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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Nome: GTA Vice City Plataformas:iOS e Android Preço: U$5,00 Recomendado para: Gamers Nostálgicos Resumo: GTA de Bolso
A série GTA não é desconhecida para ninguém, e muito da fama da série vem de um título em particular. GTA: Vice City aprimorou todos os aspectos da jogabilidade em 3D e definiu o futuro da série. E já estamos no aniversário de 10 anos do jogo que para muitos é pura nostalgia, e é por isso que a Rockstar trouxe o game para iOS e Android, pelo baixíssimo preço de 5 dólares. Tudo o que jogamos na época do PS2 está aqui, com gráficos e jogabilidade remasterizada, tornando tudo uma oferta imperdível. Um jogo não é o suficente pra você? O Max Payne original e GTA III também estão disponíveis nas duas plataformas, por míseros U$0,99.
Se você procura algo que vá além de Angry Birds e Cut the Rope para o seu smartphone, os jogos da Rockstar são uma ótima pedida, e com certeza vão roubar tanto da sua vida quanto os originais. Imperdível para fãs e desocupados.
Sabe aquele jogo que fazia você ter vontade de atirar o videogame na parede, morder o controle e estraçalhar a fita com uma marreta? Aqueeeeele jogo que exigia que você fosse uma espécie de Chuck Norris super sayajin do inferno pra conseguir terminar só com duas vidas, ou sem cair em buracos enormes, ou matando caras muito maiores que você sem nem poder encostar neles? Pois é! Eles estão meio raros hoje em dia, mas nós separamos uma listinha de top 10 pra relembrar essas pérolas de fúria gamer.
Tentei listar os jogos mais difíceis da história, dando destaque para alguns deles e citando outros que merecem espaço também (pode falar se eu tiver esquecido o seu favorito [: ) Só não me peça para os colocar em ordem, isso é sacanagem. Muita gente arrebentava em um jogo e não passava da segunda fase do outro. É a vida, né? Você vai notar que a maioria deles é velho, especialmente de fliperama ou Nintendinho (já que nessa época era o que tinha pra jogar), mas vamos parar de enrolação. Aos jogos!
X-men (Mega Drive, 1993)
Esse era um beat 'em up misturado com plataforma daqueles que a gente adorava quando era pequeno. Então era só escolher seu mutante favorito e ir pro pau, certo? ERRADO. Primeiro apenas Wolverine, Ciclope, Noturno e Gambit eram selecionáveis como personagem primário (tinha como chamar outros pra dar uma mãozinha durante as fases, mas nada além disso). Imagine inimigos posicionados de um jeito injusto, chefes difíceis, pulos extremamente chatos complicados... mas a parte mais legal ainda está por vir. Esse jogo tinha a maior sacanagem que eu já vi no mundo dos videogames. Quando você chegasse à quinta fase e derrotasse o chefe, chegaria até um local onde tinha um computador e te diziam "reset the computer", e você precisava fazer isso antes que tudo acabasse (você perderia se o tempo acabasse, claro). O problema é que não tinha nenhuma alavanca, o computador não era quebrável e não tinha onde interagir. Não tinha o que fazer mesmo, porque o que o jogo estava dizendo era pra você literalmente resetar o videogame. Exato, era preciso resetar o videogame pra passar de fase. A merda é que se você apertasse o botão reset por muito tempo ou com muita força, o jogo realmente resetava e aí, meu amigo, era começar láááááá do início. Bem legaus, né? Esse vídeo aqui dá uma deia do game e mostra a fase chata pra cacete, o chefe e o local onde precisava resetar.
Contra (Arcade, NES 1987)
Como quase todo bom jogo de fliperama, Contra tinha um nível de dificuldade mais alto para realmente desafiar os jogadores e roubar todas as suas fichas. Ter o seu nominho anotado na tela era motivo de orgulho, porque poucos eram capazes de zerar um jogo sem morrer na pobreza. No caso de Contra não era muito diferente. Esse é um game tipo shoot 'em up, um plataformão bem simples mesmo, com tiros vindo de todos os lados ao longo das 10 fases, com chefes chatos e muita injustiça. Sem save point, sem password, sem checkpoint e sem choradeira. O jogo mais realista que já vi: tomou um tiro, morreu, camarada. E ainda por cima, quando morre, você perde qualquer upgrade ou arma melhorzinha que tenha conseguido pegar. A parte boa é que tem munição infinita (pelo menos isso, né?). Fora as fases apinhadas de inimigos, ainda tinha a parte em que você entrava em umas bases e tinha que andar por vários corredores meio labirínticos (com tempo, obviamente) até chegar ao coração delas, e isso era numa tentativa de 3D que ficou bem esquisitinho, mas quem ligava, né? A versão de NES era diferente e tinha uma coisinha que podia ajudar. Um dos primeiros cheat codes dos videogames, o famigerado Konami Code. Aqui, se executada corretamente, essa pequena trapaça te dava umas 30 vidas pra você tentar terminar o jogo. Tentar. A franquia teve várias sequências, todas com nível de dificuldade mais elevado, mas anda sumida há um tempão.
Castlevania (NES, 1987)
Um clássico daqueles que sobreviveram ao mundo da tecnologia. Castlevania se tornou uma franquia muito querida e com vários games lançados, mas vou me ater a esse, o primeirão. Arcade de controles simples, é basicamente usar o chicote e arma secundária à sua escolha pra derrotar os bichinhos e chefes. Parece simples, certo? Imagine agora que os corações não recuperam a sua vida (são tiros pra arma secundária...), que os inimigos são colocados em lugares malditos, prontos pra te jogar na água ou no buraco, e quase sempre são mais rápidos que você, e que só sendo vidente pra adivinhar as pedras secretas que escondiam itens. Além de tudo, esse jogo tem um dos bichinhos mais filhos da puta, desgraçados, ah, como eu odiava esses caras malditos de todos os tempos: as cabeças voadoras de medusa. Essas faziam qualquer monge budista chutar o videogame. Fora isso, a dificuldade de sempre de saber quando correr e quando matar os bichinhos, conseguir pular sem cair nos buracos e matar os chefes difíceis sem ficar morrendo. Morrer era luxo nessa época... Era um jogo limitado, mas muito frustrante divertido. O cover do jogo também é legalzinho pra época diferente de Contra. Você pode ver um gameplay aqui e jogar online aqui, se quiser tentar sem compromisso. Vai ver onde tudo começou e perceber que aquela nova versão de Xbox360 e Play3 é bem tranquila perto da fragilidade dos personagens antigos que não tinham save point.
Não podia faltar um representante dos grandes jogos de navinha, certo? Eram muitas as opções, já que esse tipo de jogo é naturalmente apelão, mas resolvi colocar Ikaruga pra mostrar que nem só de velharia vive o ódio nos videogames (sim, existem mais difíceis que esse, nos quais não é permitido tomar tiros nunca). A dinâmica do jogo é a seguinte: existem duas polaridades de tiro e você só é afetado se tomar tiros da polaridade (a corzinha, cara) diferente do seu escudo. Claro que dá pra mudar essa polaridade de escudo e tiros de acordo com a sua necessidade ao longo da fase. Atirar com a polaridade oposta do inimigo tira o dobro de energia dele e se atirarem em você com a mesma polaridade do escudo que você está usando, esses tiros carregam o poder especial.Ou seja, é uma escolha constante entre se defender e atacar. Complicado e bastante epiléptico. Sabendo desse pequeno pulo do gato, dá pra jogar bem. Só que não. Algumas fases são uma confusão tão grande que você não sabe se atira, se troca de escudo ou se desiste e baba diante de tantas faíscas coloridas bonitas...
Punch-Out!! (NES, 1987)
(Engraçado como 87 teve jogo sugador, né?)
Esportes! Esse foi relançado para Wii em 2007 e para DS em 2012. Talvez o mais difícil e o mais legal jogo de luta no estilo. Punch-Out coloca você como o garoto Little Mac (sim, é uma alusão ao lanche Big Mac), um pugilista baixinho (tática encontrada pela Nintendo para que fosse mais fácil ver o adversário sem sobrecarregar a capacidade limitadíssima do pobre nintendinho) que quer fazer carreira e ser um grande campeão. Ao longo do game, você passa por vários campeonatos, lutando contra pugilistas fictícios e, se vencer, claro, realiza o sonho do menino. O jogo por si só já não é dos mais fáceis, já que sempre o adversário é mais forte que você. Precisa sobrar técnica, observação e paciência para aprender os padrões e fraquezas de cada lutador (Bald Bull, por exemplo, dava uns pulinhos seguidos de um super soco que derrubava de cara, mas era fraco na barriga, se você pegasse o tempo e desse o soco na barriga dele antes de ele te acertar com esses pulinhos, era ele que beijava a lona). A jogabilidade combina com
o personagem, Mac só pode dar jabs (entenda vendo os golpes do boxe aqui) de direita e esquerda, se esquivar ou tentar defender, mas não pode bater pra sempre (precisa ter coraçõezinhos pra isso, que só ganha de volta escapando de golpes). Se você for bem, até pode conseguir estrelinhas, que servem pra dar uma espécie de cruzado mais forte (Little Mac até pula pra dar esse soco...) no adversário. É foda. A maioria dos adversários tem golpes apelões que exigem atenção. Aliás, por falar em apelão, adivinhem quem é o último chefe...
Ele mesmo, Mike Tyson, o grande nome dos pesos pesados, talvez o maior da geração dessa época de Punch-Out!! (no mínimo o mais conhecido, né?). Derrotar o tio Mike era uma coisa absurdamente complicada porque um único soco desse vagabundo podia te mandar pro espaço. Pra ajudar, você podia prestar atenção nas piscadinhas dele, mas era tudo muito rápido. Imagine não poder errar a esquivada de um único soco. Dureza viu?
Sim, o juiz é o Mario.
F-Zero GX (Game Cube, 2003)
Esse é um jogo de corrida futurista em alta velocidade com um grau de dificuldade daqueles que faz escorrer uma lágrima solitária de rancor. É o quinto da série F-Zero, com 20 pistas de corrida cheias de curvas injustas e retas engana-trouxa (você vai no talo da velocidade pra acabar caindo no buraco e se ferrando grandão), 30 personagens e um story mode bem desafiador. Esse malditinho exigia um reflexo e uma agilidade grandes pra terminar as corridas bem colocado. Memorizar os padrões das pistas podia ajudar também, mas mesmo decorando tudo, não dá pra se dar bem com certeza, porque esse jogo impõe uma familiarização e uma dedicação para ser realmente dominado. É bem difícil de controlar, acredite. E não é qualquer joguinho, foi considerado o melhor jogo de corrida do Gamecube, recebeu um monte de prêmios e é muito bem avaliado na maioria dos sites de referência em games. Sem contar que ficou super bonito nessa versão, daquele jeito também epiléptico coloridão que confunde absurdamente o jogador, que já está sofrendo para manter o carrinho reto na pista. É genial. O vídeo ai embaixo dá a impressão de que o cara é ruim, mas não é exatamente culpa dele, coitado.
Prince of Persia (NES, PC, Mac, SNES, Mega Drive)
O pessoal mais novo pode ter perdido a dimensão do quanto Prince of Persia pode ser um cu de jogo. O primeirão veio em 1989 pra Apple II, e os que vieram depois para essa cambada de console listado aí em cima seguiram basicamente a mesma lógica. Pra começar, o jogo tem tempo, mas não a cada stage como se tornou popular para nós que gostamos de videogame. Você tem uma hora pra terminar tudo! A versão de Super Nintendo tinha 20 fases (VINTE!) e essa porcaria é extremamente labiríntica, dá o que fazer pra descobrir o caminho certo. Tem aqueles chãozinhos que desabam, pulos difíceis com espinhos mortais esperando lá embaixo, portas que se fecham na sua cara e homenzinhos/esqueletinhos que querem te matar na espadada. Aliás, a jogabilidade é de dar até coceira. O rapazinho que você controla fica lerdo com a espada desembainhada e é bem ruim de luta, mas isso é o de menos. Controlar a velocidade dele para não cair em lugares errados ou pular tarde demais sempre foi um desafio. Aliás, passar aquelas fases de calabouços e ruínas, presente em todas essas versões antigas, sempre foi um grande e obscuro cu. Eu, particularmente, perdia a paciência logo na segunda fase com a falta de coordenação motora do personagem principal nameless desse jogo. Se você quiser ver qualé, dá uma olhada nesse vídeo aqui.
Jogo, não é legal ser chato...
Dark Souls (PS3, Xbox360, PC, 2011)
Mais um da nova safra, alías, nóvíssima safra, antes que vocês me acusem de bairrismo extremista flashbackiano. Dark Souls definitivamente é um inferno. O jogo é lindo, tooooodo pimpão com seus gráficos poderosos da geração de ponta dos consoles mais badalados e PCs caríssimos gamer. Quem ainda não jogou e curte um tipo RPG medieval com mundo aberto (evolução de personagens, armaduras, aquelas coisas que a gente adora), tem que correr atrás desse pra jogar. Por quê? Porque esse é um dos jogos mais sensacionais e desafiadores da nova geração. Antes de qualquer coisa, é um game de sobrevivência: qualquer inimigo bostinha é capaz de te matar(e o jogo dá penalidades malvadas pra quem morre.tipo ficar feio com cara de zumbi). É sério. Imagine agora que esses inimigos são posicionados de maneira cruel com o jogador, que têm uma inteligência artificial quase mágica para ataques em grupo e sempre voltam à vida quando o jogador descansa em pontos estratégicos (umas fogueiras que salvam o jogo, mas apagam se usadas demais) para se recuperar. Itens são raros, principalmente os bons (como as "humanidades", que tornam o jogador literalmente humano depois de morrer e ressuscitar. Coisa necessária em vários momentos do game e que ajuda a encontrar mais itens bons, mas quem disse que é fácil conseguir essa merda esse negócio?). Não bastasse tudo isso, os chefes são apelões, muito apelões, exigindo às vezes que você seja um covardão e fique por horas rodeando os adversários e matando bem de longe, na flechinha. (Vale lembrar que Demons Souls, que veio antes desse, também é uma bosta de difícil)
Esqueletinhos não são os personagens mais cu desse tipo de jogo?
Aqui tem um vídeo de gameplay, mas pule direto pra dois minutos e corte a lenga lenga. Dá pra ver essa coisa de humanidade na fogueirinha e um pouco da pancadaria necessariamente covarde que o jogo permite.
Ghosts and Goblins (Arcade, NES 1985)
Esse aqui se transformou em franquia (e mudou de nome pra Ghouls and Ghosts), uma das franquias mais filhas da puta malditas do inferno difíceis de todos os tempos. É um 2D de aventura que já tem um nível de dificuldade elevado considerando os inimigos (zumbis, esqueletos, bruxas, morte, coisas macabras nesse estilo), que sempre aparecem do nada, e os chefes, que são bem chatinhos. A movimentação só complica, já que não existe a possibilidade de mudar de direção ou se mexer depois que você pula (a não ser pra atirar. Nas versões mais evoluidinhas do game, pra 16bits, dava pra dar um segundo pulinho salvador). Existem várias armas, cada uma com sua característica de tiro, e Arthur, nosso cavaleiro (que não tem nada a ver com o da távola redonda), não aguenta quase nada de pancada. Na realidade, ao ter qualquer contato com um dos bichinhos na tela, a armadura dele já quebra (e ele fica de cuecas!) e qualquer segundo toque já mata o coitado do cara. Dava pra conseguir armaduras mais legais e com poderes especiais, mas era extremamente difícil de achar (e elas se quebravam com a mesma única pancada, apesar de ajudarem no poder de ataque). Não bastasse a todas as injustiças do jogo, a maldade maior só era descoberta no final. Sabe aquela tela clássica do Toad falando pra você que a princesa não está naquele castelo? Então, é o mesmo. Quando você tiver derrotado o último chefe (que só dava pra matar se você tivesse usando a cruz como arma) depois da suadeira enorme que era isso tudo, o jogo te avisa que não valeu e você vai ter que começar tudo de novo em uma dificuldade maior ainda para conseguir salvar a princesa. Aí, colega, "vai o cão arrependido com suas orelhas tão fartas, com seu osso roído e com o rabo entre as patas" (CHAVES, 1973) pra Stage 1. Dava vontade de jogar uma bigorna da Acme na máquina do fliperama.
Bela cueca, Sir Arthur!
Esse vídeo compara as versões do jogo, é bem legal pra ter uma ideia das mudanças e do jeitão do game.
Battletoads (NES, 1991)
Possivelmente o jogo mais desestimulante do universo, tamanha sua dificuldade. Qualquer ser humano que tenha jogado isso na vida provavelmente diz queé o pior de todos. Mas Battletoads era sensacional, ainda que completamente desumano e virou franquia (cheia de jogos difíceis...). Imagine um jogo tipo side scrolling + beat 'em up, que aproveita ao máximo a capacidade do seu videogame (que era bom nessa época, ok?!), no qual você é uma espécie de sapo alien humanóide. Parece bom? Esse sapo doido do espaço tem seus membros (pernas e braços, não seja maldoso!) imensamente aumentados quando dão porradas especiais (geralmente a pancada final é dessas gigantes). É DEMAIS. Você vai, todo serelepe, jogar essa coisa fofa. A primeira fase vai suave, talvez com algumas mortes bobas, os carinhas apelam, fazem rodinha, mas vai sem grandes percalços. A segunda já fede um pouco, dá raiva, mas você é esperto e passa. Aí chega a terceira fase, e... Game Over. Por quê? Bom, a terceira fase não é única no jogo que acontece em cima de um veículo em alta velocidade que precisa escapar de trilhões de obstáculos mortais já no primeiro toque; maaaaaaaaaaaas é a primeira assim, e provavelmente a última do jogo que muitas pessoas chegaram a conhecer (dentre as 13 que ele tinha). Se você sofria com essa e já desistiu há anos de passar isso na habilidade, deixe-me ser seu grande amor pro resto da vida:existe um cheat. Ele só pode ser usado na tela inicial ou na de Game Over (bom, né?), mas te dá cinco vidas novinhas em folha pra você tentar passar dessas fases malas. Tente apertar Pra Baixo + A + B enquanto aperta Start nessas telas. É mágico. Pra quem não conhece, pus um gameplay aí embaixo. Have fun!
Menções Honrosas
Alguns outros títulos que ficaram de fora dessa lista (nada pessoal, eu juro) merecem ser citados como a série Ninja Gaiden (vários consoles, série longa e majoritariamente difícil) Jet Set Willie (PC, 1984, arcaico e extremamente desagradável), Toki(1989, Arcade, NES, Mega Drive... nada como ser um macaco lerdo que morre com qualquer coisa, né? ), Street Fighter I(que começou em 1987, no Arcade, e foi pra todos os consoles imagináveis depois, o primeiro jogo dessa série é simplesmente um saco. Foi muito inovador e o embrião do verdadeiro SF, mas tente matar o Sagat aqui...), Shinobi(jogo divertido, mas trabalhoso, lançado em 2002 para Playstation 2), Darius Gaiden eRadiant Silvergun (os dois de navinha para Sega Saturno, dois cus) e Jurassic Park (SNES... esse é pessoal, era um inferno na terra porque ficava tudo longe, portas trancadas, poucas indicações do caminho a seguir, dinossauros malditos e, eventualmente, aquela esquema 3D muito mal feito no estilo Doom). Tentei fazer o melhor, mas vou adorar que você me xingue e diga o que não podia ter faltado aqui, tá? Feel free :]
Bonus Stage!
Kaizo Mario (SNES)
Kaizo Mario é um jogo que, apesar de ser ridículo de tão difícil, não tem o direito de entrar nessa lista por ser um hack de Super Mario World, mas também merece ser mencionado. Esse jogo é absurdo, feito para que apenas uma movimentação perfeita permita que você avance nas fases. Por mais ridículo que pareça, em Kaizo Mario às vezes é melhor fugir de cogumelos e ficar pequeno mesmo. Não tem muito como explicar, dê uma olhada no vídeo aí embaixo e se apavore.
Quem quiser jogar isso, pode dar uma olhada no fim desse post aqui.
Retro Game Challenge (DS)
Esse aqui é uma pérola pros dias de hoje, uma verdadeira homenagem. Lançado em 2007 no Japão (2009 nos EUA), é um jogo diferente. Nele, um apresentador japonês famoso de um programa de games que não gostava muito dos jogos novos, inexplicavelmente se transporta pra rede da Nintendo e passa a escolher (e aterrorizar) jogadores para desafiar com jogos antigos, de Nintendinho. Ele sequestra o jogador para dentro do mundo do DS, especificamente para a sua época de criança gamer (1984) e só permite que o jogador desafiado volte a seu mundo se ele cumprir os desafios. Os jogos presentes aqui são fictícios (aaahhh =/), mas com estética, som e jeito de jogo do NES. Alguns deles tem relação direta com jogos clássicos mesmo, e outros fazem algumas referências (o japonês maluco me lembrou muito o Andross de Star Fox quando vira uma cabeça digital bizarra...). Tem um vídeo aqui se você ficou curioso pra ver isso tudo. Fica a dica pra quem tem DS e topa um desafio à moda antiga.
O jogo (que se autointitula) mais difícil do mundo
Não tem muito o que explicar nesse caso. A imagem ajuda a entender, é basicamente levar o quadrado vermelho pelo trajeto sem encostar nas bolinhas azuis (que se mexem bem rápido), pegando todas as bolinhas amarelas. Tem até check point ali, nas áreas verdes. Parece fácil? Jogue aqui e passe raiva, então.
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domingo, 23 de dezembro de 2012
PEEEEEEGGGUUUEEE o controle, aperte start que está no ar mais um Mundo Gamer, o resumo de notícias de games do Comando Login. Nessa semana especialíssimo com participação de Wagner Alves (o Shakira), Felipe Bagaço, Rafael Nóia e Bruno Marise (o Fronha). O season finale do Mundo Gamer foi ao ar, isso quer dizer que os maias estavam errados. Portanto, aproveitem esse último episódio do ano com lançamento do GTA Vice City no Minigame e uma análise de Gear of Wars 3 no Game de Ponta. Muitas notícias na semana bem como o lançamento deMega Man vs Street Fighter. E na nossa discussão: faltam jogos de multiplayer locais? Para fechar esse último episódio especialíssimo, soltamos finalmente o resultado da nossa promoção de fim do mundo. Parabéns aos ganhadores Gabriel Oliveira, Gustavo São Julião, Andrei Ribello e Luis Paulo Jarussi. Fiquei ligado que no ano que vem tem muito mais. Lembre-se que para falar com a gente é pelo: E-mail: comandologin@gmail.com Twitter: @comandologin Facebook: Fb.com/comandologin Para escutar o programa só dar o play abaixo ou faça o download aqui.
Seguindo com nosso especial, falemos um pouco sobre possíveis diferenças no desenvolvimento dos games do mesmo gênero (Ou será que não?).
O desenvolvimento... tá, isso pode ser meio complicado. Creio que deve ser melhor fazer essa parte exemplificando e comparando bastante. Mas, antes, acho que vale salientar um aspecto importante dos jogos japoneses que são produzidos hoje: a maioria é mais voltada ao público japonês. "O que isso quer dizer?" Quer dizer que durante o planejamento da maioria dos jogos (jogabilidade, gráficos, enredo, entre outros), em momento nenhum eles consideram o público mundial, não pensam em fazer o jogo para um público global ou como o jogo será aceito fora do Japão (principalmente jogos de empresas menores, são poucos os jogos de empresas grandes com filiais e escritórios pelo mundo que não ganham versões ocidentais). Se alguns jogos por ventura ganham espaço e reconhecimento em outro país ao ponto de fazerem uma versão americana ou europeia, foi cagada puro acaso, seja por interesse de uma filial/escritório da empresa que desenvolveu certo jogo ou por uma demanda real por parte do público do tal país. Existem, claro, jogos nipônicos esperados que acabam não ganhando uma versão em alguma outra língua, isso acaba sendo visto como uma grande decepção aos fãs de jogos japoneses que não tem dinheiro para importar consoles e jogos da terra do sol nascente, ou que não sabem o idioma japonês. Enfim, vamos começar algumas comparações simples, é difícil extrair diferenças marcantes em certos jogos de mesmo estilo, mas tentaremos fazê-lo aqui.
Comparação 1
Se a imagem acima não lhe diz nada sai daqui, este lugar não é pra você!!!, calma, vou explicar. Os personagens dela são, da esquerda para a direita: Kratos (série God of War) e Dante (série Devil May Cry). Eles vão começar nossas comparações pois ambos tem um estilo parecido "Ôhloko, num bóta o Crátos no mermo nívo que êse bóiola ái", "Putx, maix um excroto que vai falá qui Gudi off Uorr é melhor que Dévu Mêh Krai". Não, não acho que um seja melhor que o outro, pra mim ambos são foda do jeito que são. Estou comparando eles pois a série God of War foi produzida pela divisão de Santa Mônica dentuça, baixinha e golducha! da Sony Computer Entertainment, logo, nos EUA, enquanto a série Devil May Cry foi criada por Hideki Kamiya kasshin-ryuu (Rurouni Kenshin mandou lembranças) e distribuída pela japonesa Capcom, com o objetivo inicial de ser uma sequência de Resident Evil. Ou seja, vamos comparar jogos de estilo semelhante (sei que um é ação-aventura e o outro é mais ação-hack and slash) e produzidos de forma diferente. Vamos por partes, como diria Jack o Estripador.
Comparação 1 - Gráficos
Primeiro, proponho uma divisão: existe o gráfico de CG's (Computação Gráfica, conhecido também como CGI), o gráfico de Cutscenes (partes do enredo em que costumam haver conversas) e o gráfico de gameplay (quando você está jogando de fato). É por essa divisão que o PSOne não queimava (embora só existisse gráfico de CG e de gameplay, as cutscenes costumavam ter o mesmo gráfico de gameplay) e é por isso que é meio complicado fazer um jogo em que se pode "controlar" a CG (como se falava a um tempo atrás, ou ainda se fala, sei lá). CG's são aquelas apresentações fodásticas incríveis que costumam aparecer quando se dá "New Game", introduzindo a história.
Com o vídeo acima com início na praia de Chrono Cross tocando Liberi Fatali ao fundo, podemos estabelecer que CG é o nome do gráfico que supera a qualidade do gráfico de gameplay. Vai dizer que você nunca quis ver certa cena do jogo ou algum poder especial em CG? Hoje, CG's são tão apreciadas que acabam ganhando muito espaço dentro de alguns jogos, outras vezes são usadas apenas em teasers de lançamento de certos jogos que não usam CG's em momento algum do jogo finalizado. Se você já jogou Devil May Cry 3 (existem outros, eu sei) sabe bem do que estou falando, embora não ache assim tão ruim ou ache!. Eis uma primeira comparação: a série God of War traz algumas CG's no decorrer dos jogos, enquanto o único jogo da série Devil May Cry que possui alguma, pelo que lembro, é o primeiro (lembra da cena do avião?). Sim, se você considerar o comercial japonês do Devil May Cry 2, ou o trailer do novo DMC (que parece que vai ser um reboot mesmo, em vez da história anterior ao Dante's Awakening - 3 - como eu esperava... *fungada triste*), então a série conta com mais CG's, mas mesmo assim, ainda é pouco comparado com God of War. Vamos diferenciar um pouco os gráficos de gameplay e de cutscenes agora. Você já deve ter notado que, em alguns jogos, uma hora o personagem consegue até fazer os selos (in) do Naruto mexer bem os dedos das mãos e a boca parece bem articulada e uma hora sua mão parece estar com os dedos grudados como os de um Megazord da 25 de Março e sua boca apenas abre e fecha quase como a de um boneco de ventriloquismo. Basicamente esta é a diferença: cenas de cutscenes tem um gráfico levemente melhorado a partir dos gráficos de gameplay, para que a mesma flua melhor. Como exemplo temos os jogos da série Kingdom Hearts, se você já jogou algum, deve notar essa diferença quando tem conversas dubladas (gráfico melhorado para a cutscene) e conversas com balões de fala (personagens fazem gestos, as bocas se movem de maneira meio artificial sem sair sons). Outra comparação referente aos gráficos entre os jogos de Kratos e os de Dante: os gráficos usados em ambos seguem um padrão como o falado anteriormente sobre a série Kingdom Hearts, tanto os gráficos de cutscenes como os de gameplay são parecidos. Mas, no caso de Devil May Cry 3: Dante's Awakening, as cutscenes foram feitas por motion capture, ou seja, atores reais fizeram aquelas cenas fodaspacarai para que seus movimentos fossem capturados por um computador para então animar os personagens com aqueles exatos movimentos (caso alguém queira levantar uma curiosidade da série God of War a respeito dos gráficos nesta parte, lembre-se de comentar lá embaixo).
Comparação 1 - Enredo e personagens principais
Esta é a parte dos "spoilers", onde vou contar o final do filme a história de cada jogo... mas, não são bem spoilers... cada jogo foi lançado há mais de 3 anos e vou resumir bagarai, mas caso você não saiba a história de cada jogo quando te descongelaram? e queira descobrir por si só jogando os títulos é só pular esta comparação. Aviso foi dado, nada de pedras! Comecemos por Devil May Cry ...o que eu falei das pedras? Guarda isso aí!. Dante, personagem principal da série (não considero muito o 4 pois não joguei e é a única "exceção"), é um mestiço, filho de uma mãe hehehehe humana e um pai demônio. Cronologicamente, o primeiro jogo da série (sem considerarmos o novo DMC que está em fase de produção, pois parece ser um reboot não sei se vou superar isso...) é o Devil May Cry 3: Dante's Awakening, que mostra um Dante mais jovem porém bombado e bem mais... "brincalhão" que nos primeiros jogos da série, assim como mostra ele começando seu negócio de prestar serviços como caçador de demônios (IMPORTANTE: vou usar mais esse jogo da série pela proximidade do seu lançamento com o do primeiro God of War). Ele tem um irmão gêmeo do mal XD, Virgil, que após muito tempo sem vê-lo, volta causando pelo colar que Dante usa, pois este é parte de uma chave que pode reabrir o portal que liga o mundo dos humanos com o mundo dos demônios. O que sela a passagem entre os mundos dentro do portal é a espada que guarda os poderes de Sparda, o pai dos gêmeos. E é isso que Virgil procura: reaver a espada e os poderes de seu pai. Curiosidade: Dante vai atrás de seu irmão, mas o faz, a princípio, por pura diversão. Outro fato interessante: ele pode ter várias foices ou espadas atravessando seu corpo, pode até levar um tiro na testa, mas morrer? Difícil ainda questiono a barra de life no jogo.... Isto se deve ao seu pai ter sido, provavelmente, um dos demônios mais fortes que já existiram Satanás? É você, Satanás?, afinal ele selou o portal que liga dois mundos... você já fez isso? Não? Foi o que pensei.
Kratos é um espartano orgulhoso. Capitão do exército de Esparta, ele perdia uma batalha até implorar sua vitória a Ares (deus grego da guerra God of War, dãhr) em troca de sua vida. E foi esse evento que mudou a vida do protagonista pra sempre. Após vencer a batalha ganhando as Blades of Chaos (as "espadas com correntes"), Kratos começou a servir Ares, realizando várias tarefas não, ele não virou empregada. Em uma destas tarefas, ele teve que dizimar uma vila inteira e, sem saber, nela estavam sua filha e sua mulher, que acabaram mortas por suas mãos. Curiosidade (pra quem não jogou a série mas conhece o personagem): sabe por que Kratos é tão branco? Uma macumbeira mulher que era oráculo dessa vila lançou uma maldição no espartano, selando as cinzas de sua família em seu corpo, o que fez com que ele ficasse conhecido como o "fantasma da ópera de Esparta" (Ghost of Sparta). Depois destes eventos traumáticos, Kratos começou a buscar vingança contra Ares com o auxílio dos deuses (trabalhando pra eles no jogo God of War: Chains of Olympus, se não me engano) desejando o perdão destes pelos seus "crimes", além de buscar uma forma de parar seus pesadelos que o faziam reviver a morte de sua família, enredo do primeiro God of War. Quanto à personalidade do espartano... ele é bem direto e impulsivo, meio obsessivo talvez, afinal ele consegue se vingar de Ares e no caminho ele não se importa muito com inocentes talvez se for uma bem gostosa, mas mesmo assim não espere que ele vá ligar no dia seguinte, fazendo de tudo pra conseguir o que quer. Outro fato interessante: ele pode até morrer algumas vezes, mas ele é tão obsessivo e tem tanta força de vontade que ele consegue voltar do mundo dos mortos (com certa ajuda em GoW 2). Depois de matar Ares sim, ele teve um pouco de ajuda, mas mesmo assim ele matou um DEUS, ele foi perdoado pelos deuses e se tornou o novo deus da guerra, mas continuou a ter pesadelos. Para se destrair, ele começou a ajudar os exércitos espartanos em suas guerras (God of War 2), o que fez com que Zeus agisse, traindo a confiança de Kratos e removendo seus poderes de deus (nada muito sem aviso, Atena sempre falava que o que ele estava fazendo não era correto e não agradava os deuses, mas o do cavanhaque é muito teimoso e não ligava muito), desenvolvendo mais um desejo de vingança no espartano, sendo ajudado pelos Titans desta vez (God of War 3 continua a história do 2). Ou seja, ele sempre quer se vingar principalmente daqueles que o ajudam.
(sei que história toda de ambos não está aqui, mas contei o suficiente para este especial) ### Atualização/Correção### Observação importante: Ambos os personagens apresentam desenvolvimento no decorrer dos jogos (Dante em DMC 3 e Kratos no primeiro GoW). Dante encontra um novo motivo pra lutar contra os planos de seu irmão (após lutar contra Mary - ou Lady, pra quem preferir) e Kratos vive uma tragédia grega (apenas no primeiro jogo, no qual ele sofre um declínio após quase perder uma batalha e virar sevo de Ares, que o engana, fazendo-o matar sua família e procurar vingança), chegando, no ponto alto de seu desespero após ter sua possibilidade de vingança e redenção (a caixa de Pandora) roubada pelo seu próprio nêmesis (o deus da guerra), a saltar de um penhasco para se matar e pôr um fim ao seu sofrimento (claro que ele acaba recebendo mais uma ajuda para "voltar à vida" e tocar o puteiro a vingança pra frente). ###Fim da Atualização/Correção###
Comparação 1 - Jogabilidade
Antes de tudo, um fato importante: alguns fatores de jogabilidade dos dois jogos são bem parecidos. "Mahvá?". "Cuméquié!?". "Êh, ow!". "Blablabla whiskas sachê blabla". Isso mesmo, FATO! Mas, vou começar falando as diferenças pra acalmar os haters. Diferenças:God of War é um jogo de aventura (além de ação), o progresso do jogo se dá de tal forma que algumas áreas se tornam inacessíveis conforme você avança na história. O sistema de upgrade (que melhora algo, para os noobs) de armas ou magias pode ser acessado a qualquer momento. Os combos são combinações de ataques "fortes" e "fracos" e as batalhas contam com sequências de ação (principalmente nas boss fights - lutas com os chefes, chefões ou qualquer nome que você dá àquele bicho maldito que tem uma barra de life enorme e que demora pra morrer) em que aparecem botões ou sequências que devem ser seguidas para matar os inimigos (ou matar de uma forma mais legal/badass). No caso de Devil May Cry 3, existe um sistema de missões, mas isso não necessariamente deixa o mundo mais "fechado" (como é o caso de GoW, antes de pensar em atirar essas pedras aí, me diga: é possível melhorar alguma arma ou magia depois que você fecha o jogo? Não? Foi o que pensei), pois, conforme você avança na história, as áreas de missões anteriores continuam acessíveis, sofrendo alterações (afinal, algumas construções acabam sofrendo danos ou sendo completamente destruídas) por causa dos eventos da história. O fator que mais chama atenção são os estilos (Styles), ou seja, além de ter várias armas de fogo e armas especiais (outras espadas, luvas entre outras), o estilo que você escolhe antes de cada missão (ou usando aquelas estátuas douradas que você encontra durante as mesmas) influencia em sua jogabilidade, também é o que faz você jogar de uma forma mais badass. Os upgrades podem ser feitos como a compra de itens, mudança de armas e de styles, antes da missão começar ou encontrando uma estátua dourada durante a fase. Sim, existe um sistema de compra de itens cuja "moeda" é a mesma usada para fazer os upgrades das armas. Semelhanças: a primeira coisa que se nota, além de ambos os personagens principais serem fodas, é que os dois jogos têm um sistema de upgrade de habilidades e armas (no caso de DMC3, os styles ganham level quanto mais são usados). Para dar upgrade, em ambos, você precisa de uns pontos que consegue derrotando monstros (no caso de DMC3, você consegue esses pontos também quando termina uma missão, sendo que seu desempenho nela influencia na quantidade de pontos que recebe) ou quebrando certos objetos do cenário (até fazendo uns mini-games/secret missions). Nos jogos também é possível aumentar o tamanho de suas barras de life e de "especial" (magia em GoW e devil trigger em DMC3), para tanto você precisa encontrar itens que ficam escondidos nos cenários. Ambos também contam com um sistema que avalia seus combos, quanto mais você bater, melhor.
E é isso aí, pe-pessoal!, aqui termina mais uma parte do nosso especial sobre cultura japonesa nos games! Na próxima parte faremos mais uma comparação para continuarmos falando do desenvolvimento. Não deixe de conferir a primeira e a segunda parte desse especial. Acha que tem algo errado? Tem algo a acrescentar? Quer atirar pedras? Comente!
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sábado, 22 de dezembro de 2012
por Bruno Marise O Game de Ponta de hoje é dedicado a uma das maiores e mais bem sucedidas franquias dessa geração de videogames, e vamos falar mais especificamente de seu último jogo. Gears Of War 3 é o terceiro título da série Gears Of War, game de ação em terceira pessoa com uma trama de ficção científica. Antes de falarmos sobre o jogo, vamos entender um pouco sobre o enredo desse jogo que é amado e odiado nas mesmas proporções.
História
O enredo de Gears of War é um tanto quanto batido, e muitos o julgam ruim, mas ele se encaixa bem no que o game se propõe. A história é a seguinte: Em um futuro distante o mundo ficou inabitável. Com isso, os humanos colonizaram e migraram para outro planeta chamado de Sera, que tinha características bastante parecidas com as da Terra. Com anos e anos de exploração predatória dos recursos naturais, eles começaram a se esgotar deixando os habitantes com necessidade. Porém, durante um acidente com uma barca de petróleo, um líquido subterrâneo, viscoso e de cor verde se revelou, e foi chamado de Imulsion. Tempo depois, um cientista descobriu que o Imulsion poderia ser uma fonte de energia, e o tal líquido tornou-se a solução para todos os problemas do planeta Sera. Mas, nem tudo era perfeito, e as nações que não conseguiam extrair o Imulsion foram tornando-se miseráveis, enquanto as nações que o extraíam abundantemente foram enriquecendo cada vez mais, causando uma enorme disparidade no planeta. A crise econômica gerou conflitos militares que implicou na guerra conhecida como Pendulum Wars, em que as facções COG (países ricos) e UIR (países pobres) se enfrentaram. A guerra durou 75 anos, e para por um fim no conflito que se arrastava, o COG usou uma tecnologia conhecida como Hammer Of Dawn, um canhão capaz de destruir cidades inteiras, e devastou os países mais pobres, obrigando a UIR a se render. Quando a paz estava se restaurando aos poucos, uma nova tragédia aconteceu: Milhares de criaturas nativas do planeta Sera, conhecidas como Locust, saltaram do subsolo, matando milhares de humanos. Em menos de 24 horas, 90% da população do planeta havia sido dizimada. O COG então decidiu evacuar a população restante para a cidade de Jacinto, um dos lugares mais seguros do planeta, e usaram o Hammer Of Dawn em todo o restante de Sera para tentar eliminar a ameaça Locust. Mais uma guerra começava, e durante dez anos, a COG combateu os Locust.
Marcus Fenix
Nesse novo conflito, um militar se destacava: Marcus Fenix. O soldado subia rapidamente na hierarquia do exército, mas durante uma batalha, ele deixou o front para tentar salvar seu pai, o único familiar que lhe restava e foi considerado desertor. Condenado, Fenix ficou 14 anos preso até ser libertado por seu amigo Dominic Santiago. A COG autorizou o resgate pois necessitava de militares experientes para uma nova missão, e Marcus assumiu o posto de comandante da força Delta para liderar a operação Lightmass, que pretendia colocar uma bomba poderosíssima chamada de LightMass em uma fenda do planeta Sera que levaria ao centro de comando dos Locust. A campanha foi bem sucedida e eliminou milhares de Locust, porém vaporizou uma enorme quantidade de Imulsion que passou a se liberar de maneira tóxica, tornando-se um gás venenoso para os humanos além de despertar um parasita gigante chamado de Lambent.
Encerrando uma gigantesca saga Finalmente chegamos ao enredo que engloba o terceiro game da série. Em Gears 3, Jacinto foi destruída e o governo do planeta desbandou. Marcus Fenix descobre que seu pai está vivo e que diz saber a solução para acabar com os conflitos de Sera. Ao mesmo tempo que você joga com Fenix, também assume o papel de Cole, um ex-jogador de futebol americano que tornou-se militar.
Cole "Train"
Agora que você já está ambientando na guerra do planeta Sera, vamos falar um pouco sobre os aspectos da jogabilidade. Gears Of War é um game de tiro em terceira pessoa, que conta com um sistema de cobertura simples e muito eficiente. No terceiro jogo, a quantidade de armas disponíveis é gigantesca em relação ao primeiro Gears. É uma infinidade de rifles, pistolas, granadas, escopetas, e até morteiros. Mas a mais legal de todas continua sendo a metralhadora Lancer, que tem uma motoserra acoplada, que faz parte de um dos aspectos mais divertidos de Gears Of War: Despedaçar os Locust usando a motosserra. Existe também o sistema de execuções, que englobam desde o uso da motosserra, e pisões na cabeça dos Locust até uma sequência brutal de socos. Dá só uma ligada no vídeo aí.
Acabou a munição? Não tem problema, é só ligar a motosserra e partir o bichão no meio!
Apresentação impecável Os gráficos de Gears Of War 3 estão entre os mais bonitos da geração, e mesmo com desenhos um tanto quanto "cartunizados", as imagens são bastante realistas. Além do enredo bastante envolvente, os diálogos são geniais e muito divertidos. A relação entre as personagens te faz ficar extremamente familiarizado com eles, e se sentir realmente parte do jogo.
Finalmente um Multiplayer Local! É isso mesmo! Em meio à escassez de Multiplayers locais, que hoje basicamente se resumem a jogos de luta ou esportivos, Gears Of War 3 traz um modo cooperativo para quatro jogadores, onde é possível jogar com bots. É diversão garantida!
Sim ou Não? Gears Of War 3 é um jogaço que traz uma trama extremamente envolvente, uma jogabilidade perfeita e muita ação e violência que não te deixa respirar um minuto. Depois que terminar a campanha ainda dá pra passar umas boas horas dando tiros no modo Multiplayer. Aproveita que tá baratinho (você acha por 99 mangos na maioria das lojas grandes), e compra logo. Mais do que sim, é obrigatório.
E chegamos ao dia 22! O mundo não acabou! Uhuuu!!!!!!
Ou não.
Deve ter muita gente que ficou frustrada por acordar e não ver os céus em chamas, zumbis andando pelas ruas ou Testemunhas de Jeová alienígenas tocando a campainha com um mensagem especial de Chtulhu. Mas não se desesperem! O Comando Login está aqui para lembrá-los de como poderia ser o Apocalipse. E é isso que vocês encontrarão no nosso Logincast especial sobre apocalipses: zumbi, alien, nuclear, corinthiano...todos os apocalipses imagináveis são comentados com muito mau bom humor por Pedro Zambon, Bruno Marise, Damaris Rota, Felipe Navarro: o Bagaço, Gabriela Brandão, Monique Nascimento e Rafael Nóia, mostrando que, ainda que ele não tenha zumbis correndo pela rua e aliens atirando lasers em nossas casas, não é motivo para não se divertir com o Fim dos Dias.
Então, aproveitem o tédio de mais um sábado comum e curtam nosso Logincast Especial: Apocalipse.
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Continuando a série especial de games para oapocalipse do Comando Login, vamos para uma lista de 5 games contra zumbis. Até porque, convenhamos, é assim que o mundo vai acabar e todo mundo sabe disso.
Parasite Eve
Vamos começar com um game que não é bem de zumbis, mas merece uma menção só pela criatividade. Parasite Eve conta a história de Aya Brea, uma polícial do N.Y.P.D (Departamento de Polícia de Nova Iorque) que é a única sobrevivente de um estranho homicídio em série. No meio de uma peça de teatro, as pessoas ao redor começam a pegar fogo do nada ao lado de Aya. A desculpa criativa do game é que um monstro, criado em laboratório, tem a capacidade de fazer com que as mitocôndrias (aquelas organelas responsáveis pela produção do ATP) funcionassem bem mais que o normal transformando as pessoas em isqueiros ambulantes. A parte zumbi do game fica por conta dos animais que são transformados em criaturas do capeta quase que zumbificadas.
Pontos legais do game são os espaços realistas: tudo se passa em Manhatan, passando por Carnegie Hall, Central Park, Empire States entre outros pontos turísticos da cidade.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo?
Sempre nos manter bem hidratados, em temperatura corporal de uns 35ºC, as mitocôndrias com a saúde em dia e nunca ir a uma estreia de ópera.
Vale a pena jogar o primeiro, e quem sabe o segundo. Há um terceiro game para PSP, não tão bem visto pela crítica. Para quem gosta de meter bala comandando mulheres deliciantes, essa é a boa pedida. AAAHHHH MOLEQUE!!
Oquei! Eu sei que não tem muita novidade nesse game, maaaassss é uma série obrigatória para quem quer sobreviver a um ataque zumbi. Isso falando da série até o Resident Evil 4. Por que isso? Os primeiros jogos trazem zumbis beguinners, ou seja, aqueles que não abrem portas, não correm, não imitam um quarterback correndo em zig-zag, não usam armas. Enfim só são difíceis de matar, andam devagar e babam.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo?
Esse game é um tutorial para o survivor iniciante. Aqui você aprende que zumbi bom não é zumbi morto, mas zumbi vivo quieto no canto dele. Pessoal, convenhamos, se rolar mesmo um ataque mundial zumbi, vocês acham que eles já virão no level 100? A lei da natureza é sempre começar do nível mais básico, a não ser que ela aceite game shark. Ai, amigo, f&%#u Ainda, os tiros são poucos, então criatividade na hora de matar zumbis. Além disso, você aprende que misturar as ervas certas podem ser diferença entre a vida e a morte.
Mas galera do Login, eu já fechei a disciplina Introdução ao Ataque Zumbi matando o Nemesis. E agora?
Beleza, você já está no nível hard, então esqueça Resident Evil. Seu negócio agora é Left4Dead. Isso porque aqui é o MMA do mundo zumbi, vale tudo, mermão. É bicho que corre em zig-zag, saindo de tudo quanto é lado, debaixo de caminhão, caindo de telhado, vindo em ondas e ainda tem a irmã do capiroto que fica na dela, mas se você der um tirinho que seja, game over.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo?
Que zumbi que corre é a pior invenção do século XXI. Então, você aprende que nessa hora é necessária munição infinita, três amigos para andar com você, uma lanterna, um bolso grande que caiba uma metralhadora, um pé de cabra e uma pistola e uma conexão de internet legal para não se ter surpresas. Ah, e NUNCA, mas NUNCA confie no silêncio.
DICA: Esse jogo tá fácil de jogar, porque o Comando Login tá sorteando três L4D antes do fim do mundo, vai lá que ainda dá tempo. (sorteio dia 20/12)
Plantas vs Zumbis
Se você tá afim de se preparar para um apocalipse zumbi, maaaasss é cagão e tem medo dos jogos de terror você vai ser o primeiro a morrer, meu caro, não se preocupe. A pedida certa pra você é Plantas vs Zumbis. Um joguinho Minigame, ao melhor gosto do Felipe Bagaço, em que você usa o seu jardim para proteger sua casa. Maluco, se você se cagar todo de medo desse jogo, aposenta a vida e espera a morte. Gráficos bonitinhos, mecânica de jogo fácil, leve, roda em qualquer processador 166 e celular da Nokia aí. Mentira, mas é leve.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo?
Se um zumbi estiver lendo um jornal, não deixe sua planta tacar nozes nele. True history, bro. Você aprende com esse jogo que seu jardim pode ser uma arma eficaz contra zumbis e que Michael Jackson pode voltar querendo comer seu cérebro. Portanto, mãos a obra, bora plantar aquela batata gigante, plantas explosivas que parecem armas e congelam pessoas. Tudo muto fácil. Para baixar o demo (aos mais religiosos estamos falando de demonstração, oquei??) clique aqui.
The Walking Dead
Se você quiser jogar algo realmente bom, com gráficos maneiros e uma boa história esse é o jogo. Na verdade, ele só está aqui porque ganhou surpresa total da galera a Video Games Awards como melhor jogo do ano. A história é muito parecida com o seriado, lógico. Mas com cinco episódios nessa primeira temporada, o game adventure só tem recebido boas críticas do pessoal.
O que esse jogo pode ensinar sobre o fim do mundo?
Piores que zumbis querendo comer seu cérebro são seres humanos querendo f*&#er a sua vida. Aqui, você percebe que lidar com zumbis é fácil, o problema é o ser humano em coletivo no desespero. Aí, mermão, é cada um por si. Talvez esse seja o jogo mais realista do ponto de vista de um possível apocalipse zumbi. Mas como isso pouco importa, o que vale é a história boa e o divertimento. O link do game na Steam está aqui,
OBS: A ilustração do início desse post é de Tony Moore. O cara manda muito bem e tem outra ilustrações muito bacanas em seu site. Vale a pena.
OBS 2.: Galera, vale lembrar aqui que o emulador de jogos serve para conhecer o game. Então, baixou, jogou, viu que é legal, deleta do PC e vai comprar o original. O Comando Login é TOTALMENTE CONTRA qualquer tipo de pirataria (menos a do Piratas do Caribe e derivados).