

Essa é uma produção do núcleo de jonalismo da Rádio Unesp Virtual com produção do portal Gameshow.

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Dishonored (PC/PS3/X360) - Game de Ponta







Em tempos de Assassin'sCreed 3 e Call ofDuty: Black Ops 2, alguns bons jogos acabam passando batido pelo público. E isso é algo normal; afinal, títulos da força desses dois acabam por eclipsar boa parte dos lançamentos que chegam em datas próximas aos seus. E ainda que boa parte dessas vezes os títulos deixados de lado são medianos, nada originais ou ruins mesmo, e nada ou pouca coisa se perde ao ignorá-los, isso nem sempre é o caso. E é nessa última categoria que podemos encaixar Dishonored. O novo jogo da Arkane Studios (que já havia entrado no radar do gamers em com Dark Messiah of Mightand Magic), lançado no dia 09 de outubro para PS3, X-Box 360 e PC, que acabou gerando expectativas um tanto aquéns do que deveria, pelo menos entre os players brasileiros – coisa que ficou bem evidente no estande do jogo na Brasil Game Show que, apesar de contar com 4 consoles com o game, estava quase sempre vazio -, ainda que estivesse sendo lançado pela sempre competente Bethesda. E também, principalmente, porque promete ser um dos melhores jogos do ano e grande candidato a qualquer título de GOTY, mesmo com o tio Connor e o tio Desmond na disputa.




O jogo


Dishonored é um jogo de ação stealth com perspectiva em primeira pessoa. O jogo segue o esquema de mundo aberto, mas de um modo diferente do convencional: ao invés de fornecer um grande mapa com várias side-quests e uma missão principal, onde se há a liberdade de se explorar qualquer lugar como bem entender (como acontece nos últimos jogos das duas maiores franquias da Bethesda, Elder Scrolls e Fallout), a questão da liberdade aqui se dá de modo diferente: ao invés de liberdade de exploração, Dishonored oferece ao jogador uma total liberdade de execução. Ao invés do mundo aberto com diversas missões que consistem sempre em ir até um determinado ponto do mapa, matar todo mundo e recuperar certo item, as fases de Dishonored são “caixas fechadas” que podem ser acessados em apenas determinados momentos, e onde há apenas uma única missão: assassinar alguém. Mas o modo que isso será feito é totalmente à escolha do jogador, que pode sair como uma verdadeira máquina de guerra matando todos que apareçam à sua frente, ser uma assassino silencioso ou mesmo ser um cara legal e não matar ninguém, sendo Dishonored o único jogo de ação, talvez em todos os tempos, que fornece a possibilidade de finalizar sua história sem derramar uma única gota de sangue.



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Esse tipo de liberdade fica bem evidente já na primeira missão, em que seu personagem está encarregado de matar o cardeal da cidade. Apenas para essa parte em específica, você pode escolher arrombar a porta da mansão dele e sair dilacerando todos os guardas, abrindo caminho até que consiga encurralá-lo em sua salinha secreta, entrar na mansão escondido e cortar a garganta dele sem que ninguém perceba sua presença, envenenar o copo de vinho que ele tomará ao sair do quarto, ou mesmo invadir seus aposentos, conseguir provas de que ele está deturpando as leis da Igreja e destituí-lo de seu cargo, tirando-o de seu caminho sem a necessidade de matá-lo. Isso sem contar as outras possibilidades possíveis, usando poderes e elementos do cenário, oferecendo uma gama de modos para se completar uma missão tão grande quanto a imaginação de que joga.

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Assim como nos RPGs modernos, as ações de seu personagem também passam por um certo sistema de julgamento. Só que, ao invés do tradicional sistema de moralidade que divide em “ações boas” e “ações más” (como em Mass Effect, por exemplo), o que rege a consequência de suas ações é um sistema baseado no caos que elas causam, fazendo com que a morte de muitos inimigos aumente o número de guardas, ratos e pessoas contaminadas nas ruas e, ao mesmo tempo, não matar ninguém pode fazer com que alguns NPCs comecem a desconfiar de sua lealdade ao grupo rebelde. Esse sistema – que faz com que não só o mundo como também o modo com que os NPCs te tratam mudem – é o que define qual dos dois finais disponíveis será exibido ao completar a história.

Como bom assassino, sua arma principal é uma espada – que possui um dispositivo de lâmina retrátil, fazendo com que o personagem aparente carregar algo inofensivo em sua mão. Mas outras armas secundárias também podem ser usadas, como uma besta-de-mão, uma garrucha e armadilhas diversas. Além desses aparatos tecnológicos, o jogador também poderá contar com a boa e velha magia – e é isso que dará a maior vantagem sobre seus inimigos. Essas magias podem ser tanto ativas – como se teleportar para um determinado local ou conjurar hordas de ratos para atacar os inimigos – quanto habilidades passivas – uma vitalidade maior ou o fato de os inimigos mortos virarem pó, não deixando um rastro de corpos pelo caminho. Além disso, há ainda várias amuletos pelo jogo que fornecem alguns poderes sobrenaturais, como não ter a velocidade diminuída ao correr armado ou aumentar a quantidade de tempo que se consegue ficar debaixo d'água.

Os controles, incrivelmente, são bem fáceis. E olha que quem está dizendo isso é alguém que, depois de uma experiência malfadada com Morrowind, nunca conseguiu achar graça em jogos de espada com visão em primeira pessoa. Então, nesse quesito, Dishonored é uma ótima surpresa. Os comandos são simples e fornecem respostas rápidas, e a câmera não cria vida própria enquanto você tenta atacar e correr ao mesmo tempo. Tudo funciona de modo muito simples – um botão ataca, outro defende, outro solta magia ou usa a arma secundária – e, seja com teclado e mouse ou com joystick, em coisa de cinco minutos você já se encontra apto para passar sem problemas por qualquer ponto do jogo. E, ao contrário de muitos jogos em primeira pessoa, o sistema de stealth realmente funciona! Você consegue se desvencilhar de inimigos usando sombras e outros elementos do cenário, além de que uma tentativa de roubar algum guarda desapercebido não vai fazer com que ele magicamente perceba sua presença – afinal, você não é um guerreiro desengonçado e armado até os dentes fingindo que é silencioso, mas um verdadeiro assassino que sabe que o silêncio e a delicadeza são suas maiores armas. Outra coisa bem interessante é o sistema de alerta dos inimigos: caso você seja avistado, eles imediatamente se comunicarão com todos os outros da fase, fazendo com que eles passem a te procurar e se torne mais difícil se esgueirar sem ser visto, mais ou menos como o sistema que fez tanto sucesso na franquia Metal Gear.




A história



Você é Corvo Attano, guarda-costas pessoal da Imperatriz Jessamine e chefe da guarda da cidade de Dunwall. O jogo tem início com Corvo retornando de viagem, retornando da missão de buscar ajuda em outros reinos para conter a praga que vem assolando a cidade. Ao entregar seu relatório para a Imperatriz, um grupo de assassinos se teleporta para o lugar onde eles estão, usando de poderes mágicos para paralisar Corvo, matar a Imperatriz e sequestrar a herdeira do trono. Ao se ver novamente livre, Corvo corre para amparar sua soberana, que, em suas últimas palavras, pede para que ele resgate sua filha. Chegando no local e vendo o guarda-costas debruçado sobre o corpo morto da Imperatriz, Hiram Burrows, chefe de espionagem do reino, o acusa de assassinato e faz com que os guardas o arrastem para a prisão. Após seis meses largado na cela e sofrendo torturas constantes, Burrows, agora Lorde Regente na cidade, aparece em sua cela e revela que fora ele que arquitetou o plano de matar a Imperatriz e tomar o domínio da cidade e que, apesar de não que você estivesse presente no momento, acabou sendo algo bom, pois ele tinha alguém para culpar, e anuncia que você será enforcado no dia seguinte. Então, depois da confissão do vilão, alguém disposto a te ajudar aparece, você foge de sua cela e parte em busca de vingança e da salvação do mundo. Assim começa mais uma história de James Bond Dishonored.

Ok, o plot base não é lá tão original assim, mas vários elementos o tornam interessante. Primeiramente, Dunwall foi inspirada nas Londres e Edimburgo do final do século XIX, onde conviviam lado a lado motores a vapor, armas de fogo e a fuligem e sujeira trazidas pela Revolução Industrial e a monarquia aristocrática inglesa, com suas famílias tradicionais vivendo em palácios e mansões de três séculos atrás, pertencendo a ordens de cavalaria e portando espadas como peças importantes do vestuário. Assim como a Londres de final de século, Dunwall também é um misto do novo com o velho mundo, onde a tecnologia convive lado a lado com as tradições medievais. Outra referência histórica fica pelo clima em que a cidade é encontrada, o desespero que dá o teor dramático e não-clichê ao jogo. Para esse clima, os programadores se inspiraram na Londres do século XVII, mais precisamente na Londres do ano de 1666. Essa escolha é apontado por Harvey Smith, um dos nomes responsáveis por todo o designdo game, como sendo uma escolha óbvia, já que 1666 foi o ano do Grande Incêndio de Londres, que acabou de vez com a praga que assolava a cidade, ao custo da incineração total dos bairros mais pobres. Mesmo a peste que vimos em Dunwall é inspirada nessa época: transmitida por ratos e matando aqueles que a contraiam em poucos dias, a peste de Dunwall é muito parecido com a peste bubônica – ou Peste Negra – que assolou a Europa durante todo os século XIV, XV, XVI, XVII e XVIII. Em Londres, a maior epidemia dessa Peste ocorreu entre os anos de 1665 e 1666, e foi contida apenas pelo incêndio que se iniciou numa padaria e transformou mais da metade da cidade em cinzas. Apesar de ter consumido 13200 casas, 87 igrejas, a Catedral de São Paulo, além de um incontável número de barracões e cortiços nos bairros mais pobres, deixando cerca de 80.000 pessoas desabrigadas da noite para o dia, curiosamente, foram contabilizadas apenas seis mortes ao Grande Incêndio de Londres. A razão para isso é explicada como sendo que as mortes dos habitantes de menor influência na cidade (classe média e pobres e miseráveis no geral) não eram documentadas, e também de que, pelo calor das chamas, muitos corpos acabaram cremados e não sobrou nada para ser documentado. E tudo isso só adiciona ao cenário steampunk que o jogo apresenta desde o início, e que poucas vezes consegue ser usado sem parecer caricato (como o foi em Fable III, apesar de, nesse caso, a caricaturização ser proposital).



Além disso, o sistema de caos é algo bem legal, e dá pra ser visto não só nas mudanças do mundo, mas mesmo no andamento da história. OK, você encontra um cara que te dá poderes mágicos pra salvar o mundo. Mas, ao contrário do que acontece na maior parte dos jogos, esse cara não é bonzinho. E, os mesmos poderes que ele deu a você, também ofereceu a seus inimigos; basicamente, o cara que ver “Dunwall pegar fogo!” sacaram a piada com o Grande Incêndio? Hã? Pegar fogo? Hahaha eu sou mesmo hilário e não assumir nenhum lado, fazendo do caos parte importante não só do gameplay como também do plot da história.

Personagens Principais


Corvo Attano – personagem jogável e protagonista do game. Corvo é guarda-costas pessoal da Imperatriz, e é injustamente acusado de matá-la e sumir com sua filha. O desejo de vingança e o senso de dever é o que o faz se aliar aos Loyalists (grupo que pretende tirar o Lorde Regente do poder e voltar a colocar uma Imperatriz no trono) e ajudá-los a tomar o poder de volta, assassinando ou tirando de cena figuras chaves da política da cidade.
Corvo é também o único personagem do jogo que não é dublado por ninguém, numa tentativa dos produtores de, ao não dar voz ao personagem, fazer o jogador se sentir como sendo sua própria voz falando ali, numa tentativa de deixá-lo ainda mais imerso no mundo do jogo.


The Outsider – uma entidade espiritual “meio anjo, meio demônio”, com vários seguidores ao redor do mundo. É ele o responsável por toda a magia de Dishonored, aparecendo para pessoas que ele julga serem interessantes e concedendo-lhes poderes mágicos ao marcá-las. Além de Corvo, vários outros personagens do jogo também receberam visitas do Outsider. Apesar de estar ciente do mundo dos humanos, e achar tudo muito interessante, ele não escolhe lados, se mantendo sempre neutro e fornecendo auxílio para aqueles que julga merecerem, independente de quais sejam suas ambições.
The Outsider é dublado pelo ator Billy Lush, conhecido pelo personagem Chris Cawsey de Sob o Domínio do Medo, e pelas variadas participações em série para TV, como CSI: New York, Castle e Terminator: The Sarah Connor Chronicles. Esse é seu primeiro trabalho em um jogo de videogame, onde também está escalado para dublar um dos personagens de Hitman: Absolution.


Jessamine Kaldwin – Imperatriz de Dunwall, cuja morte é o estopim para o início da história. Acredita-se que, além de guarda-costas, Corvo era na verdade seu amante, e Emily seria fruto do amor dos dois.
Jessamine Kaldwin é dublada por April Stewart, que já tem em seu curriculum uma infinidade de trabalhos em games, entre os quais se encontram The Elder Scrolls V: Skyrim, Fallout: New Vegas, God of War III, Dragon Age: Origins e Mass Effect.





Emily Kaldwin – filha da Imperatriz Jessamine e herdeira do trono de Dunwall, viu a mãe ser morta e foi raptada por seus assassinos, sendo tirada de cena para que Burrows pudesse dominar a cidade. Acredita-se que seja filha de um romance entre Corvo e a Imperatriz.
Emily Kaldwin é dublada pela atriz Chloë Grace Moretz, famosa por ter feito a Hit Girl no filme Kick-Ass e a menina Isabelle em A Invenção de Hugo Cabret. Ela já havia trabalhado com videogames em 2010, ao dublar a Hit Girl para Kick-Ass: The Game.




Hiram Burrows – antigo chefe de espionagem de Dunwall, se tornou Lorde Regente após a morte da Imperatriz e o sumiço de sua filha. Foi ele o responsável por todos esses eventos, e também por jogar toda a culpa nas costas de Corvo.
Hiram Burrows é dublado por Kristoffer Tabori que, entre seus trabalhos em videogames, estão Ninja Gaiden 3, Star Wars: The Old Republic, Star Wars: The Force Unleashed – Ultimate Sith Edition, Alpha Protocol e Star Wars: Knights of the Old Republic.





Farley Havelock – antigo almirante da Marinha de Gristol (país de onde Dunwall é a capital), Havelock se recusou a navegar sob o comando do Lorde Regente Burrows, e é o responsável pela criação dos Loyalists, grupo que tem por objetivo tirar o Lorde Regente do poder. É ele o responsável pelo plano de recrutar Corvo para o grupo.
Farley Havelock é dublado por John Slattery, mais conhecido por fazer o personagem “Roger Sterling” na série Mad Men, e o pai de Tony Stark em Homem de Ferro 2. Esse é o primeiro trabalho do ator para um jogo de videogame.




Granny Rags – um velhinha cega e gagá que vive pelas ruas escuras de Dunwall, que em sua juventude já foi uma bela aristocrata pretendida por até mesmo por reis. Ela é umas das personagens aos quais The Outsider concedeu poderes mágicos.
Granny Rags é dublada por Susan Sarandon, conhecida por ter participado de verdadeiros clássicos do cinema, como Thelma & Louise, Os Últimos Passos de um Homem (filme pelo qual levou o Oscar de melhor atriz), O Óleo de Lorenzo e The Rocky Horror Picture Show, e é considerada uma das atrizes mais influentes em Hollywood. Esse é o primeiro trabalho dela na indústria de videogames.


O veredito?


Se você ainda não jogou Dishonored, jogue! Se está em dúvida se deve ou não comprá-lo, compre! Dishonored é um dos melhores jogos dos últimos anos, e forte candidato a Game of the Yearde 2012. E, sem sombra de dúvidas, se ganhar, será com todos os méritos.



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Halo 4 - Brasil Game Show



Um dos poucos jogos que salvaram o stand da Microsoft/Xbox na Brasil Game Show, Halo 4 estava mesmo de arrepiar. Eram quatro consoles em uma disputa multiplayer, valendo uma camiseta.
Filas de 3 horas se formaram para testar esse game que, sem dúvida, foi um dos destaques da feira. Mas, afinal, o que rolou do game da BGS? Assista ao vídeo abaixo e fiquei sabendo.


Halo 4

O sétimo jogo da série (embora leve o número quatro na frente) é o início de uma nova era para a franquia. A história desse game será o início de uma nova trilogia em sequência a Halo 3 (nada mais óbvio), agora com a produção da 343 Industries.
A história de Halo 4 se passa com a incrível precisão de quatro anos, sete meses e dez dias após o final de Halo 3, em que Master Chief e Cortana vão para um outro planeta.

Os gráficos e a jogabilidade continuam as melhores até o momento num Xbox 360. Pode-se lembrar também que, embora o WiiU tenha vindo com melhores gráficos e é o vídeo game da nova geração, perde de lavada para os gráficos desse Halo.

Novidades

São muitas as novidades do novo game da série. A começar pelo novo modo de jogo o Spartan Ops, um multiplayer da live com atualizações semanais. Outra novidade bacana é a visão Prometeo, uma espécie de raio x em que se pode ver os inimigos através das paredes.
Para concertar o problemas de mortes do nada, o jogo agora tem um indicador de granadas, não importando onde está. Outro ponto que ajuda na jogabilidade são os Quick Time Events, já famosos depois de God of War. Aqueles momentos do jogo em que se tem que apertar uma série de botões no controle e que sempre deixa a cena mais legal.
Por fim, para quem gosta da história da série, o Halo 4 trará um prólogo contando a história desde o início. Claro, uma nova história não começa sem o fim da outra.

Quer saber mais sobre Halo 4? A dica é o site espanhol Halopedia. Lá tem absolutamente tudo sobre o novo game. Só tem que estar afiado com a língua dos hermanos.

Para fechar, confira o trailler de Halo 4 na E3.

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Mundo Gamer 25-10

Foto: Alex Benito

Pegue o seu controle, aperte o start. Está no ar mais um Mundo Gamer, agora totalmente remodelado e com meia hora de duração. Novas vinhetas, novo formato e um novo quadro: Rádio GTA, para lembrar as melhores trilhas sonoras desse mito dos games. No programa dessa semana:

- Sony lança nova versão de software do PS3

- Lançamento de SimCity é adiado

- Empresa de ex-funcionários da Ubisoft promete game de terror psicológico para 2013

- Quinta edição da Brasil Game Show é a maior de todos os tempos

- Bruno Marise traz o melhor das artes marciais mistas no Game de Ponta
- Toda a polêmica do patch de Medal of Honor: Warfighter

- Minigame: Knights of pen and paper

Não se esqueça de dar aquele joinha na nossa página do Facebook e acompanhe nosso Twitter pelo @comandologin.

Dê o play abaixo para ouvir ao programa e baixe aqui.


Essa é uma produção do Núcleo de Jornalismo da Rádio Unesp Virtual, do Comando Login com parceria do Portal Gameshow.

Textos e comentários de Felipe Navarro, Rafael Nóia e Bruno Marise
Apresentação de Wagner Alves
Edição técnica de Tiago Gaeta

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UFC Undisputed 3 (PS3/X360) - Game de Ponta


por Bruno Marise

O MMA hoje ocupa o lugar que foi do boxe por muitos anos, como a principal competição esportiva de luta do mundo. O UFC, maior evento que representa a modalidade em questão é uma verdadeira febre, e conquista cada vez mais seguidores. Não param de surgir camisetas, bonés, blogs e sites especializados, DVDs etc. Nos games não podia ser diferente. Com o primeiro game, UFC Undisputed 2009, produzido pela THQ, os fãs da pancadaria puderam comemorar finalmente um título de peso baseado nos combates do octógono. Com UFC Undisputed 3, a franquia hoje se firma como a experiência definitiva de MMA nos videogames.



Ladies and gentlemen, IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIT'S TIIIIIIIIIIIIIIIIIIME!

O realismo e a produção cuidadosa permitem uma total imersão do jogador no universo do game. Os ambientes e momentos são recriados com perfeição: as entradas dos lutadores, os juízes, a narração, as propagandas e até o showman locutor oficial do octógono, mister Bruce Buffer. Os gráficos reproduzem fielmente cada lutador, em seus mínimos detalhes e características próprias: desde as tatuagens de Brock Lesnar até a enorme cicatriz de Minotauro. A movimentação e outros elementos como sangue, suor e ferimentos também são pontos altos.

Sangue, cortes, inchaço, olho roxo: O realismo dos ferimentos deixa tudo ainda mais fiel e divertido

Vista as luvas e entre no octógono

A jogabilidade é um tanto quanto complicada, mas nada que algum tempo de jogo e uma olhada nos tutoriais (totalmente em português) não resolva. A variedade e combinação de golpes, agarrões (ui!) e derrubadas demanda que os controles sejam um pouco mais complexos e no fim das contas o resultado é satisfatório. A intesidade das porradas também é um fator vital: cada soco dado ou tomado é "sentido" pelo jogador. Quando se está numa situação complicada, levando bordoadas de tudo que é lado é difícil não se desesperar e apertar um monte de botões pra tentar sair dali e não perder a luta.

O sistema de submissão foi remodelado, e agora para finalizar o adversário com uma guilhotina, triângulo ou armlock, você deve estar em uma posição certa e pressionar o analógico direito, que dará início a uma espécie de minigame, onde cada jogador é uma faixa de cor diferente e o lutador que iniciou a submissão deve "prender" o adversário e não deixá-lo escapar até que a sua vida se esgote. Deu pra entender? Não? Então dá uma olhada no vídeo aqui embaixo que vai ficar mais fácil:



Choose your destiny!

UFC Undisputed 3 disponibiliza mais de 150 lutadores de todas as categorias de peso existentes: Peso Mosca, Peso Galo, Peso Pena, Peso Leve, Meio-Médio, Médio, Meio Pesado, Peso Pesado. Dentre todos é possível escolher desde as lendas da pancadaria Chuck Liddell, Dan Severn, Tito Ortiz, Royce Gracie e Mirko Cro Cop até as novas estrelas como Anderson Silva, Jon Jones, Georges St. Pierre e Júnior Cigano.

Cada lutador tem uma combinação de habilidades (força de nocaute, velocidade, submissões, garra etc) que o torna único, vamos aprender sobre alguns dos estilos de luta presentes no jogo.

Jiu-Jitsu
O Jiu-Jitsu é uma das artes marciais com o maior número de especialistas dentro do MMA. O lutador dessa modalidade tem como forte as derrubadas e a luta no chão. Com o adversário na lona, o especialista em Jiu-Jitsu tentará usar sua habilidade nas reversões, transições de posição e principalmente submissões para dar um fim ao combate.

Principais representantes: Antônio Rodrigo "Minotauro" Nogueira, Frank Mir, BJ Penn, Royce Gracie, Demian Maia.


Kickboxing 
O Kickboxing é uma modalidade que engloba várias artes marciais como Savate e Muay Thay, e tem como foco os chutes, caneladas e joelhadas. É um estilo bastante agressivo e também um dos mais praticados pelos lutadores de MMA. 

Principais Representantes: Mirko "Cro Cop" Filipovic, Anderson Silva, Pat Barry, Thiago Alves, Maurício "Shogun" Rua, Wanderlei Silva.



Wrestling
Os wrestlers são extremamente fortes e vão usar derrubadas e arremessos para enfraquecer o adversário. A prática do Ground And Pound (jogar o adversário no chão e bater nele de uma posição superior), inventada por Mark Coleman é a principal  arma desses lutadores.

Principais representantes: Mark Coleman, Brock Lesnar, Cain Velasquez, Dan Severn, Jon Jones.


Boxe
O boxe tem crescido bastante entre os praticantes de MMA. A combinação de resistência, esquivas, agilidade e sequência de socos são os pontos fortes dos boxeadores.

Principais representantes: Júnior "Cigano" dos Santos, Vitor Belfort, Dan Henderson.





Essas são as modalidades mais comuns presentes nas artes marciais mistas, mas temos outros exemplos como Karatê, representado pelo brasileiro Lyoto Machida e o Savate de Cheick Kongo. Isso não significa que os lutadores ficam restritos a alguns estilos. Anderson Silva, por exemplo, tem especialidade em Muay Thay, mas também possui um jiu-jitsu forte. Jon Jones é wrestler, mas tem uma velocidade impressionante para um lutador desse estilo, além de também ser especialista em Muay Thay.

Agrando aos saudosistas


Entrar na pele do mito destruidor croata Mirko Cro Cop e arrebentar os adversários com suas caneladas mortais já valem o jogo


Além das melhoras nos controles e jogabilidade, Undisputed 3 também traz uma novidade pra agradar os fãs de MMA mais antigos: o modo Pride. Nele é possível reviver as batalhas do extinto torneio japonês (comprado e incorporado por Dana White), e assumir o papel das lendas da competição como Mirko Cro Cop, Mark Coleman, Royce Gracie, Kevin Randleman, Gary Gooldridge, Rampage Jackson entre outros. Para quem não entende as diferenças, lá vai: O Pride acontecia quase sempre no Japão e em vez do Octógono era disputado em um ringue comum. O primeiro round tinha dez minutos, diferente do UFC, que possui rounds de cinco minutos. As regras eram menos rigorosas e permitiam joelhadas na cabeça do adversário caído e o famoso Tiro de Meta, um chute contra a cabeça do lutador apoiado no chão. A única ressalva é que o Pride só pode ser jogado no modo exibição e modo torneio, impedindo que se tenha mais horas de jogo nessa modalidade. Também senti falta de alguns lutadores mitológicos do evento como Fedor Emilianenko e Kazushi Sakuraba. Mas fora isso o modo Pride é bastante divertido e serve como alternativa se você estiver afim de um combate mais violento.

Se quiser ver com os próprios olhos como é o tiro de meta, dá uma olhada aqui:


Várias possiblidades

Os dois principais modos de jogo, além do "Exibição" são o modo Carreira e o Modo Título, vamos entender um pouco deles.

Modo Carreira: Você pode escolher entre criar um lutador a seu gosto e guiá-lo desde as ligas amadoras até a conquista do cinturão ou pegar um lutador real e refazer sua trajetória no mundo do MMA.

Modo Título: Escolha um lutador, e vá batalhando até se tornar o campeão dentro de uma categoria. Quando conseguir conquistar o cinturão, é desbloqueado o modo "Defesa do Título", auto-explicativo, né?

O modo carreira é bastante completo e mescla os combates com uma certa dose de estratégia, onde você deve gerenciar os valores de patrocínio, editar roupas, coordenar treinos, etc.



Como já foi dito no começo desse post, UFC Undisputed 3 é o título definitivo de MMA nos videogames. A série conseguiu atingir um nível de realidade e fidelidade impressionantes, sem atrapalhar a jogabilidade e a diversão, e podem agradar até quem não gosta de luta. A franquia, até agora produzida pela THQ foi repassada para a EA Sports, da gigante Electronic Arts, que agora é a responsável pelo game oficial do UFC. O anúncio foi feito na E3 desse ano, com direito a participação do chefão Dana White. Os fãs ficaram com o pé atrás, já que o jogo de MMA lançado pela EA, decepcionou. Nos resta esperar que o game continue na mesma linha e que o alto nível da série seja mantido.

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Brasil Game Show - PS All-Stars Battle Royale

Quem não gosta de um bom crossover? A mania já é velha, mas ainda faz sucesso. Seja em Marvel vs Capcom ou Super Smash Bros, os fãs adoram ver seus personagens favoritos em uma batalha até a morte. E é por isso que a Sony decidiu investir no amor dos fãs por suas franquias com o lançamento de Playstation All-Stars Battle Royale. Então, é hora de saber tudo sobre esse mash-up e se preparar para seu lançamento em Novembro!


Gameplay

A jogabilidade de All-Stars é o que você imagina em qualquer brawler, mas pode esquecer a barrinha de vida e coisas assim. Como Super Smash Bros, o jogo conta com um sistema diferenciado para eliminar seus adversários. Enquanto a pancadaria come solta, uma barra de especial cresce e o único jeito de derrotar seus concorrentes é usando um dos três níveis de especial. Bem no estilo de Smash, as mortes contam pontos, que só são revelados no fim da partida, o que deixa todos com aquela esperança e expectativa de "Será que ganhei? Ou será que foi o maldito do Kratos naqueles últimos dois segundos?". Admito que minhas primeiras partidas foram meio decepcionantes, os controles pareciam meio travados e acabei levando uma sova na maioria das partidas. Com o tempo fiquei acostumado com o sistema e até me apeguei a alguns personagens (Radec e Sir Daniel, estou falando de vocês).



Vita ou PS3?

Playstation All-Stars vai sair para Playstation 3 e para o Playstation Vita simultaneamente, mas não se preocupe em gastar dinheiro. Na compra da versão de PS3, você ganha, na faixa, a versão para o portátil. Outra mecânica interessante é o Cross-Play, a habilidade de usar o Vita como um segundo controle para a versão de PS3. Mas qual a melhor versão? Sendo sincero, eu preferi jogar em uma tela grande, a confusão nesse tipo de jogo é grande e fica difícil entender o que você faz em uma tela menor como a do Vita. Sem contar que algumas ações como pegar um item são comandadas pela tela de Touch do portátil, o que não é nada confortável.

Personagens

Querendo ou não, esse é sempre o assunto mais importante quando pensamos em games desse gênero. Mas fiquem tranqüilos, a Superbot Entertainment caprichou no line-up de personagens, incluindo  personagens que não são exclusivos da Sony como Big Daddy, de Bioshock e Dante, do novo Devil May Cry. Confira a lista completa dos personagens presentes no jogo: Kratos (God of War), Colonel Radec (Killzone), Evil Cole e Cole McGrath (inFamous), Spike (Ape Escape), Sackboy (LittleBig Planet), Nariko (Heavenly Sword), Sir Daniel Fortesque (MediEvil), Ratchet e Clank (Ratchet & Clank), Sly Cooper (Sly), Jak e Daxter (Jak & Daxter), Fat Princess (Fat Princess), Nathan Drake (Uncharted), Parappa (Parappa the Rapper), Sweet Tooth (Twisted Metal), Big Daddy (Bioshock), Dante (DmC), Raiden (Metal Gear Solid), Heihachi (Tekken) e Toro (Mascote da Sony japonesa). Impressionante, não? Qual seu favorito? Quem faltou? Deixe a sua opinião aqui nos comentários!

Impressões Gerais


Todo o tempo que passei com Battle Royale foi divertido, mesmo sofrendo com os controles. Só a oportunidade de jogar um Big Daddy em uma luta contra Kratos já me deixou contente. Os personagens tem estilos bem diferenciados. Radec de Killzone, por exemplo, luta mais de longe com suas armas e bugigangas, enquanto Sly Cooper fica invisível e surpreende os adversários. Até os cenários são diferenciados, com crossovers interessantes: o submundo de God of War com Patapons ou um cenário que vai sendo criado como em LittleBig Planet e tem um quiz da série Buzz durante a partida. O estúdio responsável pelo jogo, Superbot Entertainment, foi "incubado" só pra fazer esse jogo e conta com grandes nomes da indústria de jogos de luta como Seth Killian (co-fundador do campeonato EVO de jogos de luta) e Omar Kendall (série UFC).

Quem não pôde ir ao Brasil Game Show não precisa se desesperar. A Sony inaugurou o Beta Aberto para Vita e PS3! É só entrar na Playstation Store e baixar, mas corra, serão só duas semanas para testar os servidores do jogo antes do lançamento oficial.


Felipe Navarro

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Brasil Game Show - DmC Devil May Cry




Sem dúvidas, um dos games mais aguardados dessa Brasil Game Show estava no estande da Capcom. E não era nenhum Street Fighter ou coisa do tipo (mas a franquia de luta mais clássica de todos os tempos está com várias novidades que você pode ver aqui), ainda que também tenha muita porrada. Estou falando de DmC Devil May Cry,o mais novo jogo do badass Dante. A série, apesar de já ter sido lançada há 11 anos, pode ser considerada como ligeiramente recente na história da empresa, que possui jogos que remetem a década de 1980. Com seu primeiro título lançado no já distante ano de 2001, Devil May Cry foi um dos primeiros títulos que saíram para o Playstation 2 e alavancou a entrada da empresa no mercado dos 128 bits, além de ter tido papel importante no sucesso do console da Sony desde já desde o seu lançamento. E sucesso é algo que vem do berço para a série, até mesmo saindo das telas do videogame e alcançando outras mídias. Duas graphic novels foram lançadas, com prequels das histórias de Devil May Cry e Devil May Cry 2,e, no mesmo formato, houve em 2009 o lançamento de uma adaptação da história de Devil May Cry 4. Devil May Cry 3também recebeu um prequel impresso, mas dessa vez no formato de mangá, numa série dividida em três edições. Outra entrada do jogo no impresso foi a adaptação do primeiro Devil May Cry pela canadense Dreamwave Productions em 2004, que durou 3 números, até que a empresa declarasse falência. Fora do setor, a série também ganhou um anime em 2007, Devil May Cry: TheAnimated Series, que durou 12 episódios e, desde fevereiro de 2011, a Screen Gems (mesmo estúdio responsável pelos filmes da série Resident Evil) comprou os direitos do jogo, e desde então uma adaptação cinematográfica está em pauta. Além de tudo isso, o personagem principal da série, Dante, é constantemente alvo das empresas de brinquedos, que veem no personagem um modelo lucrativo para suas figuras de ação. E todo esse sucesso fez de DmC Devil May Cryum dos jogos mais concorridos nessa última edição da BGS. E, como não poderia deixar de ser, o Comando Login estava lá para testar o jogo e dizer se, apesar de todas as mudanças, o novo título realmente estava à altura da série.




O jogo


Anunciado durante a Tokyo Game Show em 2010, o quinto jogo de Devil May Cry seria o primeiro da série a não ser produzido pela Capcom, mas sim pela Ninja Theory, que já havia feito um trabalho muito bom em Heavenly Sword. Apesar disso, a Capcom já garantira que iria supervisionar de perto o projeto, principalmente para garantir com que a jogabilidade, uma das marcas registradas da série e que sempre serviu de parâmetro na comparação com outros jogos do gênero, como God of War e Chaos Legion, se mantivesse intacta. Apesar disso, várias mudanças foram anunciadas no decorrer dos anos, mudanças essas que geraram muitas críticas negativas. Uma delas é que, ao contrário do que os fãs esperavam, o novo jogo da série não é nem um sequência e muito menos um prequel; apesar de voltar às origens de Dante (dublado por Tim Phillips – mais conhecido como o Grant da série The Secret Circle), que agora é um jovem recém-saído da adolescência, a história do novo jogo não tem relação nenhuma com a linha cronológica dos quatro títulos anteriores, se passando numa espécie de universo paralelo da saga. Outra mudança que foi bastante criticada é o novo visual de Dante, que, além de bem mais jovem, não mais apresenta os longos cabelos prateados que sempre foram sua marca registrada; seu novo visual são de cabelos curtos e espetados, bem moderninho, e pretos como carvão, inspirado no personagem de Christian Bale do filme Batman: O Cavaleiro dasTrevas. Mas nem todas as novidades tiveram repercussão negativa entre os fãs. O anúncio de que o jogo usaria a Unreal Engine 3 (usada em Batman: Arkham Asylum,Batman: Arkham City e nas séries Borderlands, Gears ofWar e Mass Effect) foi muito bem recebido, e criou a expectativa de uma qualidade gráfica como nunca antes vista em seus títulos. Apesar de não ter nenhuma relação com outros jogos da série, outro personagem conhecido dos fãs foi confirmado na nova versão do game: Vergil, o irmão de Dante, que possui papel importante em Devil May Cry 3(onde pode ser habilitado até mesmo como um personagem jogável, dependendo da versão do jogo), também aparecerá e aparentemente terá papel chave na história. O mais velho dos gêmeos de Sparda e Eva e mestre da Yamato será o líder da The Order, uma organização secreta que tem por objetivo se vingar dos demônios responsáveis por escravizarem seu pai e matarem sua mãe. Ao contrário de Dante, Vergil mantém os seus cabelos prateados (só que dessa vez num estilo mais comportado, num corte quase que militar) mas, aparentemente, não haverá nenhum tipo de hostilidade e tensão entre eles. Outra boa novidade é o fato de Limbo – a cidade onde o jogo se passa – ser um serconsciente.Isso quer dizer que ela fará de tudo para impedir o herói de alcançar seus objetivos, abrindo buracos no chão, derrubando paredes ou tentando esmagá-lo com alguma coisa enquanto ele luta contra uma horda de demônios. É essa vida da cidade que criará boa parte dos puzzlese promete dar toda uma nova dinâmica à já conhecida ação desenfreada e violência das lutas.
Apesar de todas as expectativas geradas nesses dois anos desde seu anúncio, DmCDevilMayCrynão foi levado para a E3 – maior feira de games do mundo – pela empresa (especulo que para não ter que dividir as atenções com ResidentEvil6, que tinha sua data de lançamento mais próxima. Mas, repito, isso é apenas uma especulação), mas estava presente na Brasil Game Show, aqui mesmo em nosso quintal, o que seja talvez um grande presente para nós brasileiros e mostre que, diferente de outros tempos, não somos mais vistos como um mercado secundário pela indústria de games.


Mas, vale a pena?


Essa provavelmente deve ser a pergunta que está ecoando na cabeça de todos, “vale a pena comprar esse novo Devil May Cry, mesmo que com todas essas mudanças?” E a resposta é: sim, vale MUITO! Apesar do cabelo diferente e da cara de vocalista de banda emo, Dante continua sendo o mesmo badass que tanto amamos – e que o fez ser considerado pelo site ScrewAttack como um dos personagens de videogames mais legais de todos os tempos, ficando em terceiro lugar na lista – e aparenta estar mais engraçadinho e violento do que nunca. Os comandos continuam com a mesma simplicidade de sempre, fazendo com que qualquer jogador consiga dominá-lo em bem pouco tempo, e os gráficos estão de cair o queixo. Podem confiar! Aliás, mais do que isso, podem ver que eu não estou mentindo, nesse gameplay exclusivo de DmC Devil May Crypreparado pelo Comando Login.
Confira comigo no replay: